<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917</id><updated>2012-02-16T15:16:51.008-02:00</updated><title type='text'>Política para todas(os)</title><subtitle type='html'>Espaço destinado aos debates do curso de Introdução à Ciência Política da Universidade de Brasília do verão de 2008 oferecido por Gustavo Amora.
Aqui estão postados alguns textos da disciplina que estão em formato eletrônico e os artigos dos estudantes. Além disso, o espaço é aberto para idéias, imagens, videos ou qualquer link relacionado com as discussões da turma.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>141</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-7097318209431961931</id><published>2008-02-21T15:07:00.002-03:00</published><updated>2008-02-21T15:16:36.210-03:00</updated><title type='text'>Imagem e realidade do conflito Israel – Palestina, Norman Finkelstein</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;De domínio geral é a ocorrência quase ininterrupta de violentos conflitos entre árabes e judeus desde a criação do Estado de Israel pela Organização das Nações Unidas, após a Segunda Guerra Mundial. Norman Finkelstein, historiador judeu e professor da Universidade de Nova York, é devotado ao estudo de tal problemática e traz nos livros &lt;em&gt;A indústria do holocausto – Reflexões dobre a exploração sofrimento dos judeus, Ascensão e queda da Palestina: uma avaliação pessoal dos anos de intifada, e Imagem e realidade dos conflitos Israel – Palestina,&lt;/em&gt; entre outros títulos, ácidas críticas ao povo israelense e as armas utilizadas para atestar sua legitimidade sobre terras palestinas. Dotados de referências e citações, os livros de Finkelstein revelam ao público, além do posicionamento do autor em face da questão, informações acerca de fatos que regeram o conflito desde seu início, portanto, para bem acompanhar a leitura, é necessário que o leitor esteja interado quanto aos acontecimentos históricos pertinentes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A obra &lt;em&gt;Imagem e realidade dos conflitos Israel – Palestina&lt;/em&gt;, precisamente o capítulo 7, aborda o conteúdo dos acordos realizados em Oslo, Noruega, por Yitzhak Rabin, na época primeiro-ministro israelense, e o líder palestino Yasser Arafat. Mediado pelo então presidente americano Bill Clinton, o acordo Oslo I, de 1993, definia que o controle de parte da Cisjordânia e da faixa de Gaza seria atribuído aos palestinos. No entanto, distoando dos termos estabelecidos pelo combinado, Israel desocupou apenas pequena parte dos centros urbanos palestinos situados nas regiões analisadas. Enclaves seguros continuaram mantidos em cidades como Hebron, Gaza e Nablus. Em setembro de 1995, Oslo II foi assinado possuindo como meta a entrega à Autoridade Nacional Palestina, ANP, de grandes cidades árabes da Cisjordânia. A Zona A, sob total controle da ANP, representava 3% dos territórios ocupados e 20% da população, enquanto a Zona B (controle militar israelense e civil palestino) compreendia 24% do território e 68% da população (os territórios das Zonas A e B são completamente fragmentados, sem continuidade). A Zona C, incluindo Jerusalém oriental (Al Qods, em árabe), com 73% do território e 12% da população, permanecia sob total controle israelense, e nela se intensificou a construção de colônias judaicas e rodovias estratégicas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Baseado também em artigo de Edward Said, intelectual e ativista da causa palestina, o sétimo capítulo do livro de Finkelstein, no entanto, assegura que os acordos de Oslo serviram apenas para conceder aos israelenses direito de reivindicação sobre territórios até então considerados palestinos pelo meio internacional, uma vez que a pretensão antes do acordo não era senão a completa retirada israelense da Cisjordânia e da Faixa de Gaza, algo que não ocorreu. Além disso, o acordo elucidou que nenhuma das partes envolvidas teria o dever de renunciar a qualquer de seus direitos ou pretensões. Problemáticas de relevância como o domínio de Jerusalém, disponibilidade de terras férteis, abastecimento de água, soberania e indenizações aos indivíduos lesados foram tratadas de modo conivente aos interesses judeus. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto a Jerusalém, o mapa anexado ao acordo a traz localizada dentro do território israelense. A água foi distribuída com base na quantidade média de utilização. Desse modo, 80 % dela seria destinada a Israel em detrimento dos palestinos que necessitariam de maiores quantidades do recurso para suprir suas carências imediatas. A parte tangente à soberania confere ao lado israelense poder sobre qualquer infração cometida por seu povo ou contra seu povo. Judeus também têm pelo acordo a última palavra sobre o referente a Jerusalém, assentamentos, posições militares estratégicas, refugiados palestinos, fronteiras e relações externas. Das indenizações, prepondera a ausência de obrigações por parte de Israel em acordo assinado pela OLP. Já as terras são configuradas de forma análoga a dos bantustãos sul-africanos da época do apartheid: fragmentos de terras palestinas isolados e cercados pelas de Israel.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A referência ao regime do apartheid como objeto de comparação proposta por Finkelstein durante seu discurso, que também já foi realizada por Chomsky ao tratar da questão palestiniana, não se restringe ao modelo de divisão terriorial. Em todo o corpo textual do capítulo estudado, é constante a exposição quanto às supostas semelhanças do poder exercido por Israel e a parte branca africana e, consequentemente, quanto à gestão palestina e dos bantustões sobre seus respectivos povos e terras. Costurando argumentos e pontos de vista de autores como Edward Said e Meron Benveniste, o retrato que se tem do conflito é de uma elite abastada e poderosa submetendo os menos dotados de recursos econômicos e militares a uma maquiada teia dominadora. A constituição de Transkei, bantustão dotado de autogestão parcial, é no capítulo referida como inspiração para Oslo. No entanto, o autor ainda confere certa vantagem ao regime separatista africano, uma vez que a questão da África do Sul não se tratava da idealização de Estados separados. Nesse caso, a discussão envolvia direitos de igualdade entre as partes, fato que ocasionava pressão do meio internacional. Em contrapartida, no caso palestino, Oslo deixa de lado a suposição de que a Cisjordânia e a Faixa de Gaza seriam completamente evacuadas por israelenses, então, como foi algo estabelecido em acordo, não há interesse internacional em detectar qualquer forma de abuso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como arremate da discussão, Finkelstein sugere a visão de Said em que a paz na região da Palestina tem a premissa de boa convivência entre árabes e judeus. O futuro, assim, seria a existência de uma entidade unitária abrigando os dois povos. Oslo, para Finkestain, fica claro desde as primeiras linhas tratar-se de acordo injusto e fracassado, portanto seu melhor destino é o desprezo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autoras: Ana Paula Mendes e Gabriela Lobosque&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-7097318209431961931?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/7097318209431961931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=7097318209431961931' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7097318209431961931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7097318209431961931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/imagem-e-realidade-do-conflito-israel.html' title='Imagem e realidade do conflito Israel – Palestina, Norman Finkelstein'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-3106266595436710981</id><published>2008-02-21T15:01:00.002-03:00</published><updated>2008-02-21T15:04:41.190-03:00</updated><title type='text'>Resumo de “Estado e Sociedade, o conceito de Hegemonia em Gramsci”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; Antonio Gramsci nasceu na Itália em 1891 e faleceu em 1937. Foi um combatente ferrenho do fascismo e do liberalismo, tendo como seu principal adversário o também italiano Benedetto Croce.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que autor pretende neste texto é trazer os conceitos de hegemonia, Estado e sistema elaborados em Gramsci para uma realidade mais próxima da brasileira. Entretanto, o autor aprofunda sua análise nos conceitos e idéias elaborados por Gramsci.&lt;br /&gt;Este breve resumo irá considerar além da leitura da obra, as questões discutidas em sala de aula quando de sua apresentação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O propósito de Gramsci foi o de estudar as categorias elaboradas por Karl Marx e alguns de seus sucessores. Neste sentido, Gramsci irá considerar que Marx fora bem em descobrir que a superestrutura é definida a partir da economia. O problema, entretanto, é que Gramsci, assim como alguns autores que sucedem Marx – como é o caso de George Sorel – identificam que apesar de acertada, a colocação de Marx não é suficiente. Aprofundando-se mais no estudo dessas relações, Gramsci irá mostrar que mesmo alguns elementos que Marx introduzirá na superestrutura, funcionam muitas vezes como estrutura e servem para a transformação da primeira, quando não de sua manutenção. É a partir da análise destes conceitos que Gramsci trabalha suas idéias e críticas ao socialismo marxista – sabendo-se que Gramsci era bastante afeto ao comunismo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na parte que concerne à origem histórica do Estado, o autor mostra como Gramsci concorda com Marx, apesar de suas peculiaridades. A afirmação de que a não concordância das fronteiras geográficas com as fronteiras econômicas faz refletir o conflito entre as velhas e novas relações sociais e econômicas identifica o conjunto de idéias de Gramsci àquele exposto por Marx. A preocupação com a problemática da identificação cultural, porém também econômica para a definição das fronteiras de um Estado não se procedem de forma rápida. É por essa razão que é preciso a formação, num determinado espaço geográfico, de uma elite dominante capaz de gerir e criar uma força policial, por meio da qual, faz materializar a força e transforma aqueles que não detém os meios de produção em instrumentos do seu conjunto econômico. Este será o elemento definidor do Estado. Após estas determinações, é que se passa ao momento de sua definição geográfica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir da criação deste Estado consolida-se então as antigas formas em elites e classes dominantes. Gramsci também concorda com Marx que a detenção dos meios de produção é determinante para se fazer prevalecer. Ora, é a classe dominante aquela capaz de inserir uma determinada ideologia em uma cultura, quando não mesmo criá-la. Aqui, cabe uma questão colocada em sala que é a seguinte: até que ponto está construção cultural não reflete, na verdade, um ato de violência simbólica realizado por uma classe dominante que se utiliza do Estado para sua efetivação? A chamada &lt;em&gt;raison d´Etat&lt;/em&gt; ou razão de Estado é aqui formulada não como um ideal de que o Estado, tomado separadamente da sociedade, procede a formas culturais que lhe são próprias e passa a agir isoladamente com seus objetivos e propósitos próprios. Ele é um instrumento da classe dominante, da elite.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por fim, o texto trata da definição que Gramsci utiliza de sistema. Esta noção Gramsci a buscou fortemente em George Sorel. Fazendo primeiro uma consideração sobre os diversos sistemas filosóficos, Gramsci defende que o marxismo se coloca acima dos outros pelo seguinte: é um conjunto de idéias sistemático, como talvez o é o de Hegel e como não o é o de Nietzsche. Entretanto, diversamente dos sistemas fechados de pensamento, o marxismo se lança constantemente à transformação, sem que o seu núcleo de intenções e categorias seja alterado. Gramsci entende que o marxismo é capaz de adequar-se aos momentos históricos particulares a cada Estado. Daí acreditar que os momentos de uma revolução se não se dão ao mesmo tempo em todos os Estados é porque cada um destes vive um momento histórico diferente. Gramsci vai mais longe e afirma que o marxismo pode transformar-se a tal ponto que se admitiria a possibilidade de criação de novas categorias para a explicação de novos fenômenos. Essa dinâmica, acredita Gramsci, é o que diferencia o sistema marxista dos demais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Espera-se que este breve resumo possa ter sido coerente com o texto e que todos possam fazer bom uso dele. Afinal, o estudo de autores que sucedem Marx, porém que continuam de certa forma o seu ideal, é muito importante nos dias de hoje. É preciso que haja um contraponto às idéias e ideologias do capitalismo vigente, para que assim se realize a dialética histórica e novas formas – espera-se melhores – possam vir às novas gerações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autores: André, Sebastião e Ugo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-3106266595436710981?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/3106266595436710981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=3106266595436710981' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3106266595436710981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3106266595436710981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/resumo-de-estado-e-sociedade-o-conceito.html' title='Resumo de “Estado e Sociedade, o conceito de Hegemonia em Gramsci”'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-3297467205093543940</id><published>2008-02-20T14:15:00.003-03:00</published><updated>2008-02-20T14:24:33.985-03:00</updated><title type='text'>Resumo: Representação Política, Identidade e Minorias. Iris Marion Young.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Representação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;- Relacionamento diferenciado entre atores políticos engajados num processo que se estende no espaço e no tempo.&lt;br /&gt;-&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Necessidade da Representação.&lt;br /&gt;A representação é necessária porque a rede da vida social moderna freqüentemente vincula a ação de pessoas e instituições num determinado local a processos que se dá em muitos outros locais e instituições. Nenhuma pessoa pode estar presente em todos os organismos deliberativos cujas decisões afetam sua vida, pois eles são numerosos e muito dispersos.&lt;br /&gt;- A representação política não deve ser pensada como uma relação de iden&amp;shy;tidade ou substituição, mas como um processo que envol&amp;shy;ve uma relação mediada dos eleitores entre si e com um representante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Conceito de &lt;em&gt;Différance&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pensar as entidades em termos de différance mantém-nas em sua pluralidade, sem requerer sua unificação numa identidade comum.&lt;br /&gt;- As coisas são similares sem serem idênticas e são diferentes sem serem contrárias entre si, dependendo do ponto de referência e do momento em um processo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Relação de Conexão entre Representantes e Representados &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Em vez de interpretar o significado normativo da representação como o ato de propriamente pôr-se pelos eleitores, devemos avaliar o processo de representação de acordo com o caráter do relacionamento entre o represen&amp;shy;tante e os eleitores.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Autorização e Prestação de Contas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- A autorização é um importante indício de representação. Uma pessoa que representa outras de forma oficialmente institucionalizada precisa estar autorizada a falar por elas e, talvez, a uni-las.&lt;br /&gt;- A representação é um relacionamen&amp;shy;to diferenciado entre eleitores e representantes, em que a desconexão é sempre uma possibilidade e a conexão é mantida ao longo do tempo por meio de antecipações e retomada em momentos de autorização e prestação de contas.&lt;br /&gt;- O representante está autorizado a agir, mas suas avaliações estão sempre em questão. Saber se ele agiu ou não conforme aquela autorização é uma questão pospos&amp;shy;ta a um momento ulterior, quando ele vier a prestar contas de suas ações aos representados.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Modos de Representação &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Interesses, opiniões e perspectivas.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Interesses&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;- Aquilo que afeta ou é importante para os horizontes de vida dos indivíduos ou para as metas das organizações.&lt;br /&gt;- Interesses como auto-referentes e como algo diverso de idéias, princípios e valores.&lt;br /&gt;- A representação do interesse é corrente na prática políti&amp;shy;ca, e talvez haja mais teoria da representação do interesse do que de qualquer outro tipo de representação.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Opiniões&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;- Princípios, valores e prioridades assumidos por uma pessoa na medida em que fundamen&amp;shy;tam e condicionam seu juízo sobre quais políticas devem ser seguidas e quais fins devem ser buscados.&lt;br /&gt;- Juízo ou crença sobre como as coisas são ou devem ser e os critérios políticos que daí se seguem.&lt;br /&gt;- Os partidos políticos são o veículo mais comum para a representação de opiniões.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Perspectiva&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- Cada perspectiva social é particular e parcial com relação ao campo social em seu todo, e, a partir de cada perspec&amp;shy;tiva, alguns aspectos da realidade dos processos sociais são mais visíveis que outros.&lt;br /&gt;- Uma perspectiva social não comporta um con&amp;shy;teúdo específico determinado.&lt;br /&gt;- A idéia de perspectiva busca captar a sensibilidade da experiência do posicionamento num gru&amp;shy;po, sem especificar um conteúdo unificado para aquilo que a percepção vê.&lt;br /&gt;- Os partidos políticos são o veículo mais comum para a representação de opiniões.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Representação de grupos marginalizados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A desigual&amp;shy;dade socioeconômica estrutural com freqüência produz desigualdade política e exclusão relativa das discussões políticas influentes.&lt;br /&gt;- Pro&amp;shy;piciar maior inclusão e influência aos grupos sociais sub-representados pode contribuir para que uma sociedade enfrente e reduza a desigualdade social estrutural.&lt;br /&gt;- Em qualquer forma que assuma a representação de grupos não deve ser concebida somente por referência a atributos compartilhados por pessoas, assim como não consiste na manifestação de algum conjunto de opiniões, interesses ou experiências que todos os membros do gru&amp;shy;po compartilhem.&lt;br /&gt;- Qualquer forma ou sistema de representação coloca o problema de haver “um só para muitos”, e a meu ver esse problema é mais bem enfren&amp;shy;tado pelos relacionamentos ativos de autorização e presta&amp;shy;ção de contas entre representantes e representados.&lt;br /&gt;- Os princípios liberais de livre expressão e associação devem nortear a representação dos interesses e opiniões. Todos devem ter liberdade de expressar opini&amp;shy;ões e de se organizar coletivamente para torná-las públicas. Todos devem ser livres para organizar grupos a fim de pro&amp;shy;mover interesses particulares. Ambas as liberdades devem ser limitadas por regras que garantam uma similar liber&amp;shy;dade aos outros e proíbam atividades que lhes provoquem danos injustamente.&lt;br /&gt;- Políticas de inclusão. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Autor@s: Mikael Neres Pereira e Graciene Lilian Lima Silva&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-3297467205093543940?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/3297467205093543940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=3297467205093543940' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3297467205093543940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3297467205093543940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/resumo-representao-poltica-identidade-e.html' title='Resumo: Representação Política, Identidade e Minorias. Iris Marion Young.'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4819125876031340565</id><published>2008-02-19T14:19:00.002-03:00</published><updated>2008-02-19T14:23:05.997-03:00</updated><title type='text'>Teorias recentes da Democracia e o “Mito Clássico” - Carole Pateman, em Participação e teoria democrática</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O texto de Carole Pateman faz uma análise sobre as principais idéias de autores da teoria democrática contemporânea, considerando a visão que têm sobre a participação da população na gestão política e revelando o mito da teoria clássica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ponto de partida é a pergunta: Qual o lugar da “participação” numa teoria da democracia moderna e viável? A resposta a essa pergunta parece irônica para os teóricos e sociólogos da política, já que acreditam que a participação deva assumir um pequeno papel e se mostra “perigosa”, geradora de instabilidade, quando largamente ampliada, ou seja, se questionam sobre a viabilidade de pôr a democracia, enquanto governo do povo por meio do máximo de participação de todo povo, em prática. Outra questão que torna inviável essa participação é o fato de associarem participação popular aos regimes totalitários (a população ia para as ruas, denunciava os vizinhos, enfim, participava ativamente da vida política, ainda que motivados pela coerção e intimação).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos principais teóricos é Joseph Schumpeter. São em seus escritos que os demais autores se basearão para modelar seus conceitos de democracia. Schumpeter, em linhas gerais, faz a dissociação da teoria democrática com sua função de meio e fins, ele a define como um método político, um meio para se chegar as decisões políticas; restringe a participação popular ao voto nas eleições e diz que qualquer outra forma de tentar exercer o controle significa a negação para do conceito de liderança, ou seja, o controle só deve se dar pela substituição dos representantes nas eleições. Assim, ele dá as condições necessárias para a operação do método democrático: liberdades civis, tolerância quanto a opinião dos outros, “certo tipo de caráter e hábitos nacionais” e interesses envolvidos virtualmente unânimes em sua lealdade aos “princípios estruturais da sociedade existente”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Baseados em Schumpeter, os demais pensadores políticos foram desenvolvendo e acrescentando suas idéias. Berelson vê a apatia e a participação limitada como algo positivo, pois amortece os choques da discordância, dos ajustes, das mudanças, servindo como manutenção da estabilidade do sistema. Ele também coloca que para que a democracia “sobreviva” é necessário limitar a intensidade dos conflitos, restringir a taxa de câmbio, manter estabilidade social e econômica, haver organização pluralista e consenso básico. Assim, segundo ele, a teoria moderna democrática é descritiva, concentra-se no sistema vigente, tem a participação e interesse de uma minoria de cidadãos e a estabilidade se dá a partir da apatia e desinteresse.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A teoria democrática de Dahl é a poliarquia, isto é, governo de múltiplas minorias. Ele a creditava que a representação da maioria era algo inalcançável e a forma de tentar representar a maioria das pessoas era através da representação das múltiplas minorias. Dentre suas idéias está a de igualdade política, não como igualdade de controle político e de poder, mas sim como igualdade de oportunidade a ter acesso para influenciar os que tomam as decisões, referindo-se também ao sufrágio universal. Dahl vê a participação como perigo, pois os menos favorecidos economicamente tem baixa atividade política e em sua classe está difundido o caráter autoritário dos líderes, assim, se aumenta a participação, o consenso pode declinar, declinando a poliarquia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Continuando a idéia de poliarquia de Dahl, Sartori diz que não é só as minorias, mas também as elites em competição. Acrescenta que a desilusão com a democracia por parte das pessoas é porque prometeram os teóricos clássicos prometeram e não cumpriram. O medo que tem da participação popular está atrelado ao medo de que essa participação leve ao totalitarismo e afirma que a inatividade do cidadão médio está atrelada ao fato dele só se interessar quando tem uma experiência pessoal atrelada ao acontecimento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eckstein, após fazer suas análises, conclui que “para um sistema democrático estável, a estrutura da autoridade do governo nacional não precisa ser, necessariamente, pelo menos de modo puro, democrático”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os estudos desses principais teóricos sociais permitem delinear características gerais da teoria contemporânea da democracia: caráter empírico e descritivo, cujo método é a competição entre os líderes (elite) pelos votos do povo, que usufrui dessa escolha como única forma de manter seu controle sobre os líderes e de proteger contra as decisões arbitrárias dos mesmos e proteger os interesses privados; igualdade política (segundo os conceitos de Dahl); a garantia da estabilidade se dá na participação mínima necessária; não há um “caráter democrático” definido a todos os cidadãos; e a existência de algum grau de congruência entre estrutura de autoridade do governo e as estruturas não-governamentais próximas a ele.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            Contudo, os teóricos democráticos contemporâneos não estudaram a fundo a teoria clássica, não pontuaram suas características e suas bandeiras, não a expuseram. Assim, não podemos saber se a revisão da teoria democrática é ou não justificável, constituindo, então, o “mito clássico”. O que mais se aproximou da possibilidade de um modelo clássico, foi o colocado por Schumpeter e os demais teóricos seguiram, sem questionar a sua natureza. Uma outra falha dos pensadores contemporâneos foi o fato de não terem considerado dentro do modelo clássico a existência de duas teorias: de um lado Bentham e James Mill (que se aproxima da teoria “clássica” proposta por Schumpeter) e por outro Rousseau e J. S. Mills (com a democracia participativa).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;            O modelo democrático contemporâneo, no que diz respeito a participação, não contempla a nossa realidade: temos uma população que não utiliza do seu poder de voto para exercer controle sobre os líderes. Tal prova é que, por exemplo, mesmo após de cassado, nós temos ex-presidente que volta a ser representante do povo, governantes envolvidos com atividades ilegais que voltaram a governar. Essa certa ausência de participação ao longo do mandato dos líderes faz com que estes tenham muita liberdade para se envolverem em atividades ilícitas e não defenderem os interesses de quem deveriam estar representando, e defenderem apenas os seus particulares. A igualdade política também não é realizável, dado que nem todos têm as mesmas oportunidades de acesso aos canais de influência sobre os líderes, aliás, pouquíssimas pessoas têm esse poder.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não temos (e talvez nunca teremos) um modelo que condiza perfeitamente com a realidade em que vivemos. Entretanto, devemos sempre buscar soluções para que os problemas políticos de participação e representação popular se aproximem de um modelo viável na supressão das necessidades de todos os cidadãos, e que esse modelo não seja perfeito só na teoria e sim que tenha uma boa aplicabilidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autoras: Maíra Gussi e Paula Bernardes – 2º semestre de Serviço Social&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4819125876031340565?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4819125876031340565/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4819125876031340565' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4819125876031340565'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4819125876031340565'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/teorias-recentes-da-democracia-e-o-mito.html' title='Teorias recentes da Democracia e o “Mito Clássico” - Carole Pateman, em Participação e teoria democrática'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-2887949433637655651</id><published>2008-02-19T02:01:00.002-03:00</published><updated>2008-02-19T02:03:08.226-03:00</updated><title type='text'>Resenha do texto: Os meios de Comunicação e a prática política, de Luis Felipe Miguel.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Luis Felipe Miguel formou-se em graduação no ano de 1988 na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tornando-se mestre e doutor nos anos de 1992 e 1997 pelas Universidades de Brasília (UnB) e de Campinas (UNICAMP), respectivamente. Atualmente ele é professor associado da UnB e bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq. Possui como áreas de estudo a mídia e a política.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com o desenvolvimento dos meios de comunicação, ao longo do século XX, houve não apenas uma reorganização dos ritmos da vida cotidiana e das fronteiras entre diferentes esferas sociais (com a uniformização do acesso a informação), permitiu-se a modificação de todo ambiente político. Ao assumir o papel de difusora principal do conhecimento, a mídia adquiriu a capacidade tanto de representar as temáticas e discussões sociais quanto de influenciar diretamente sobre a formação e o desenvolvimento de capital político, ainda que não possua o monopólio sobre essas ações. Na medida em que a mídia promove o acesso aos agentes políticos e a seus discursos, o prestígio e o reconhecimento social tornam-se dependentes da imagem transmitida pela mídia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Percebe-se portanto, que num ambiente repleto de interesses (econômicos e sociais) a neutralidade da mídia é um aspecto no mínimo fantasioso, ainda que a política se constitua como um jogo político de bastidores e palco, a mídia possui caráter decisório na formulação da apatia social e na divulgação de informações dos bastidores (muitas vezes fundamentais, como o escândalo de Watergate).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num sistema político consensual o desafio é alcançar uma representação mais equânime dos diferentes interesses sociais, para que a temática social encontre tanto a classe dominante quanto as minorias dominadas. Passa pela responsabilidade da mídia também esse aspecto, enquanto esfera da representação política: a democratização da esfera política implica tornar mais igualitário o acesso aos meios de difusão social. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diz-se portanto que os campos da mídia e da política encontram-se interligados, contudo cada um apresenta suas próprias regras e objetivos. Nesse aspecto, os indivíduos pertencentes as esses dois campos necessitam em suas relações dialogar com a lógica do outro, ainda que mantendo os objetivos de seu referido campo. Compreende-se dessa forma que as relações entre política e mídia superam em muito as expectativas de apenas influências diretas e simplificadas de dominação, há toda uma complexidade de interações e conseqüências.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autores: Mayko Vinícius e Rafael da Fonseca&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-2887949433637655651?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/2887949433637655651/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=2887949433637655651' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2887949433637655651'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2887949433637655651'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/resenha-do-texto-os-meios-de-comunicao.html' title='Resenha do texto: Os meios de Comunicação e a prática política, de Luis Felipe Miguel.'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4279489842338170494</id><published>2008-02-18T20:56:00.002-03:00</published><updated>2008-02-18T23:03:41.892-03:00</updated><title type='text'>Resumo - Problemas de gênero: feminismo e subversão de identidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Nesse texto, Judith Butler, faz um discurso a respeito do feminismo, suas características, seus defeitos e discute também a questão de gênero, sexo e desejo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ela mostra a identidade que o feminismo vem assumindo, tendo como sujeito principal a categoria “mulher” e seus principais objetivos, que são representações na linguagem e na política. E ela aponta um dos defeitos, que é o feminismo construir uma base única e permanente, tendo como sujeito apenas a mulher, essa categoria que é produzida e reprimida pelas mesmas estruturas por intermédio das quais busca a emancipação. Ela vê também uma possível forma de fracasso do feminismo na recusa em levar em conta os poderes constitutivos de suas próprias reivindicações representacionais. E sugere ainda que para essa representação ter sentido, o sujeito mulher não pode ser presumido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O texto levantou discussões na turma, como por exemplo, quais ações foram tomadas para as mulheres terem representação política, e foi dito que já existem políticas que determinam um numero mínimo de candidatas mulheres nos partidos, entre outras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falando em mulher, Judith discute bem a questão do gênero, onde diz que o gênero é uma construção cultural, enquanto o sexo é biológico e, por ser cultural, o gênero não é um resultado casual do sexo e nem tão fixo quanto ele. O gênero pode ser mutável e por isso ela coloca que um corpo masculino pode ser homem/mulher e um corpo feminino não precisa ser necessariamente uma mulher, pode ser um homem também.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A partir daí foi citado na turma o caso dos homossexuais e dos travestis e como a sociedade os coloca a partir da construção homem e mulher. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Judith coloca também como o gênero estabelece interseções com modalidades raciais, étnicas, sexuais e regionais e é preciso separar gênero de interseções políticas e culturais onde a mulher é produzida e mantida para que ela alcance os objetivos do feminismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autoras: Juliana Aretz e Larissa Melo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4279489842338170494?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4279489842338170494/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4279489842338170494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4279489842338170494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4279489842338170494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/resumo-problemas-de-gnero-feminismo-e.html' title='Resumo - Problemas de gênero: feminismo e subversão de identidade'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4168420598788645759</id><published>2008-02-18T20:31:00.002-03:00</published><updated>2008-02-18T20:35:13.789-03:00</updated><title type='text'>A figura feminina moderna e a literatura</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7oWDN0yKZI/AAAAAAAAAMg/ouMvTCTz59Q/s1600-h/mulher%2Bmoderna.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168467766867536274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="249" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7oWDN0yKZI/AAAAAAAAAMg/ouMvTCTz59Q/s320/mulher%2Bmoderna.jpg" width="216" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O presente artigo acadêmico tem suas raízes no texto de Judith Butler, Problemas de Gênero – Feminismo e subversão de identidade. Esse material desperta grande interesse em seus leitores pelo viés tomado, apresentação da mulher não simplesmente com a estigmatizada figura de responsável pela casa e pela família, ao contrário, ele mostra que a mulher, atualmente, é vista como autora política e é diferencial na sociedade moderna.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mulher, durante anos, foi vista como sinônimo de delicadeza e suas maiores conquistas estavam relacionadas às atividades domésticas. Contudo, os rumos tomados pela sociedade em conjunto com a força feminina, fez com que alguns desses estigmas fossem rompidos, proporcionando à mulher oportunidades de mostrar seu potencial aos mais diversos grupos. Na sociedade moderna, a figura feminina tem criado grande representatividade e, com isso, alcançado postos que há alguns anos possivelmente seriam inatingíveis. Atualmente, a mulher desempenha diversos papéis e, em muitos deles, ela é protagonista. Tem-se, então, a mulher como: mãe, dona-de-casa, esposa e profissional (neste aspecto, destaca-se o fato de algumas trabalharem mais de oito horas por jornada).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A figura feminina tem adquirido um espaço notório na contemporaneidade. A mulher que, hoje, protagoniza funções fundamentais dentro de uma sociedade preconceituosa e quiçá estamentada, infelizmente, ainda não possuí um papel tão relevante dentro do fantástico universo literário. Percebe-se que dentro de algumas obras literárias, por exemplo, ela ainda aparece de forma apagada, isto é, as funções desempenhadas são secundárias. Apesar de não ser a abordagem central deste texto, é sobressalente o fato de a literatura ser excludente não apenas a mulher, mas também a negros e desprivilegiados financeiros. Segundo Regina d'al Castagné&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, a literatura se distancia dos problemas sociais, ignorando além de mulheres, os negros e os homossexuais. “E, quando esses aparecem, são de forma estereotipada, o que aproxima o romance da telenovela”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Regina D'al Castagné é autora de uma pesquisa que aponta o posicionamento da mulher dentro das principais obras brasileiras da atualidade. Com essa foi possível constatar que “menos de 40% das personagens são do sexo feminino. Além de serem minoritárias nos romances, as mulheres também têm menos acesso à ‘voz’, isto é, à posição de narradoras, e estão menos presentes como protagonistas das histórias”. Ainda nessa pesquisa, a autora constatou que:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há uma diferença significativa entre a produção das escritoras e dos escritores. Só como exemplo, em obras escritas por mulheres, 52% das personagens são do sexo feminino, bem como 64,1% dos protagonistas e 76,6% dos narradores. Para os autores homens, os números não passam de 32,1% de personagens femininas, com 13,8% dos protagonistas e 16% dos narradores. Fica claro que a menor presença das mulheres entre os produtores se reflete na menor visibilidade do sexo feminino nas obras produzidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo d'al Castagné, a representação ínfima das personagens femininas deve-se a eclosão do feminismo, pois, mesmo tendo aumentado o número de autoras, os homens sentiram-se retraídos. “Houve certo constrangimento e os autores entenderam que a mulher poderia ela mesma dizer o que pensava, o que provocou um recuo na quantidade de personagens.” &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As representações femininas, nas obras produzidas a partir da década de 60, não destoam muito daquelas apresentadas em livros do século XIX. Se repararmos em personagens notórios de livros machadianos, por exemplo, é possível perceber que a mulher, apesar de imponente, é secundária em relação ao homem e não possuí funções senão as domésticas – cita-se Capitu&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[2]&lt;/a&gt;. Na escola naturalista, uma personagem que merece destaque é Bertoleza&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[3]&lt;/a&gt;, essa foi utilizada por João Romão&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn3" name="_ftnref3"&gt;[4]&lt;/a&gt; para que ele pudesse ascender financeiramente. Em um avanço cronológico, em 1977, temos Macabea&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn4" name="_ftnref4"&gt;[5]&lt;/a&gt;, essa era uma típica personagem de folhetim – pobre, apaixonada, perdeu os pais cedo e trabalhava quase de forma escrava. A partir das afirmações, percebe-se que apesar de a mulher ter conquistado um relevante espaço na sociedade, em alguns aspectos, neste caso a arte, ela ainda é vista de forma semelhante há alguns séculos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com os dados e enfoques deste escrito, entende-se que apesar da mulher ter atingido alguns patamares, em certos aspectos ela ainda é tida como frágil e deve se direcionar a atividades domésticas. Ressalta-se que quando negras as representações são ainda piores, pois elas, muitas vezes, são mostradas como subempregadas (empregadas domésticas e prostitutas) e sempre possuem apelativos sexuais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mulher ainda tem um extenso percurso para percorrer, contudo, lentamente, este é superado. Hoje, a mulher tem mais oportunidades tanto educacionais quanto profissionais, e isso lhe fornece excelentes oportunidades para alcançar uma melhor posição e respeito social. Atualmente, é possível encontrar cidades onde as mulheres têm maiores rendimentos que os homens. A figura feminina aos poucos perde aquela imagem estereotipada de delicadeza e de necessidade de protecionismo estabelecida pelos romances românticos e, cria uma imagem de força e ação. Assim, concluo que a mulher apresentada nos romances contemporâneos não é a mesma encontrada neste tipo de sociedade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CASTAGNÉ, Regina in A construção do feminino no romance brasileiro contemporâneo disponível no endereço &lt;a href="http://www.crimic.paris-sorbonne.fr/actes/vf/dalcastagne.pdf"&gt;http://www.crimic.paris-sorbonne.fr/actes/vf/dalcastagne.pdf&lt;/a&gt; acessado em 16/02/2008 às 22:34&lt;br /&gt;GRIFFO, Sonia Regina in Intencionalidades e Representações nas Práticas Discursivas na Literatura Infanto-Juvenil na Construção da Identidade Feminina. Publicado pela UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro – RJ.&lt;br /&gt;LIMA, Agilberto in Personagens na literatura Brasileira. Publicado no Estado de São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Regina d’al Castagnè é graduada em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina, com mestrado em Literatura pela Universidade de Brasília e doutorado em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[2]&lt;/a&gt; Personagem do livro “Dom Casmurro” escrito por Machado de Assis.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[3]&lt;/a&gt; Personagem do livro “O Cortiço” escrito por Aluísio de Azevedo.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn3" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref3" name="_ftn3"&gt;[4]&lt;/a&gt; Idem.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn4" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref4" name="_ftn4"&gt;[5]&lt;/a&gt; Personagem do livro “A hora da Estrela” escrito por Clarisse Lispector. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autora: Taíze Carvalho&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4168420598788645759?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4168420598788645759/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4168420598788645759' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4168420598788645759'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4168420598788645759'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/figura-feminina-moderna-e-literatura.html' title='A figura feminina moderna e a literatura'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7oWDN0yKZI/AAAAAAAAAMg/ouMvTCTz59Q/s72-c/mulher%2Bmoderna.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-7250390079838970138</id><published>2008-02-18T20:30:00.000-03:00</published><updated>2008-02-18T21:01:09.025-03:00</updated><title type='text'>Publicação das críticas referente aos artigos dos colegas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá! Os 8 textos que se seguem são críticas dos diversos artigos aqui publicados, artigos esses baseados nos documentários &lt;em&gt;Sicko&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;XXY&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Sociedade do Automóvel&lt;/em&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abraços,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Luíza Alencastro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-7250390079838970138?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/7250390079838970138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=7250390079838970138' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7250390079838970138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7250390079838970138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/publicao-das-crticas-referente-aos.html' title='Publicação das críticas referente aos artigos dos colegas'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-1527188194409251835</id><published>2008-02-18T20:29:00.018-03:00</published><updated>2008-07-25T11:52:37.546-03:00</updated><title type='text'>Crítica ao artigo de Aline T "Na prática, a teoria é outra"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Este texto é uma crítica ao texto, presente neste site, &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/01/na-prtica-teoria-outra.html"&gt;&lt;em&gt;Na prática, a teoria é outra&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; de Aline T, que consiste num artigo sobre o filme “Entreatos – Lula a 30 dias do poder”, de João Moreira Salles.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O artigo de Aline relata de forma bem clara a mudança do discurso ideológico do Lula, e do PT, de 1981 para 2002. A relação de identidade que os sindicalistas e eleitores do PT tinham com o partido nos primeiros anos do partido, que era baseada em ideais comuns e próprios da classe. E o trabalho feito na campanha de 2002 para atingir os eleitos de centro e até mesmo os de direita.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como a própria Aline colocou no texto, o PT partiu para a disputa das primeiras eleições supondo que conquistar o Estado seria a resposta para a mudança radical. Faltou informar no texto com o passar dos anos Lula, e o partido, foram percebendo que com o discurso que tinham não alcançariam o número de eleitores suficientes para ganhar as eleições. A realidade do país mudou consideravelmente entre 1981 e 2002, tanto nas esferas políticas, com a legitimidade dos poderes, como na esfera econômica, com a melhora do país no cenário externo e o desenvolvimento do mercado nacional. Além disso, a moderação e o afastamento dos ideais sindicais caminham juntos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A revolução socialista, a ameaça ao direito à propriedade privada e a busca de alianças não foram somente uma mudança na mentalidade do PT, mas um resultado de fatores econômicos e sociais que estiveram presentes neste período de mudança. Por isso, tenho de discordar de Aline, quando ela coloca que o sentimento que acompanhou o partido passou a ser apenas um recurso midiatico. O cenário nacional e internacional mudou, a forma de se revolucionar as instituições, de implementar a reforma agrária, de desenvolvimento social mudaram, pois o Brasil não é só mais um país na América Latina, mas sim um dos maiores representantes desta região.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com essa afirmativa não venho dizer que o Lula, ou o PT, agiram da forma mais correta, muito menos venho dizer que eles estão com toda a razão ao agirem desta forma, somente pretendo salientar que a ideologia de Lula sofreu mudanças, pois o mundo a sua volta mudou.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Pedro C. M. C. Valente – 8º semestre de Engenharia Civil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-1527188194409251835?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/1527188194409251835/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=1527188194409251835' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1527188194409251835'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1527188194409251835'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-ao-artigo-de-aline-tissot-na.html' title='Crítica ao artigo de Aline T &quot;Na prática, a teoria é outra&quot;'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-5036801911423644198</id><published>2008-02-18T20:29:00.016-03:00</published><updated>2008-07-25T11:50:28.715-03:00</updated><title type='text'>Crítica: “Alienação e manipulação” de Jorge Máximo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Jorge Máximo, em seu artigo&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/alienao-e-manipulao.html"&gt;&lt;em&gt;Alienação e manipulação&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, faz bem em lembrar o passado da República Tcheca, quando as famílias não compravam além do necessário. Após os tempos cinzas de longas filas para adquirir meio quilo de comida, mercados e supermercados passaram a simbolizar prosperidade e liberdade, o que explica em parte o comportamento atual dos tchecos com relação ao consumo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de estar atento à crítica de cunho econômico do documentário, o autor não se aprofunda suficientemente no exame do uso da manipulação com realce na política. É certo que o documentário demonstra como a rápida transição do comunismo para uma economia de mercado livre criou uma cultura de vício em publicidade e consumo na República Tcheca, a ponto de se poder criar mercado para qualquer coisa. Mas essa demonstração da facilidade com que a publicidade bem financiada pode manipular crenças serviu principalmente para introduzir ceticismo no discurso político tcheco. O trote, coincidindo com a campanha do governo para a votação positiva da entrada da República Tcheca na União Européia, forçou as pessoas a traçarem um paralelo entre as situações, compreendendo as duas como igualmente fraudulentas. E fez notar que grandes campanhas, sobretudo políticas, são vazias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Aline T&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-5036801911423644198?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/5036801911423644198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=5036801911423644198' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5036801911423644198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5036801911423644198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-alienao-e-manipulao-de-jorge.html' title='Crítica: “Alienação e manipulação” de Jorge Máximo'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8042264770822348679</id><published>2008-02-18T20:29:00.015-03:00</published><updated>2008-02-21T15:12:47.095-03:00</updated><title type='text'>Crítica ao artigo “Sicko – O quanto vale a vida de um Ser Humano?” de Nara Mendes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Assistir ao documentário Sicko, dirigido pelo polêmico cineasta norte-americano Michael Moore é realmente um exercício de compreensão sobre as diversas formas em que se estrutura o governo na garantia de direitos aos seus cidadãos. Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, França, e Cuba foram os países no qual Moore analisou o funcionamento do Sistema de Saúde.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Inglaterra e França, arrasadas pela Segunda Guerra Mundial, reconstruíram suas economias baseando-se numa grande intervenção do estado na gestão da máquina pública. Dessa forma, foram garantidos diversos direitos aos cidadãos, entre eles a universalização dos serviços de saúde prestados à população. A Revolução Cubana levou ao seu povo um modelo de alta qualidade na saúde pública; o Canadá, por sua vez investiu na década de 70 maciçamente nos serviços de saúde. Por esse motivo esses países estão entre os cinqüenta com os melhores índices de expectativa de vida da população.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O artigo de Nara Mendes, &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/sicko-o-quanto-vale-vida-de-um-ser.html"&gt;&lt;em&gt;Sicko – O quanto vale a vida de um Ser Humano?&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; revela a indignação que a autora tem sobre como se processa o Sistema de Saúde nos Estados Unidos. Nesse país o governo institucionalizou as seguradoras de planos de saúde ao ponto que a população norte-americana tem acesso a hospitais apenas por meio delas. Ou seja, a saúde nos EUA não é garantia do governa a toda a população, o Sistema de Saúde não é visto como um direito de todos, não é universal. Por causa disso uma máfia foi implantada na gestão dessas companhias para ampliar incessantemente seus lucros em detrimento da qualidade dos serviços prestados aos seus contratados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A autora do artigo frisou bem os pré-requisitos que as seguradoras de saúde americanas exigem dos seus segurados: “são listadas a faixa etária, peso, sexo e como já não bastasse tudo isso, o indivíduo ainda não pode possuir nenhum tipo de doença, o que soa irônico por se tratar de um plano de saúde”. Nos Estados Unidos um em cada quatro americanos está obeso, e a tendência é que 73% dos adultos nos Estados Unidos eestejam ou com sobrepeso ou sofrendo de obesidade em 2008. Esse distúrbio é um reflexo da ausência de políticas públicas que intervenham no comportamento da população, o governo está fora da esfera da saúde e não se preocupa com o que seu povo consome, pela razão de não arcar com os custos desse sistema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nara ainda questiona se no Brasil, onde há semelhanças com os EUA na gestão de saúde, as deficiências do Sistema não convêm ao governo? Esse comportamento do estado seria uma forma de manipular a população, pois indivíduos desmoralizados, sem capacidade para refletir a própria situação e ainda enfermos não seriam capazes de reagir a toda agenda pautada pelo governo e pela mídia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Jorge Máximo – Letras-Português 2º semestre&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8042264770822348679?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8042264770822348679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8042264770822348679' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8042264770822348679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8042264770822348679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-ao-artigo-sicko-o-quanto-vale.html' title='Crítica ao artigo “Sicko – O quanto vale a vida de um Ser Humano?” de Nara Mendes'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8385348998092533711</id><published>2008-02-18T20:29:00.014-03:00</published><updated>2008-02-21T15:07:01.650-03:00</updated><title type='text'>Crítica ao artigo da Francine M. Asobo (baseado no filme Sonho Tcheco) - Sangue, Comida e Diversão no Coliseu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Atualmente, é inegável uma relação de cumplicidade entre a Mídia e os “Atores Políticos” (nossos representantes, os que se apresentam no palco). Além de ser quase impossível se pensar em uma boa campanha política, e não associá-la a um pesado investimento no campo midiático. Mas também, é de grande relevância destacar que, muitas vezes, para que determinados candidatos possam se eleger é necessário muito mais que propagandas na TV, panfletos e carros de som. E isso ainda é mais visível nos casos de reeleição. Existem outros caminhos - também bastante eficientes – para se alcançar um grande número de votos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na Roma Antiga, o crescimento urbano trouxe consigo inúmeros problemas de âmbito social. O trabalho escravo substituiu a mão-de-obra assalariada dos camponeses, gerando assim, grande quantidade de desempregados na Zona Rural. Por sua vez, essa massa de desempregados migrou para as cidades romanas em busca de emprego e melhores condições de vida. Temente de que os desempregados instaurassem uma revolução, o imperador criou a chamada “Política do Pão e Circo”, que consistia em proporcionar entretenimento e alimentação aos romanos. Diariamente ocorriam lutas entre gladiadores em estádios – o mais conhecido é o Coliseu – e arenas. E lá mesmo, eram distribuídos os alimentos. Assim, a população desfavorecida esquecia os problemas da vida, e tinha menos chances de organizar uma revolta. Uma espécie de injeção de Morfina nos pobres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, percebemos tal estratégia política através dos chamados “Showmícios”: candidatos promovem grandes espetáculos – muitas vezes faraônicos -, contratam artistas famosos, abastecem veículos para a execução de carreatas, distribuem lanches. Muitas vezes, muito barulho para absolutamente nada, ou quase nada: a inauguração de um estacionamento público, de uma praça, de uma pista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Também não podemos nos esquecer de falar daqueles políticos que conseguem votos, que conseguem se eleger, através da coerção e de outras relações de poder como a compra e troca de votos, as ameaças – um bom exemplo são as demissões -, favores. A política do “Voto de Cabresto”, também conhecido como “Coronelismo”, foi e ainda é bastante usada no Brasil – em especial, em pequenas e afastadas áreas do país.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com isso, quero dizer que existem inúmeras – e tão eficientes quanto – maneiras de um candidato se eleger, além do uso desmedido dos meios de comunicação. E os “políticos” que fazem uso de tais recursos, não deveriam ser assim chamados, pois não passam de carrascos, tiranos, que se aproveitam da sua posição política e econômica para oprimir, subjugar, e controlar os menos favorecidos. Não passam de um bando de algozes políticos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Mikael Neres Pereira, estudante do 3º semestre do curso de História.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8385348998092533711?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8385348998092533711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8385348998092533711' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8385348998092533711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8385348998092533711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-ao-artigo-da-francine-m-asobo.html' title='Crítica ao artigo da Francine M. Asobo (baseado no filme Sonho Tcheco) - Sangue, Comida e Diversão no Coliseu'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8823711530606507480</id><published>2008-02-18T20:29:00.013-03:00</published><updated>2008-02-21T15:00:56.272-03:00</updated><title type='text'>Crítica ao artigo “Alienação e Manipulação” de Jorge Máximo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/alienao-e-manipulao.html"&gt;artigo&lt;/a&gt; escrito pelo colega Jorge Máximo, num primeiro momento, expõe de forma clara e sucinta os principais pontos colocados pelo filme. A trajetória histórica pela qual passa o povo tcheco é bastante adequada e breve. Trata-se de uma síntese, obviamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A relação entre as novas formas de vida e o amadurecimento do capitalismo em um país consideravelmente novo – aqui se tem por novo a formação deste Estado chamado “República Tcheca” – suscita algumas questões muito importantes. Talvez a única falha do artigo comentado tenha sido este. O de não colocar em questão os problemas advindos dessa rápida transformação por que passou o povo tcheco. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vivendo ainda a ressaca de um socialismo mal formado, os tchecos se deslumbram com as possibilidades do livre comércio. O capitalismo se lhes aparece como a solução para todos os problemas. Entretanto, não estão acostumados às outras possibilidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ingressando em 2004 na União Européia na qualidade efetiva de país membro, a República Tcheca se depara com uma estrutura já formada de uma organização comunitária aberta à economia de mercado e aos ideais de uma social-democracia – que por mais que se negue, é talvez o paradigma social que vige na Europa ocidental hoje em dia. Contudo não percebem que esta participação lhes é restrita, porquanto sua participação se resume às decisões em uma organização já pronta. As condições já estavam prontas e o capitalismo ali inserido já estava pré-ordenado. Os tchecos ainda não viram suas conseqüências.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de tudo, o artigo fora muito bem elaborado e também muito bem escrito. Impressiona ver a qualidade com o colega foi capaz de sintetizar as principais idéias do filme e ainda dar-lhes o tom de sua opinião. Fica apenas o elogio ao filme e ao artigo elaborado. E a questão sobre o embate entre as forças sociais embebedadas pelo socialismo e banhadas de um novo capitalismo permanece.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Autor: André Nunes Chaib. 7º semestre da Filosofia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8823711530606507480?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8823711530606507480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8823711530606507480' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8823711530606507480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8823711530606507480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-ao-artigo-alienao-e-manipulao-de.html' title='Crítica ao artigo “Alienação e Manipulação” de Jorge Máximo'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-5623023990825258172</id><published>2008-02-18T20:29:00.011-03:00</published><updated>2008-02-21T14:53:42.280-03:00</updated><title type='text'>Critica sobre o artigo Problemas de gênero: Feminismo e Subversão de Identidade de autoria de Larissa Melo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Aneuploidia do cromossomo sexual – Síndrome de Klinefelter 44XXY&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Imagine que um óvulo humano com dois cromossomos X (deveria ser só um pois nesse caso ocorreu um erro na meiose) seja fecundado por um espermatozóide normal contem um cromossomo Y, resultará em um menino 44XXY (trissomia e será 2 N=47 cromossomos o normal é 2 N = 46). Esse indivíduo terá sintomas que caracterizam a síndrome de Klinefelter : irá semelhar-se a um homem normal, porém terá testículos pequenos e produzirá poucos ou nenhum espermatozóide. São pessoas normalmente altas e possuem seios poucos desenvolvidos  aproximadamente, metade dos portadores desta anomalia apresenta um certo grau de retardamento mental. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A síndrome de Klinefelter não é conhecida mundialmente como hermafroditismo verdadeiro, pois no caso esta síndrome nasce um indivíduo homem infértil, no hermafroditismo verdadeiro consiste em um erro no desenvolvimento dos gametas em vida ultra-uterina, no-lo escrito em meu artigo XXY. Quando falam-se de natural se diz respeito de acordo com o Aurélio normal é o que esta “na norma ”, em biologia normal vem a ser a relação entre dois indivíduos de sexo oposto frutífera, que possa deixar descendentes férteis. Foulcout trata a cultura como um efeito de uma lei repressiva; a cultura só é repressiva quando um indivíduo faz um desvio social e o não comprimento do seu papel  dentro de uma sociedade funcional, é o próprio homem que necessita deste mecanismo para continuar sendo a espécie dominante no mundo. Quando esperamos que as luzes dos postes estejam acesas, o corpo docente lecionando, ônibus passando em hora e local determinado, estamos reproduzindo e legitimando os nossos papeis sociais, e nossa sociedade para continuar a existir necessita destas estruturas funcionais. Foi a “forma que a sociedade achou de se defender e se proteger com toda força comum as pessoas e os bens de cada sócio, e pela, qual unindo-se cada um a todos não obedecendo toda a via, sobre a si mesmo e fiquem tão livres quanto antes” (Rousseau;1762:31), Pois “a partir do momento em que esta multidão assim está reunida num corpo não se pode ofender um dos membros sem danar o corpo e ainda menos ofender o corpo sem que os membros o ressintam” (Rousseau;1762:33). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autoria: Cleodoberto Shakespeare&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-5623023990825258172?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/5623023990825258172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=5623023990825258172' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5623023990825258172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5623023990825258172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/critica-sobre-o-artigo-problemas-de.html' title='Critica sobre o artigo Problemas de gênero: Feminismo e Subversão de Identidade de autoria de Larissa Melo'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8886147431260997871</id><published>2008-02-18T20:29:00.010-03:00</published><updated>2008-02-21T14:49:49.022-03:00</updated><title type='text'>Comentário sobre o artigo de Natália Resende de Andrade: A Sociedade do automóvel e suas repercussões</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A autora do &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/sociedade-do-automvel-e-suas.html"&gt;artigo&lt;/a&gt; a meu ver pautou apenas em descrever o documentário,enumerando assim as questões que foram colocadas pelo mesmo.Sem no entanto,apresentar argumentações que por sua vez pudessem problematizar os assuntos suscitados tanto pelo documentário,quanto pelas as aulas no decorrer do semestre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos pontos pouco explanados e que gostaria de fazer um breve comentário é o fato de que o carro que foi feito com um intuito inicial de diminuir distâncias,acabou por sua vez não apenas ampliando-as fisicamente ao passo que muitas vezes observa-se nos grandes urbanos  centros que se chega mais rápido aos lugares de bicicleta e muitas vezes até à pé do que de carro.Mas principalmente  na  questão da ampliação das distâncias econômicas,excluindo pessoas de determinados lugares sem por uma placa dizendo: não entre,pois o fato de não ter carro já dificulta chegar a determinados lugares.O poder atribuído ao objeto carro que muitas vezes parece ter vida própria e não é visto apenas como um meio de transporte,mas como parte do ser que o possui.Conferindo assim para seu dono um certo ar de superioridade sobre os demais,o que nos leva à velha premissa da construção individualista que o capitalismo por sua vez confere aos indivíduos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Valdene Costa Rocha&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8886147431260997871?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8886147431260997871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8886147431260997871' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8886147431260997871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8886147431260997871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/comentrio-sobre-o-artigo-de-natlia.html' title='Comentário sobre o artigo de Natália Resende de Andrade: A Sociedade do automóvel e suas repercussões'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4158159855370102795</id><published>2008-02-18T20:29:00.009-03:00</published><updated>2008-02-21T14:45:33.146-03:00</updated><title type='text'>Control Room – A mídia e suas ações.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O comentário presente tem como base o artigo&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/hegemonia-cultural-aplicada-mdia.html"&gt;&lt;em&gt;Hegemonia cultural aplicada à mídia&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; da estudante de história Karolline Pacheco Santos, sendo focados certos pontos principais expostos e adicionados alguns complementos. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como posto no artigo, a mídia é um ator ativo e de importância fundamental no campo político atual, apresentando tendências de acordo com o que é mais relevante. Essa ênfase é justamente dada pelo grupo dominante que também comporta boa parcela de influência nas decisões do que vai e como será noticiado. E isso não pode ser considerado uma repressão por parte daqueles que detém tal poder, mas sim um jogo de interesses mútuos que se completam a fim de que objetivos específicos sejam atingidos.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não cabe à mídia americana, por exemplo, explorar imagens de seus soldados mortos, como mostrado no filme pela Al-Jazeera, pelo fato de que seus telespectadores e leitores não desejarem tal notícia, tendo uma repercussão negativa na sua área de atuação. A rede árabe, no entanto, não apresenta tal preocupação já que, como dizem seus repórteres no filme, estão invadindo o país deles e tais imagens, sejam sensacionalistas ou não, demonstram uma realidade que cabe à Al-Jazeera realçar.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;O citado cientista político italiano Gramsci explica, através de seu conceito de hegemonia cultural, o porquê da não ocorrência da revolução do proletariado na Europa Ocidental, considerada inevitável pelo marxismo ortodoxo de Lênin, no século XX. Desta forma, pode-se estender a observação acima ao campo midiático, tendo em vista que tal conceito expressa a coerção ideológica como participante essencial no processo de dominação, como verificou-se também naquela época.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;No mesmo contexto, o sociólogo francês Pierre Bourdieu expõe seu ponto de vista com a conceituação de campo. Este, por sua vez, é a representação de um espaço considerado simbólico, no qual há lutas dos atores que legitimam suas ações, dominações, enfim. A mídia encontra-se nesta visão, sendo um instrumento importantíssimo de dominação e legitimação daqueles presentes neste campo. &lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para a autora também, a mídia representa uma forma de que a hegemonia cultural se faça presente na sociedade civil, difundindo valores que determinam interesses. Isto tudo ainda no conceito gramsciano. Todavia, independente em qual filósofo ou sociólogo se está embasado, a mídia não está no pilar da neutralidade tão evocado por aqueles que estão nos bastidores e, ao mesmo tempo, são atores do mundo moderno.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Renato Ávila de Azevedo – Engenharia Civil.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4158159855370102795?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4158159855370102795/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4158159855370102795' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4158159855370102795'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4158159855370102795'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/control-room-mdia-e-suas-aes.html' title='Control Room – A mídia e suas ações.'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-2998989375975325077</id><published>2008-02-18T20:29:00.008-03:00</published><updated>2008-02-21T13:25:49.984-03:00</updated><title type='text'>ica ao artigo Há imparcialidade no meio midiático? De Mayko Vinícius.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R72lu90yKaI/AAAAAAAAAMo/TlUuxMJ7NnA/s1600-h/estatua-da-guerra[1].JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5169470173579717026" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 228px; CURSOR: hand; HEIGHT: 194px" height="230" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R72lu90yKaI/AAAAAAAAAMo/TlUuxMJ7NnA/s320/estatua-da-guerra%5B1%5D.JPG" width="234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O artigo &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/h-imparcialidade-no-meio-miditico.html"&gt;&lt;em&gt;Há imparcialidade no meio midiático?&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; é baseado no filme Control Room, que retrata as diferentes abordagens dadas pela mídia na cobertura da guerra no Iraque. O artigo trata bem este aspecto, quando traz a idéia de Luis Felipe Miguel em seu texto, Os meios de comunicação e a prática política, sobre o poder que a mídia tem relatando para a sociedade o que ela quer e de acordo com os interesses específicos de cada emissora, ou seja, do grupo que a comande. Assim ele responde a pergunta que intitula o artigo, mostrando a tendenciosidade da mídia nas abordagens dos fatos. No filme isso ficou bem claro no que se refere às coberturas da guerra feitas por emissoras americanas e árabes, cada uma interpreta os fatos buscando favorecer seu lado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Só não concordo quando o Mayko fala das razões que levaram a guerra, acho que os motivos vão muito além de “deter Saddam Hussein” e outros “tratados como anarquistas”. Interresses políticos e econômicos nortearam a invasão e não a fachada colocada (a luta contra o terrorismo e às armas de destruição em massa).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acho que a quando nós procuramos criticar a influência da mídia, muitas vezes já estamos influenciados por ela.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Rodrigo César Cavalcanti do Nascimento&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-2998989375975325077?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/2998989375975325077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=2998989375975325077' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2998989375975325077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2998989375975325077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/ica-ao-artigo-h-imparcialidade-no-meio.html' title='ica ao artigo Há imparcialidade no meio midiático? De Mayko Vinícius.'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R72lu90yKaI/AAAAAAAAAMo/TlUuxMJ7NnA/s72-c/estatua-da-guerra%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-5597322447360259154</id><published>2008-02-18T20:29:00.006-03:00</published><updated>2008-02-21T13:20:18.022-03:00</updated><title type='text'>Comentário sobre o filme XXY de Lúcia Puenzo, apresentado por Karolline Pacheco Santos.</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;O problema da sexualidade é algo muito antigo e tema de diversas discussões entre estudiosos como Judith Butler, witting, Simone de Beauvoir, Irigaray, faculdades de medicina, universidades, entre outros que publicaram diversos artigos sobre esse assunto e contribuíram para o entendimento da problemática sexo/gênero que para alguns grupos gera discriminação contra a escolha da opção sexual e o problema dos chamados hermafroditas que, pelo fato de apresentarem os dois órgãos genitais, principalmente devido a um processo teratológico, ou seja, uma má formação embrionária são obrigados a escolher um dos sexos, muitas  vezes, prematuramente, por orientação dos pais, onde um dos sexos é extirpado sem que se leve em consideração a decisão da pessoa afetada por essa anomalia. A questão a ser levantada é o fato de essas pessoas chamadas vulgarmente de hermafroditas sofrerem discriminação na escola, no trabalho e em todas as áreas de convivência com outras pessoas tidas como normais. Essa discriminação leva em conta um problema muito mais abrangente e profundo em que só existe a possibilidade de um indivíduo estar classificado no sexo feminino ou masculino sendo que o caráter determinante para a classificação sexual é a existência de determinado órgão reprodutor sendo que o homem apresenta a existência de um pênis e a mulher de uma vagina não existindo espaço para um ser com os dois membros simultaneamente. Segundo Judith butler em seu livro a problemática do gênero ela questiona o que seria sexo e se os fatores determinantes seriam naturais, anatômicos, cromossômicos ou hormonais. Independentemente da causa do problema e fato que o filme demonstra que as pessoas que sofrem com a intersexualidade escondem esse problema, se é assim que se pode chamar, para evitar os constrangimentos em detrimento dessa multiplicidade de órgãos. Na segunda  metade do século XX conhecida na medicina como “era da cirurgia”, na qual o sexo do individuo com ambigüidade genital  submetia-se  a cirurgia de genitoplastia que permitia a eliminação das características indesejáveis e a acentuação daquelas que fossem condizente  com o sexo de criação permitindo a escolha do sexo pelo próprio indivíduo hermafrodita. O que é posto no filme de forma clara e objetiva onde Alex é de certa forma coagida a escolher entre um de seus sexos passando assim por uma situação embaraçosa e de difícil solução principalmente pelo fato de não transmitir no filme o desejo pela definição pelo sexo masculino ou feminino. De fato a personagem Alex mesmo tendo uma certa consciência de seu problema não deveria realizar sua escolha sexual sem antes realizar exames endocrinológicos  e ser analisada por profissionais da genética clínica, psicólogos, cirurgiões, especialistas em citogenética, geneticistas, anatomista patológico e médicos para poder saber a viabilidade da escolha sexual e servir como parâmetro para a tomada de decisão pela personagem. O  fato que foi mostrado no filme, foi a  visita do pai de Alex a um frentista que sofria do mesmo problema de hermafroditismo da filha e que havia realizado a cirurgia de genitoplastia optando pelo sexo masculino e o fato de sua mãe ter convidado um cirurgião para analisar a situação da filha para uma provável cirurgia definidora de sexo, o que não seria suficiente para realizar tal procedimento em vista da complexidade do problema. o texto retratando o  filme exposto por karolline Pacheco em sala de aula evidencia os principais dilemas enfrentados pela personagem Alex no filme XXY. A autora apresenta grande discernimento em relação ao texto e aborda de forma simples e objetiva o filme demonstrando grande sensibilidade em relação a tema tão complexo principalmente quando fala sobre a marginalização da pluralidade sexual atinente ao ser humano e quando aborda a necessidade de o ser humano ser classificado como macho ou fêmea.&lt;br /&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span style="FONT-SIZE: 14pt; LINE-HEIGHT: 115%; FONT-FAMILY: 'Times New Roman','serif'"&gt;&lt;o:p&gt;Autor: Alexandre Zandona&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-5597322447360259154?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/5597322447360259154/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=5597322447360259154' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5597322447360259154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5597322447360259154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/comentrio-sobre-o-filme-xxy-de-lcia.html' title='Comentário sobre o filme XXY de Lúcia Puenzo, apresentado por Karolline Pacheco Santos.'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6420794665356075231</id><published>2008-02-18T20:29:00.005-03:00</published><updated>2008-02-20T14:09:17.052-03:00</updated><title type='text'>Crítica ao artigo Control Room e sua abordagem da mídia, de Natália Rezende Andrade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O artigo &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/control-room-e-sua-abordagem-da-mdia.html"&gt;&lt;em&gt;Control Room e sua abordagem da mídia&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, da aluna Natália Rezende Andrade traz considerações muito interessantes a respeito do filme que mostra a manipulação da mídia sobre pessoas e fatos. Ao citar Bourdieu, Natália é certeira. Concordo plenamente com a idéia que ela traz sobre a legitimação das opiniões dominantes “forças que exprimem seus estilos de vida por si próprias e seus instrumentos para tais, dando origem a uma distinção social”(Rezende, 2008).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além disso como estudado em sala, há filtros impostos pelas redes midiáticas que determinam quem são e como devem se portar aqueles que terão espaço e tempo de exposição na TV ou no rádio. Exemplo do filme são os próprios militares americanos que aparecem nos noticiários das redes ocidentais (Rezende, 2008). Eles são sempre objetivos, experientes, seguros e enfáticos sobre a missão que estão desenvolvendo no Iraque o que dá, sem dúvida, a sensação de legitimidade ao povo americano sobre o motivo da permanência das tropas em um país tão sedento de ajuda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, a TV  Al Jazeera ao mostrar os soldados americanos, encontra jovens despreparados, perdidos, que não fazem idéia do porque estão lutando, apenas recebem ordens, para ocupar, matar de forma banal, ignorando a população civil e tratando a todos como terroristas. Na linha de frente, o combate entre população iraquiana e soldados americanos, é quase uma guerra de cegos. A diferença é que a linha de soldados americanos possui munição pesada, com a mira voltada a um povo quase indefeso a tamanha atrocidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro ponto interessante do artigo citado é quando a autora aborda a neutralidade da mídia. Concordo sim que a neutralidade não existe e acredito que seria mesmo este o melhor caminho se pudéssemos ter direito a uma mídia plural, não hegemônica e empresarial, como existe hoje. A mídia vai ser sempre imparcial, o simples fato de decidir o que falar em determinado espaço de tempo já é deixar de ser neutro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas por outro lado, a autora finaliza seu texto com uma afirmação que me deixou no mínimo confusa. Ao dizer que fica  o questionamento a cada um acerca do que pretende ver ou do que lhe é mais conveniente, acredito que não há, na grande e esmagadora maioria das vezes, este tipo de escolha. Exatamente por ser um meio poderoso, a mídia consegue minar este tipo de opção sobre o que se quer ver.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Ou será que seria/será possível ligar a TV e pensar “Quero um programa que me diga a verdade!”, o que pode chegar mais perto de uma respostas para isso, hoje, é algo do tipo “Qual verdade você quer?”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Daniela Moura 7º Semestre de Jornalismo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6420794665356075231?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6420794665356075231/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6420794665356075231' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6420794665356075231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6420794665356075231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-ao-artigo-control-room-e-sua.html' title='Crítica ao artigo Control Room e sua abordagem da mídia, de Natália Rezende Andrade'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-3697529651024059767</id><published>2008-02-18T20:29:00.002-03:00</published><updated>2008-02-19T20:28:08.845-03:00</updated><title type='text'>Alternativas à questão social do gênero</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O artigo intitulado &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/questo-social-do-gnero-o-caso-de-alex.html"&gt;Questão social do gênero – o caso de Alex&lt;/a&gt; escrito por Juliana Aretz traz reflexões bastante interessantes. O filme analisado foi o XXY, cuja temática perpassa questões de gênero. Alex, protagonista do filme, apresenta os dois órgãos sexuais e como Juliana colocou, sofre com a indefinição de seu gênero. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A construção dos gêneros masculino e feminino é um processo não apenas cultural, mas também social. Conforme Juliana trouxe, em Gênero e Sexualidade, Judith Butler aborda essa construção: homem – macho – masculino; mulher – fêmea – feminino; cada um possuindo atribuições definidas, sendo quase impossível alterá-las.  Não acredito nessa impossibilidade de alteração na construção do gênero tampouco na dificuldade de fuga deste padrão. Os papeis masculinos e femininos sofrem um processo longo e vagaroso de construção e representam uma reprodução dos comportamentos e preconceitos presentes na sociedade.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quem aceitaria, há 20 anos atrás que o homem freqüentasse centros de estética e de moda e se preocupasse demasiadamente com a aparência? Ser vaidoso era um papel exclusivamente feminino, mas que hoje é também exercido pelos homens. E sobre o tão sagrado esporte masculino – o futebol. Seria bem recebida uma mulher juíza ou bandeirinha? Hoje esses, e outros preconceitos já foram superados em grande parte. Lógico que o caminho que ainda falta percorrer é desproporcionalmente maior que o que já foi percorrido, mas serve para corroborar a crença na reconstrução dos gêneros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra reflexão trazida por Juliana foi a relação entre Alex e Álvaro (outro personagem de XXY). Estes dois personagens vivenciam um relacionamento aparentemente “normal” (heterossexual), mas diferenciado subjetivamente falando. Alex se relaciona sexualmente com Álvaro, com seu “lado” masculino e Álvaro por sua vez se sente bem com isso. O que é possível tirar desta relação é o medo de Álvaro de assumir sua homossexualidade e a construção do gênero de Alex ainda inacabada. Um tem não coragem de assumir que sente atração por homens e a outra busca experenciar situação que a ajudem a se conhecer e conseqüentemente estabelecer sua identidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O dilema de escolha vivenciado pela protagonista do filme se dá uma exatamente por ser um dilema de gênero, que é algo construído. O dilema reside nas dicotomias mantidas e estimuladas pela sociedade (bem-mal; esquerda-direita; homem-mulher). Existem papeis para cada gênero; tais papéis impõem direitos e deveres a cada categoria. Homens devem ser violentos, racionais, fortes e provedores; as mulheres deveriam ser mais emotivas, frágeis, e “do lar”. Essa visão dual (e extremamente limitada) talvez exista para facilitar o entendimento sobre o mundo; o que está claro, definido e é facilmente distinguido de outro permanece já o que é incerto, indefinido, é negado e condenado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Estado deve então investir em políticas que estudem e trabalhem as questões de gênero na sociedade. Deve se preocupar em erradicar o preconceito quanto aos papeis, a gêneros e ao sexo, pois são exatamente esses preconceitos que provocam as diversas situações contra mulheres e homossexuais.  Se mais atenção for dada esse tema (gênero) será possível enxergar e reordenar as prioridades. Num contexto onde se fala bastante sobre a inclusão do negro, não se percebe que a mulher é submetida a situações mais desvantajosas ainda. Que o Estado procure se informar dos dados e verá que a mulher tem sempre menos acesso a empregos e benefícios, seja ela negra ou não.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Autor: Raphael Andrade - 8º semestre - Psicologia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-3697529651024059767?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/3697529651024059767/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=3697529651024059767' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3697529651024059767'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3697529651024059767'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/alternativas-questo-social-do-gnero.html' title='Alternativas à questão social do gênero'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-1588977735141897976</id><published>2008-02-18T20:29:00.001-03:00</published><updated>2008-02-19T14:19:44.678-03:00</updated><title type='text'>Crítica ao artigo O Sonho Tcheco de Sebastião Gomes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sebastião, em seu artigo &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/o-sonho-tcheco.html"&gt;O Sonho Tcheco&lt;/a&gt;, colocou muito bem sobre a influência histórica da mídia no processo de não só formação, mas também manipulação das massas. Isso no campo da política, da guerra ou na esfera do consumismo. Porém, ele só comentou isso. E o filme apresenta algo mais além da influência permissiva, o poder de propaganda nas pessoas e o consumismo alienado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por se tratar de um país até pouco tempo comunista, fechado ao mundo, pouco se sabe sobre a população tcheca. E através das entrevistas com os cidadãos que se observa a sua realidade: um povo na maior parte, descontente e descrente de seus governantes, ansiosos por uma vida sem políticos. E na sua maioria, admitem ser de fácil manipulação, sendo levados por marés sem questionar muito os fatos, agindo por mera curiosidade e impulsos materialistas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após serem decepcionados com a grande “inauguração” de um grande banner, onde tinham depositado expectativas de realizar desejos, ao serem questionados sobre o que acharam do ocorrido, a grande maioria correlacionou a “brincadeira” de mal gosto aos seus representantes políticos.Isso é interessante, parece mais que os políticos dali são usados apenas como bodes expiatórios, sendo os responsáveis por qualquer desilusão da sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A idéia fez com a população refletisse no motivo de terem caído nessa ilusão e muitos perceberam que estavam sendo movidos apenas pelo anseio,  desejo de consumo e, talvez, alguns repensaram sobre essa forma de agir e o que ela implica.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro detalhe importante é que a estória ocorreu perto do referendo sobre a incorporação do país na União Européia. Com isto, os autores conseguiram suscitar nas pessoas questões sobre o real significado e interesse das campanhas existentes sobre essa decisão política e econômica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Kariel Alexander Coêlho de Araújo, 10° Semestre de Engenharia Agronômica&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-1588977735141897976?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/1588977735141897976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=1588977735141897976' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1588977735141897976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1588977735141897976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-ao-artigo-o-sonho-tcheco-de.html' title='Crítica ao artigo O Sonho Tcheco de Sebastião Gomes'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-2397792136344892161</id><published>2008-02-18T20:29:00.000-03:00</published><updated>2008-02-19T14:15:23.172-03:00</updated><title type='text'>Crítica sobre o artigo “O mito da neutralidade em Control room” por Autora: Andréa Moura Batista - 3° Semestre de Serviço Social</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O documentário “Control Room” nos mostra como é fazer parte da Al-Jazeera e que tipo de pessoas forma a equipe a partir dos tradutores aos jornalistas. É impressionante ver uma equipe inteira de pessoas que são inteligentes e estão comprometidos á idéia de debate e comunicação. É raro encontrar algo assim nos postos de jornalismo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No filme há momentos específicos que são profundos e tristes. A morte do jornalista da Al-Jazeera, por exemplo, e o ataque organizado pelos americanos que foi responsável pela morte de um de seus correspondentes e três outros jornalistas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O “Control Room” é um filme sobre a guerra no Iraque. É um filme que com certeza abriu um espaço grande para debates sobre a televisão e os objetivos do jornalismo não só nos EUA e Iraque, mas em outras partes do mundo também. É um filme desafiante, mas ao mesmo tempo satisfatório.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um artigo que li e achei muito interessante e bem escrito foi da autora Andréa Moura Batista que está no terceiro semestre de Serviço social. Gostei do fato dela ter mencionado o Pierre Bourdieu, sociólogo francês, no início de seu artigo e como ele fez as relações de poder dentro do campo mídiatico, político e social. A autora também mencionou em seu artigo, Luis Felipe Miguel e seu argumento de que “as pessoas aceitam o que lhes é imposto sem questionar-se acreditando que os outros também aceitem”. A frase acima é bem verdadeira e tem sido assim já há muito tempo. No artigo, Maquiavel também é mencionado em sua obra “O príncipe”. A autora finaliza seu artigo dizendo que “os seres humanos sempre vão buscar definir seus próprios interesses”. Isso não é de hoje. Nós seres humanos sempre buscamos aquilo que vai nos trazer vantagens. Nós lutamos para conseguir aquilo que nos interessa porque se nós não fizermos isso ninguém o fará. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de o artigo ser simples, a autora conseguiu apontar as idéias e pontos principais do documentário “Control Room”, e com poucas palavras conseguiu esclarecer também essa idéia de política e mídia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Autora: Francine M. Asobo – 1º Semestre de Relações Internacionais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-2397792136344892161?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/2397792136344892161/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=2397792136344892161' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2397792136344892161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2397792136344892161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-sobre-o-artigo-o-mito-da.html' title='Crítica sobre o artigo “O mito da neutralidade em Control room” por Autora: Andréa Moura Batista - 3° Semestre de Serviço Social'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8041100007202960507</id><published>2008-02-18T20:28:00.000-03:00</published><updated>2008-02-19T20:31:11.925-03:00</updated><title type='text'>Crítica do artigo “Uma tentativa válida” de Stefanie Cavalcante</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“Quem sabe se tivéssemos um Michael Moore brasileiro fazendo o Sicko nacional, o SUS finalmente funcionaria?” (&lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/uma-tentativa-vlida.html"&gt;CAVALCANTE&lt;/a&gt;). A partir dessa questão propus-me a algumas possíveis respostas e idéias acerca do tema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como muito bem citado pela autora, no início há o grito, um grito de espanto, ira e indignação, que antecipa toda forma de questionamento e discussão, assim exemplifica-se muito bem o próprio papel assumido por Michael Moore em seu documentário. O grito tem portanto um papel de ativador sobre as necessidades de um grupo ou toda sociedade. Resta contudo um balanço a ser realizado: até onde esse grito é capaz de ser ouvido? Uma vez que, como no próprio caso do Brasil, a violência simbólica encontra-se tão presente na vida social e as esferas de poder tem uma grande quantidade de artifícios que permitem naturalizar e legitimar conceitos em toda sociedade (leis).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando o SUS (Sistema Único de Saúde) foi criado em 1988, surgiu com o ideal de transformar a saúde num direito público e universal, a partir das idéias européias de sistema de saúde. E realmente não pode-se negar a validade da tentativa, entretanto no espaço científico as ações tendem a perder seu significado inicial, o discurso se descaracteriza (HOLLOWAY). Hoje ainda que dotado de uma base teórica considerável (pautado nos princípios da equidade, universalidade, racionalidade, descentralização, entre outros), o SUS encontra dificuldades absurdas em suas práticas diárias. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira e mais óbvia dificuldade chama-se capital. A manutenção de um sistema de saúde público exige a distribuição racional de verbas, sem desvios e fraudes, como se observa em muitos municípios. Além disso o foco adotado pelo sistema deve ser concebível com o perfil econômico do país, ou seja, há necessidade na definição entre a amplitude das esferas preventivas e das esferas curativas. Adotar medidas preventivas normalmente resultam na maximização do sucesso do tratamento e na qualidade de vida da população, além de permitir redução de gastos. Teoricamente o SUS cobre esse aspecto, todavia a prática da inserção dos centros de saúde na comunidade ainda é falha. Assim como fica evidenciado no documentário com o exemplo de Cuba, que possui uma medicina essencialmente preventiva.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há ainda de se mencionar a quantidade de usuários do serviço público que lotam as filas de hospitais por todo o país. Na maioria das vezes o atendimento inicial eficiente as pessoas nos seus locais de origem seria capaz ao menos amenizar a demanda nos grandes centros. Essa aliás, é mais uma das contradições teóricas do SUS, o principio da descentralização, o atendimento primário junto aos moradores, o papel a ser desempenhado pelos centros de saúde. No entanto, mais uma vez, a carência de material humano e insumo hospitalar torna a marcação das consultas como um duelo de quem chegou primeiro. A universalidade do sistema estranhamente passa pela distribuição de senhas, e não pelo atendimento pronto e imediato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro problema na prática do SUS é a incorporação das lógicas predominantemente capitalistas e objetivistas nas esferas acadêmicas, que minam o numero e a satisfação dos profissionais de saúde. Frente aos baixos salários e a falta de material (gaze, luvas, mascaras) é praticamente certa a migração dos profissionais para a esfera privada. Empiricamente observa-se que o sistema de saúde acaba sendo visto como apenas um meio transitório de recém-formados ingressarem no mercado e aprenderem um pouco mais, antes de se lançar em suas próprias clínicas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em resumo, diria que se um Sicko nacional fosse feito, seriamos capazes de observar uma imensa contraditoriedade entre o que se diz e o que se faz. No Brasil, somos “assegurados” por lei, e ninguém tem seu atendimento negado por falta de seguro, todavia a ineficiência às vezes é tão grande, que aos milhões de usuários as diferenças não são tão significativas assim.  &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bibliografia: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;HOLLOWAY, J. Mudar o mundo sem tomar o poder: o significado da revolução hoje. São Paulo: Viramundo, 2003.&lt;br /&gt;CAVALCANTE, S. Uma tentativa válida. Brasília: 2008&lt;br /&gt;&lt;&lt;a href="http://www.sespa.pa.gov.br/Sus/sus/sus_oquee.htm"&gt;http://www.sespa.pa.gov.br/Sus/sus/sus_oquee.htm&lt;/a&gt;&gt; última visualização em 19 de fevereiro de 2008.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Rafael da Fonseca, estudante do 8º semestre de Odontologia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8041100007202960507?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8041100007202960507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8041100007202960507' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8041100007202960507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8041100007202960507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-do-artigo-uma-tentativa-vlida-de.html' title='Crítica do artigo “Uma tentativa válida” de Stefanie Cavalcante'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-2343680953454277295</id><published>2008-02-18T20:06:00.001-03:00</published><updated>2008-02-18T20:08:06.385-03:00</updated><title type='text'>Crítica ao artigo “Mais um recorde de vendas” de Rodrigo Cavalcanti</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;É realmente preocupante que a produção e, mais regionalmente, a matrícula seja apresentada pela mídia como uma boa notícia. Em um país que formou em torno do automóvel, sua grandes cidades apresentam um enorme dilema: investir em melhores vias e maior escoamento da sua frota, mantendo assim, o tratamento sempre dado à propriedade privada; ou privilegiar o transporte público e os não poluentes, como a bicicleta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Concordo com Rodrigo quando expôs como fetiche a posse de um carro e o carrega de simbolismo como poder, liberdade e conforto. Quando cita a imposição da industrialização e da importância que a escola possui nesse processo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto ao uso dos biocombustíveis é sabido que essa alternativa aos combustíveis fósseis nasceu em meio a crise do petróleo nos anos '70. Há outras opções como uso do ar comprimido e das células elétricas. A que se falar também dos veículos feitos de material reciclado, biodegradável e por possuir um maior compromisso com a natureza ao poluir menos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É bem verdade , como fala nosso colega, que o sob o uso da bandeira de ecologicamente correto há uma grande jogada de marketing, na qual inúmeras empresas se apoiam para alavancar suas conquistas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao meu ver, faltou discutir quais medidas poderiam ser utilizadas para tentar solucionar um problema que atinge a todos sem distinção, embora haja quem não enxerge isto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Vagner Maciel&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-2343680953454277295?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/2343680953454277295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=2343680953454277295' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2343680953454277295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2343680953454277295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-ao-artigo-mais-um-recorde-de.html' title='Crítica ao artigo “Mais um recorde de vendas” de Rodrigo Cavalcanti'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-585996226636267314</id><published>2008-02-18T20:01:00.002-03:00</published><updated>2008-02-18T20:05:40.903-03:00</updated><title type='text'>Crítica: ao artigo Transporte Ativo - Apocalipse Motorizado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esta crítica é direcionada ao artigo &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/transporte-ativo-apocalipse-motorizado.html"&gt;&lt;em&gt;Transporte Ativo - Apocalipse Motorizado&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; escrito por Felipe Carvalho Silveira, esse foi apresentado como forma avaliativa da disciplina Introdução à Ciência Política – ICP ministrada por Gustavo Amora. Transporte Ativo é um artigo muito interessante, pois busca suas bases teóricas ainda na Revolução Industrial e gradativamente evolui ao ano de 2007. Esse aborda basicamente a temática “carro e seus problemas”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Creio que esse artigo merece duas classificações: uma positiva e, outra que não é necessariamente negativa. A positiva deve-se a forma como o tema foi abordado, usando como embasamento a cronologia, para isso autor lança pequenos trechos históricos visando uma melhor exploração e abordagem de seu tema. Já a “negativa”, é direcionada a classificação dada por ele ao automóvel, acreditando que esse, atualmente, possui “uma função distorcida daquela para qual foi criado”. Para uma melhor articulação, optei por definir os apontamentos, os quais discordo de Felipe, assim:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Em pouco tempo, o automóvel tornou-se um objeto de desejo, o sonho de consumo de todos”. Acredito que se o carro chegou a tal patamar não é apenas por ser um objeto de desejo ou que denotasse riqueza, mas por ter facilitado em milhares de vezes a vida do homem. Atualmente, é quase impossível se pensar em grandes centros-urbanos que não possuam uma grande frota automobilística. A principal conseqüência disso é que as montadoras melhorem seus produtos para que além de atender melhor os seus clientes, possam lhes possibilitar a escolha, de acordo com suas finanças, do melhor veículo. Fato que possibilita o desenvolvimento econômico. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Políticas públicas tiveram que ser adotadas, como, por exemplo, no lugar da praça, o shopping center; no lugar da calçada, a avenida; no lugar do parque, o estacionamento e, como conseqüência, em vez de vozes, motores e buzinas”. Esse é um ponto importante, pois, simultaneamente, concordo e discordo, o fato de terem surgido novas e grandiosas construções (shoppings) não foi apenas para adequação ao crescimento da quantidade de veículos, e sim para proporcionar a sociedade um melhor conforto, dentro de suas atuais necessidades. È quase impossível imaginar uma metrópole como São Paulo dotada de praças, porque, hoje, visa-se o bem-estar humano que, infelizmente, está se distanciando de elementos simples de comodidade e, cada vez mais, aproxima-se de uma realidade, em que o importante é a aquisição de bens e finanças. &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O inchaço nas grandes cidades foi avançando no passar das décadas. A conseqüência desse aumento na quantidade de carros nas ruas foi se agravando”. O aumento do número de carros denota diretamente dois fatos: primeiro, a população possui um maior poder aquisitivo; segundo, os transportes públicos oferecidos não atendem as necessidades diretas do cidadão. Pode-se perceber isso a partir das afirmações: as passagens possuem um alto custo, em Brasília, por exemplo, é possível gastar até R$ 10,00 para se deslocar de uma cidade satélite para o Plano Piloto (distância média de 30 km); os ônibus além de antigos, são de péssima qualidade e, muitas vezes, quebram durante seu percurso; há uma demora tanto ao esperá-los quanto nos trajetos (em média uma hora em algumas linhas).&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em acordo com o exposto, acredito que o carro não deve ser visto como “grande vilão”, ao contrário, ele facilita muito o cotidiano daqueles que o utilizam. No entanto, deve-se buscar maneiras de reduzir os malefícios que ele causa ao meio-ambiente. É ainda sobressalente que o “descontrole” na compra de automóveis é basicamente pela ausência de um transporte publico que faça jus à sociedade. Assim, é necessário que haja um replanejamento de toda a estrutura do transporte público brasileiro. Talvez, seja possível também o incentivo a transportes alternativos como a bicicleta ou carona solidária (pessoas que vão ao mesmo local possam alternar o uso de seus veículos). Por fim, afirmo que o ideal não é acabar com os carros, mas criar outros meios de transportes que possam ter um menor custo e seja menos danoso à natureza. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Autora: Taíze Carvalho&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-585996226636267314?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/585996226636267314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=585996226636267314' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/585996226636267314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/585996226636267314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-ao-artigo-transporte-ativo.html' title='Crítica: ao artigo Transporte Ativo - Apocalipse Motorizado'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8543645939601047284</id><published>2008-02-18T19:36:00.001-03:00</published><updated>2008-02-18T20:00:30.024-03:00</updated><title type='text'>Uma outra face do crime</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Para compreender o funcionamento de um sistema, muitas vezes o exercício observatório não é suficiente. Nesses casos, a inserção do analisador no universo estudado se faz atividade fundamental para bom entendimento dessa esfera. Sicko, documentário de Michael Moore, trata de algo que o diretor, como, além de pesquisador, cidadão americano, pode ponderar: o sistema de saúde estadunidense. Para fazer sua crítica, Michael utiliza o método comparativo, que induz o espectador a tomar um dos objetos expostos como correto. Nesse caso, as referências utilizadas para construir o segundo pólo são os sistemas de saúde canadense e de alguns países europeus. O artigo &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/sicko-o-quanto-vale-vida-de-um-ser.html"&gt;Sicko – O quanto vale a vida de um ser humano?&lt;/a&gt;, da aluna Nara Mendes, expõe abertamente a problemática do interesse político como plano de fundo da qualidade na oferta de serviços destinados à comunidade, tendo evidentemente os médicos em foco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A abordagem da aluna se mostra muito interessante, especialmente por trazer informações de autoridade como a mais famosa obra de Maquiavel e fatos presentes no atual palco político brasileiro para, assim como Moore, tecer sua linha comparativa. Todavia, diferentemente do cineasta, seu posicionamento é bem mais imparcial em relação à superioridade de algum deles. Ela não privilegia qualquer um dos mundos que retrata, pelo contrário, desenvolve sua idéia acerca do conteúdo da produção de Moore e a transpõe para a realidade brasileira, costurando problemas relevantes da comunidade daqui e da norte-americana. Ao concluir suas linhas, a aluna ainda traz a tona fato peculiar dos cidadãos verde e amarelos: a memória curta, que transforma qualquer escândalo ou problema grave em episódio passageiro. Do problema do atendimento médico, a memória sem tanta eficiência também se ocupa, caso contrário as mortes por falta de acompanhamento adequado que ainda são denunciadas não passariam pela população como fumaça. Brasileiros têm memória curta e estadunidenses, talvez, sonhem demais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não obstante, Nara não citou algo bastante importante explorado pelo documentário: a transformação do atendimento médico em um sistema comercial puro. O jogo político aí é um instrumento de aumento de lucros; tanto os representantes do povo quanto a parcela que detém indústrias e corporações ligadas aos serviços de saúde formam o eixo que coordena quem vai e por que vai receber algum atendimento médico. E, em verdade, não são apenas os gigantes que controlam a quantidade e qualidade desse tipo de material, a população tabém faz parte da esfera de controle seja compactuando ou tomando as rédeas. No sistema de saúde estadunidense, os planos comportam-se de maneira pouco ética e o governo se abstém desses cuidados porque a população permite. No Brasil, a febre amarela e a CPMF são pontos de interesse máximo porque o cidadão não se preocupa em analisar o quadro governamental e exigir reformas e melhorias, coisas obviamente de maior necessidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cada povo constói sua sociedade e atribui valores àquilo que considera pertinente. Se governantes e empreendedores alocam dinheiro em posição acima da vida, não é problema exclusivamente deles, uma vez que fazem parte de uma comunidade extensa que engloba diversas classes de pessoas e ideais. A escassez de valores morais é a grande responsável por horrores como os denunciados por Sicko e os tantos vistos diariamente nos noiciários e esquinas, e não será sanada enquanto a preocupação das pessoas não se voltar para uma reforma cultural.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: Ana Mendes&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8543645939601047284?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8543645939601047284/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8543645939601047284' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8543645939601047284'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8543645939601047284'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/uma-outra-face-do-crime.html' title='Uma outra face do crime'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-936930801766404602</id><published>2008-02-18T19:31:00.001-03:00</published><updated>2008-02-18T19:34:27.698-03:00</updated><title type='text'>Problemas de gênero : feminismo e subversão da identidade uma outra perspectiva</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7oH5N0yKYI/AAAAAAAAAMY/G8ttH09Ma04/s1600-h/Feminismo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168452201906055554" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="175" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7oH5N0yKYI/AAAAAAAAAMY/G8ttH09Ma04/s320/Feminismo.jpg" width="113" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao ler o artigo de Larissa Melo &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/problemas-de-gnero-feminismo-e-subverso.html"&gt;&lt;em&gt;Problemas de Gênero: feminismo e subversão da identidade&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, não pude deixar de dar o meu ponto de vista sobre o feminismo.Longe dos estereótipos das mídias e das queimas de sutiãs em praças públicas,longe dos pro aborto e de outros “direitos femininos”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O feminismo foi caracterizado por imenso machismo por parte das mulheres,em que para serem aceitas no meio social tiveram que parecer e lutar como homens ,a mulher para ser bem sucedida ascendia em sua carreira não pela sua distinção dos homens mas por ser igual à eles.E ao adotar essa política machista,a mulher acabou adotando as praticas dos homens e com isso denotava que achava o homem melhor e por isso deveria parecer-se com ele.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas a mulher não precisa adotar uma postura machista,não precisa parecer-se com um homem para ter seu espaço na sociedade.A mulher tem suas particularidades,assim como os homens e isso não é determinado pelo hormônio que é injetado no corpo,como no caso de Alex,mas própria unidade corpórea,e mental.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mulher por muito tempo era somente vista pela sua função biológica de gestação,mas depois dos movimentos feministas,percebe-se em nossa sociedade uma mudança de postura em relação à mulher em que ela com sua femilidade pode se inserir na sociedade sem precisar ser um homem de saia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autora: Dandara Baçã&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-936930801766404602?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/936930801766404602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=936930801766404602' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/936930801766404602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/936930801766404602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/problemas-de-gnero-feminismo-e-subverso_18.html' title='Problemas de gênero : feminismo e subversão da identidade uma outra perspectiva'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7oH5N0yKYI/AAAAAAAAAMY/G8ttH09Ma04/s72-c/Feminismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-7002156181202762829</id><published>2008-02-18T19:28:00.002-03:00</published><updated>2008-02-18T19:30:38.163-03:00</updated><title type='text'>Carro: Um luxo ou um lixo industrial? - Baseado no artigo do colega Renato Ávila</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Uns o consideram status, outros um meio necessário e eficiente no mundo atual, mas muitos esquecem dos transtornos causados em virtude desse objeto tão desejado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos problemas apontados em relação ao uso do carro é o de que ele interfere na relação de socialização entre as pessoas, tornando o individuo cada vez mais introspectivo na solidão de seu automóvel.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas com certeza essa evasão social, não é a maior preocupação em virtude do uso do carro. Hoje eles são a maior causa de poluição atmosférica e consequentemente contribuem para o aquecimento global, movimenta grande parte da indústria do petróleo, petróleo esse que alimenta tantas guerras e destrói vários povos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esses são alguns dentre os problemas enfrentados devido ao uso do carro, acidentes, dependência física e mental do individuo e mais uma vez acentua a diferença entre classes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com todos esses problemas, andar somente de bicicleta como sugere Ned Ludd em Apocalipse motorizado, não seria a solução. Pois ele já esta inserido de tal forma na vida das pessoas que sua abolição seria praticamente impossível. Temos que conviver com a invenção sem deixar que ela própria nos leve a destruição.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem ser piegas ou usar de demagogia, uma solução bastante efetiva seria uma política de informação e conscientização da população usuária do automóvel, mas também dos proprietários das indústrias automobilísticas que fomentam esse mercado e articulam esse espetáculo, nem sempre digno de aplausos.&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;Autora: Graciene Lilian Lima Silva Estudante do 3° Semestre de Biblioteconomia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-7002156181202762829?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/7002156181202762829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=7002156181202762829' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7002156181202762829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7002156181202762829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/carro-um-luxo-ou-um-lixo-industrial.html' title='Carro: Um luxo ou um lixo industrial? - Baseado no artigo do colega Renato Ávila'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4079017135207297294</id><published>2008-02-18T19:22:00.003-03:00</published><updated>2008-02-18T19:27:41.831-03:00</updated><title type='text'>Comentário ao artigo: sociedade do automóvel e suas repercussões escrito por Natália Resende de Andrade.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Com a leitura do &lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/sociedade-do-automvel-e-suas.html"&gt;artigo&lt;/a&gt; citado, observa-se que a autora escreve os pontos trabalhados no documentário, possuindo caráter descritivo, assim tentarei apresentar uma leitura utilizando a visão que o geógrafo deve possuir da realidade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O objeto de estudo desse ramo do saber é a análise do espaço, este é denominado conforme a seguinte citação: “o espaço se define como um conjunto de formas representativas de relações sociais do passado e do presente e por uma estrutura representada por relações sociais que estão acontecendo diante dos nossos olhos e que se manifestam através de processos e funções. O espaço é, então, um verdadeiro campo de forças cuja aceleração é desigual” (SANTOS,1986 p.122), ou seja, o espaço é vida, são os aspectos naturais modelados conforme a prática humana. Com isto se fará uma análise de uma pequena porção deste espaço, o conhecido espaço urbano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O documentário base do artigo está centrado em apenas demonstrar os problemas decorrentes do sistema rodoviário do espaço urbano, o que foi apresentado por Natália Andrade. Mas tomando todos os problemas sócio-econômicos pode-se usar a expressão “Cidade Caótica” (SANTOS, 2005 p. 105), espaço centrado em promover beneficios de forma distinta para diferentes níveis econômicos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Muitas vezes tais benefícios privilegiam apenas os detentores de veículos, promovendo assim o que Santos chama de “aceleração desigual”. Com isto observa-se que na sociedade capitalista atual a seletividade de locais ocorre da posse ou não do capital automotivo para se deslocar pelas vias já saturadas. Os aspectos simbólicos da posse do automóvel citados pela a autora do artigo &lt;em&gt;A sociedade do automóvel e suas repercussões&lt;/em&gt;, demonstra a importância da propaganda para legitimar tal posse. E que atualmente estas propagandas utilizam a preservação ambiental como uma jogada de marketing, tentando promover uma suavização da culpa que cada indivíduo tem por contribuir no “aquecimento global”, ou seja, se apresentam como empresas ambientalmente corretas e carros que causam pouco impacto ambiental. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A dimensão deste problema urbano, acúmulo de carros nas vias, ocorre devido à idéia de mundo da fluidez e da rapidez em que as distâncias devem ser vencidas ao menor tempo possível, assim cada um em sua gaiola motorizada. O que não pode deixar de ser citado que o acúmulo destas gaiolas ocorre devido às falhas existentes no transporte coletivo, tais falhas que muitas vezes são propositais para beneficiar os atores hegemônicos do transporte coletivo. Estes atores determinam o horário dos que estão vulneráveis a este sistema, sendo assim uma relação de poder, pois “o poder se manifesta por ocasião da relação” (Lacerda Junior, 2004, p.25).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em relação aos signos existentes na utilização dos automóveis comentado por Natália Andrade, pode-se acrescentar o seguinte trecho: “com o veículo individual, o homem se imagina mais plenamente realizado, assim respondendo às demandas de status e do narcisismo, característico da era pós-moderna. O automóvel é um elemento do guarda-roupa, uma quase-vestimenta. Usado na rua, parece prolongar o corpo do homem como uma prótese a mais, do mesmo modo que os outros utensílios, dentro de casa, estão ao alcance da mão” (SANTOS, 1996, p.54).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após toda a análise de uma das diversas problemáticas do espaço urbano, tem-se que essa é fruto de uma economia e de uma política que propõem cada vez mais a produção, neste caso em particular, a dos automóveis. E que devido aos signos existentes nesta mercadoria, sua venda cada vez mais atinge novos recordes. Estes são alguns aspectos dentre os vários que o geógrafo observa ao ler um artigo centrado nesta problemática.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Referencias bibliográficas:&lt;br /&gt;LACERDA JÚNIOR,B. Algumas reflexões sobre as relações de poder e o uso do território no município de Rio Verde-GO. In. Revista RV Economia: Análise e perspectivas socioeconômicas,nov. 2004, p.25.&lt;br /&gt;SANTOS, M. O espaço: sistema de objetos e sistema de ações. In a natureza do espaço, técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996, p.54.&lt;br /&gt;SANTOS,M. Por uma geografia nova. São Paulo: Hucitec, 1986, p.122.&lt;br /&gt;SANTOS, M. A urbanização brasileira. São Paulo: Edusp, 2005, p. 105.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Marcelo Andrade Dias, estudante de geografia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4079017135207297294?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4079017135207297294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4079017135207297294' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4079017135207297294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4079017135207297294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/comentrio-ao-artigo-sociedade-do.html' title='Comentário ao artigo: sociedade do automóvel e suas repercussões escrito por Natália Resende de Andrade.'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4805411826665203240</id><published>2008-02-18T19:19:00.002-03:00</published><updated>2008-02-18T19:21:59.282-03:00</updated><title type='text'>Crítica ao artigo XXY – Lucia Puezo  de autoria de Larissa Timo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Com o passar dos anos o que se tem observado é a ampliação do que seria o conceito de sexo e gênero, como se observa no sugestivo título da obra: &lt;em&gt;Os Cinco Sexos e porque Macho e Fêmea não são suficientes&lt;/em&gt;, da autora feminista Anne Fausto. O título é perfeito para tocarmos no ponto chave da questão, a identidade!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sexo, entendido biologicamente, há muito tempo já não é tido como sinônimo de gênero, logo nascer com o sexo feminino não indica que o individuo será uma mulher, mesmo que viva parte significativa de sua vida de forma feminina. Entretanto quem determinou o que é um modo de vida feminino? Onde está escrito que rosa é pra meninas e azul é para meninos? Simplesmente não está escrito em lugar algum e o que ocorre é uma reprodução de valores, de forma que os cidadãos que não se adequem estão sujeitos a sofrer algum tipo de enquadramento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há espaço e nem tolerância para se compreender que um individuo que nasce mulher pode se identificar com os hábitos masculinos e fazer uma cirurgia de mudança de sexo e derrepente, este cidadão não é nem homem nem mulher, mas um meio termo. Existe uma divisão valorativa e hierárquica da humanidade em dois grupos distintos: homens e mulheres! Não cabe qualquer outro substantivo entre esses dois.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Graças, principalmente, ao movimento feminista essas questões ganharam espaço para serem discutidas na academia e em outros espaços de extrema importância. Feminismo é um movimento pela eliminação da opressão sexista (Hooks, 1990 pág 4). Contudo nem o feminismo, um movimento que luta por igualdade, esteve livre das contradições na sua gênese. Para que as mulheres brancas e pertencentes à elite pudessem entrar no mercado de trabalho, foi necessário que uma parcela de mulheres pertencentes a uma classe social inferior – e que já se encontravam no mercado de trabalho, realizando tarefas domésticas - assumissem definitivamente o posto de dona de casa. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;FOCAULT, Michael- Herculine Barbin: O diário de um hermafrodita. Rio de Janeiro: F. Alves, 1982&lt;br /&gt;HOOKS, Bell. Yearning: Race, gender, and cultural politics. Boston: South End Press, 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Getúlio Henrique 3° semestre do Serviço Social&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4805411826665203240?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4805411826665203240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4805411826665203240' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4805411826665203240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4805411826665203240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-ao-artigo-xxy-lucia-puezo-de.html' title='Crítica ao artigo XXY – Lucia Puezo  de autoria de Larissa Timo'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6701555078344473132</id><published>2008-02-18T19:04:00.001-03:00</published><updated>2008-02-18T19:08:33.758-03:00</updated><title type='text'>Crítica sobre o Artigo “Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade” da Autora Larissa Melo, estudante do 7º Semestre  de Biblioteconomia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A análise do filme XXY, feita no artigo&lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/problemas-de-gnero-feminismo-e-subverso.html"&gt;“Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade&lt;/a&gt;" apresenta em seu título a existência de um padrão, socialmente determinado para os sexos masculino e feminino. Em sua introdução a autora apresenta uma relação das questões que rondam a cabeça de Alex com o trabalho de Judith Butler, que não trata o gênero como sinônimo de sexo, mas como nas ciências sociais, analisa às diferenças sociais, conhecidas nas ciências biológicas como papel de gênero. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Partindo da afirmação "A gente não nasce mulher, torna-se mulher", Butler aponta para o fato de que o conceito de gênero explicitamente deve excluir referências para as diferenças biológicas e focar nas diferenças culturais. É interessante ressaltar que Butler parece ter questionado o momento em que acontece essa construção do gênero. Foi devida a essa questão que várias das teorias feministas sobre gênero foram por ela discutidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No filme, a revelação da fragilidade e da eventualidade da ordem simbólica fundadora de nossa sexualidade gera, para a questão dos gêneros sexuais e da ambigüidade que há no intersexo, um forte contato com a realidade dos indivíduos que tem, como escolha, o sexo que querem ter. A figura do pai de Alex possui um papel especial, pois é ele que percebe que talvez a “filha”, seja no fundo um filho. É possível observar que este compartilha da idéia de Butler, reconhecendo os papéis de gênero como uma prática, ou seja, de caráter performativo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acredito que o senso de erotismo e sexualidade da sociedade é manipulado desde muito cedo, assim como outras áreas relacionadas à socialização dos seres humanos, minando as mudanças que podem ser alcançadas por meio de grupos que tem como identidade não a sua natureza, mas sim a sua interpretação. Com isso as estratégias políticas que podem ser capazes de derrubar as noções naturalizadas do gênero devem ser empregadas para garantir a participação do indivíduo no processo de tomada de decisão quanto a seu tratamento&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por fim, deve-se mencionar que a autora confundiu a definição de Intersexo com uma determinada síndrome a qual a característica mais importante e a presença de um cromossomo X adicional (47,XXY). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BUTLER, Judith. "Fundamentos contingentes: o feminismo e a questão do pós-modernismo". Cadernos Pagu, n. 11, p. 11-42, 1998. Tradução de Pedro Maia Soares para versão do artigo "Contingent Foundations: Feminism and the Question of Postmodernism", no Greater Philadelphia Philosophy Consortium, em setembro de 1990.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Felipe Carvalho Silveira, Estudante do 10° Semestre de Agronomia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6701555078344473132?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6701555078344473132/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6701555078344473132' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6701555078344473132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6701555078344473132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crtica-sobre-o-artigo-problemas-de.html' title='Crítica sobre o Artigo “Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade” da Autora Larissa Melo, estudante do 7º Semestre  de Biblioteconomia'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6112734484252914381</id><published>2008-02-18T19:01:00.003-03:00</published><updated>2008-02-18T19:04:38.237-03:00</updated><title type='text'>Arigos baseados no Documentário Sonho Tcheco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá Pessoal! Os três artigos a seguir são referentes ao documentário&lt;em&gt; Sonho Tcheco. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aproveitem a leitura! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abraço à todos!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Luíza Alencastro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6112734484252914381?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6112734484252914381/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6112734484252914381' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6112734484252914381'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6112734484252914381'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/arigos-baseados-no-documentrio-sonho.html' title='Arigos baseados no Documentário Sonho Tcheco'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-2813878005145642618</id><published>2008-02-18T19:00:00.002-03:00</published><updated>2008-02-19T14:11:22.986-03:00</updated><title type='text'>Invasão ao Iraque: dicotomia das informações - inspirado no documentário Sonho Tcheco -</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dentro da Ciências Políticas uma das grandes questões em estudo é a relação entre o campo da mídia e o campo político&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;. Em suma, o que os estudos realizados até agora permitem dizer é que os campos da política e da mídia, ao contrário do que muitos pensam, interferem um no outro, sem que isso afete a autonomia dos mesmos. Cada um desses agentes políticos tem força e influência no meio a qual participa. Mas, não se pode negar que a mídia tem um forte papel dentro da política contemporânea.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O campo midiático possui forte relação não só com o campo político, mas também com o campo econômico, pois ela incorpora certos objetivos deste último, como a ampliação de lucros e faturamento. Isso faz com que ela aja apenas de acordo com os seus interesses, com o que lhe trouxer mais benefícios tendo em vista seus objetivos. A concentração de poder que este quadro dá a mídia faz com que ela possa barganhar benefícios na negociação com agentes políticos e econômicos e, assim, usar a manipulação da agenda (dos assuntos colocados em pauta) e a forma de noticiar um acontecimento como meios de troca. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É a possibilidade desses acordos que dá sustentação para que tivesse ocorrido, por exemplo, a invasão ao Iraque em 2003, embora muitas nações tenham sido contrárias. A mídia, como difusora de idéias, visões de mundo e de projetos políticos, tem papel fundamental nas ações governamentais. A invasão contou com a divulgação das informações através da mídia sem suscitar manifestações sociais imediatas. Isto é, as grandes empresas de telecomunicações divulgavam os boletins sobre a guerra, mas amenizavam os fatos, como pudemos observar no documentário Sonho Tcheco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os relatos dos militares estado-unidenses ilustram bem a relação bastidores-palco na transmissão das informações: ao falar para os grandes canais televisivos eram prudentes e passavam uma imagem de certa tranqüilidade dada a situação de guerra, “era um mal necessário”, além de se colocarem como vítimas quando os iraquianos os atacavam. Mas, nos demais momentos (como os que foram filmados pelo documentário) reconheciam o lado cruel da guerra e as controvérsias existentes. Contudo, apenas “seguiam ordens”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Podemos associar o “espiral do cinismo” com a grande imprensa internacional e a reação das pessoas (quer dizer, da maioria estado-unidense) num primeiro momento. A grande imprensa internacional lia cinicamente a guerra e transmitia suas informações. A população se conformava com o que lhe era dito, dado que “guerra é assim mesmo. Mas os iraquianos precisam ganhar a liberdade. E esse é o preço que se paga”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contudo, pelo tempo que ficou em pauta e não tinha como tirar e pela pressão de organismos internacionais, a guerra foi se desgastando, o palco já não enganava a platéia e todo o mundo deixou sua passividade e passou a protestar, levando aos rumos conhecidos por nós. A imagem do governo dos Estados Unidos foi manchada, inclusive dentro da própria nação, ou seja, nem a maior potência mundial está a salvo da força que a mídia tem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O documentário tenta retratar a dicotomia das informações dadas pela mídia ocidental e a Al Jazira, rede televisiva de forte influência no Oriente Médio. A Al Jazira tentou retratou a guerra do seu ponto de vista, ou seja, sentindo-se como vítima e mostrando imagens e opiniões que fossem contrárias à guerra. Foram até os locais destruídos, até as pessoas afetadas, seja pela morte de parentes, destruição do patrimônio ou do próprio corpo, o que foi alvo de muitas críticas por parte das equipes televisivas, que diziam que não devia mostrar aquelas cenas para toda a população e que isso significava resistência aos invasores. Mas, o que a Al Jazira queria era mostrar o outro lado, mostrar como seu povo estava se sentindo, o que estava acontecendo sem a influência das grandes empresas midiáticas que também faziam essa cobertura; tentavam concertar a deturpação de algumas informações, como a queda da estátua de Sadam Hussein. Acreditávamos que realmente o povo iraquiano tinha ajudado a derrubar a imagem de seu tirano, quando, na verdade, tudo pareceu apenas uma cena bem montada para convencer a massa mundial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A repercussão da Al Jazira não era bem quista, tal prova que, apesar de ser contra as regras do jornalismo, um repórter dessa emissora foi atacado e morto enquanto fazia uma cobertura. A rede que mais tentou romper com o “silêncio”, que tentou representar seu povo, que seguiu o padrão de reportagem ocidental colocando-se como vítima, teve suas sansões. Mais uma vez percebemos que ninguém está a salvo do jogo mundial, seja no campo político ou no campo midiático.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Analisando brevemente e superficialmente a relação entre a invasão ao Iraque e a dicotomia da informação retratada pela mídia, inspirada pelo documentário Sonho Tcheco, confirmamos, como Luis Miguel Felipe disse que “as vozes que se fazem ouvir na mídia são representantes das vozes da sociedade, mas esta representação possui um viés. O resultado é que os meios de comunicação reproduzem mal a diversidade social, o que acarreta conseqüências significativas para o exercício da democracia”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; O conceito de campo foi usado segundo a definição de Bourdieu, como Luis Felipe Miguel explica em “Os meios de comunicação e a prática política”: “campo é um sistema de relações sociais que estabelece como legítimos certos objetivos, que assim se impõem “naturalmente” aos agentes que dele participam. Esses agentes, por sua vez, interiorizam o próprio campo, incorporando suas regras, também de maneira ‘natural’, em suas práticas (o que Bourdieu chama de habitus)”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Maíra Gussi de Oliveira – 2º semestre de Serviço Social&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-2813878005145642618?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/2813878005145642618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=2813878005145642618' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2813878005145642618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2813878005145642618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/invaso-ao-iraque-dicotomia-das.html' title='Invasão ao Iraque: dicotomia das informações - inspirado no documentário Sonho Tcheco -'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4439618230338020608</id><published>2008-02-18T19:00:00.001-03:00</published><updated>2008-02-18T20:30:13.070-03:00</updated><title type='text'>Artigo do filme “Sonho Tcheco”</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O filme documentário “Sonho Tcheco” foi dirigido por dois jovens diretores: Vít Klusák e Filip Remunda. O filme foi lançado em Fevereiro de 2004 e foi muito comentado por todos que assistiram. Os jovens diretores produziram o filme como projeto final da escola de cinema. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Remunda e Klusák inventaram o “Ceský sen”, um hipermercado e uma campanha de propaganda, falando desse novo hipermercado. Os diretores se passaram por homens de negócios e com a ajuda de algumas agências conseguiram criar uma campanha para eles. Foram criados também peças publicitárias, slogans e músicas para este hipermercado que não existe e não existirá. Nas ruas tchecas foram distribuídos 200,000 panfletos e em seguida os diretores esperaram para ver a reação das pessoas convidadas ao ver que não existe hipermercado nenhum. As propagandas conseguiram atrair mais de três mil pessoas para a grande abertura do hipermercado “Ceský sen” no dia 31 de Maio de 2003. O que parecia um enorme prédio de distância na realidade era algo muito menor que isso. Assim que todos chegaram á abertura os dois diretores cortaram uma fita e a multidão se dirigiu ao hipermercado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando os “clientes” perceberam que haviam sido enganados, reagiram de maneiras diferentes. Alguns captaram a mensagem dos produtores e outros se enfureceram e decidiram culpar o governo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme trata de assuntos muito interessantes que interessa a todos e são vistos no nosso dia a dia. O documentário além de tratar de consumismo exagerado, mostra como as companhias de propaganda funcionam, que métodos eles utilizam e os truques usados por elas. O filme nos leva a refletir sobre a voz da publicidade. Até que ponto essa voz é verdadeira? Até que ponto deve-se acreditar nessa voz? O filme também nos faz refletir no quanto estamos sendo enganados com propagandas. Não podemos enganar ou trapacear os consumidores, clientes e eleitores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse problema de propagandas enganosas é possível em várias situações. Na política, por exemplo. Muitas vezes na televisão vemos propagandas de políticos pedindo voto e fazendo várias promessas, como foi visto no filme documentário em sala de aula “A vocação do poder”. Algumas das promessas feitas por esses políticos podem ser enganadoras. E essas propagandas e promessas falsas feitas por esses políticos, são feitos para poder chegar ao seu objetivo que é ser eleito. Com a mídia tudo é possível. A mídia é um fator central da vida política. Se não houvesse mídia os políticos seriam pouco votados porque é nela que os políticos tornam-se conhecidos pela sociedade. Se não houvesse mídia os autores Vít Klusák e Filip Remunda no filme “Ceský sen” não teriam conseguido chamar a atenção de tantas pessoas para que seu projeto final fosse um sucesso. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em fim os autores mentiram sim sobre algo que nunca existiu. Mas quantas vezes já nos sentimos enganados por produtos que são reais? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Francine M. Asobo - 1º semestre de Relações Internacionais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4439618230338020608?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4439618230338020608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4439618230338020608' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4439618230338020608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4439618230338020608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/artigo-do-filme-sonho-tcheco.html' title='Artigo do filme “Sonho Tcheco”'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-7749264148169877365</id><published>2008-02-18T18:56:00.003-03:00</published><updated>2008-02-18T19:00:51.576-03:00</updated><title type='text'>O sonho que virou pesadelo - Reflexões a partir do filme Sonho Tcheco</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n_0N0yKXI/AAAAAAAAAMQ/M3FxqXtZ5hc/s1600-h/IMAGEM_Artigo2_Graciene_Lilian_Lima_Silva__Sonho_Tcheco.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168443319913687410" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="182" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n_0N0yKXI/AAAAAAAAAMQ/M3FxqXtZ5hc/s320/IMAGEM_Artigo2_Graciene_Lilian_Lima_Silva__Sonho_Tcheco.gif" width="232" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por tempos esse povo viveu uma trajetória conturbada marcada por crise, sofrendo os reflexos de conflitos ideológicos. Por que uma população que já passou por circunstâncias desumanas para adquirir produtos básicos, se ludibriaria ao se deparar com um verdadeiro antro do capitalismo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A manipulação sofrida por essas pessoas pode explicar boa parte dessas atitudes. A mídia tem um poder de influência muito forte sobre a sociedade, e essa relação se torna mais acentuada quando a sociedade se encontra vulnerável e sem perspectivas prosperas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os meios de comunicação em massa são os principais mentores dessa manipulação que a mídia exerce. Segundo Hibert I. Shiller&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; “As mensagens dos MCM (meios de comunicação de massa) são vendidas aos consumidores através da propaganda, em um processo no qual por sua vez tende a se deteriozar e se tornar cada vez menos informativo Em um processo onde prevalecem interesses econômicos imperativos e ideológicos”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O individuo se iludi com campanhas e falsas ideologias que o fazem acreditar que ele precisa de certos objetos, precisar ter um modo de vida padronizado, tornando - o mais uma vitima desse processo de alienação coletiva.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O consumismo desenfreado é uma das conseqüências dessa alienação, e o que parecia a concretização de um sonho, de poder ter, de poder ser, agora se torna um pesadelo, tornando essas pessoas escravas de seus desejos e vitimas de suas fraquezas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E mais uma vez as relações de poder e dominação se fazem presente, tais relações não necessariamente têm que se basear em imposições, o poder se manifesta também para organizar, construir relações e condições e não apenas destruí-las. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nas palavras de Foucault&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[2]&lt;/a&gt; "Dizendo poder, não quero significar 'o poder', como um conjunto de instituições e aparelhos garantidores da sujeição dos cidadãos em um estado determinado. Também não entendo poder como um modo de sujeição que, por oposição à violência, tenha a forma de regra. Enfim, não o entendo como um sistema geral de dominação exercida por um elemento ou grupo sobre o outro e cujos efeitos, por derivações sucessivas, atravessem o corpo social inteiro. A análise em termos de poder não deve postular, como dados iniciais, a soberania do Estado, a forma da lei ou a unidade global de uma dominação; estas são apenas e, antes de mais nada, suas formas terminais. Parece-me que se deve compreender o poder, primeiro, como a multiplicidade de correlações de forças imanentes ao domínio onde se exercem e constitutivas de sua organização; o jogo que, através de lutas e afrontamentos incessantes as transforma, reforça, inverte; os apoios que tais correlações de força encontram umas nas outras, formando cadeias ou sistemas ou ao contrário, as defasagens e contradições que as isolam entre si; enfim, as estratégias em que se originam e cujo esboço geral ou cristalização institucional toma corpo nos aparelhos estatais, na formulação da lei, nas hegemonias sociais."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Autor citado por Apud Sart em &lt;strong&gt;Meios de Comunicação: Realidade e Mito&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[2]&lt;/a&gt; FOUCAULT, Michel. &lt;strong&gt;História da Sexualidade I:&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;A Vontade de Saber&lt;/strong&gt;. Rio de Janeiro: Graal, 1993.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autora: Graciene Lilian Lima Silva, Estudante do 3º Semestre de Biblioteconomia.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-7749264148169877365?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/7749264148169877365/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=7749264148169877365' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7749264148169877365'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7749264148169877365'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/o-sonho-que-virou-pesadelo-reflexes.html' title='O sonho que virou pesadelo - Reflexões a partir do filme Sonho Tcheco'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n_0N0yKXI/AAAAAAAAAMQ/M3FxqXtZ5hc/s72-c/IMAGEM_Artigo2_Graciene_Lilian_Lima_Silva__Sonho_Tcheco.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-5541548526980990627</id><published>2008-02-18T18:50:00.004-03:00</published><updated>2008-02-18T18:56:02.355-03:00</updated><title type='text'>O Sonho Tcheco</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Este artigo é baseado no filme &lt;em&gt;O Sonho Tcheco&lt;/em&gt;. O documentário está centrado em um consumismo alienado e o poder de manipulação da mídia. Contudo, nossa análise é na transformação desses meios ao longo da história.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A manipulação das massas através da arte propagandística não é algo novo. O regime comunista na época da revolução já usava deste artifício como forma de propagar sua ideologia. Os meios de comunicação e especialmente os audiovisuais eram de suma importância. O “cinema soviético” funcionava como uma declaração de fé em um determinado sistema social, neste caso o comunismo bolchevique. Da mesma forma a Alemanha nazista usava sistematicamente da propaganda para ascender sua cultura nacionalista contra o barbarismo russo. &lt;strong&gt;A arte financiada pelo Estado&lt;/strong&gt;. Os governos estimulavam e financiavam os filmes que declamassem seus nacionalismos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mídia em nossa organização social tem o poder de influenciar vários seguimentos. Na esfera política não é diferente, com o advento da televisão o debate e a discussão política alcançam uma maior amplitude. Na perspectiva da política como um ramo da publicidade e o discurso político impregnado de uma voz que se dizia a “voz do povo” ou de outro modo à voz das massas. As eleições de 1990 foram marcadas por esses dois aspectos: uma campanha publicitária que projetou o jovem governador de Alagoas, Fernando Collor de caçador de marajás a defensor dos pobres. Aliado ao discurso de que os problemas iriam ser resolvidos com uma única tacada. Venceu o mostro da inflação com uma bala.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ilustrei o caso na nossa incipiente democracia que legitimou um político como seu representante sem se dá conta se ele era o melhor preparado. O cientista político Giovanni Sartori chama isso de redução da democracia, mas por outro lado infere-se que as massas não são racionalmente preparadas para as suas escolhas. O que quero enfatizar é que a massa que o elegeu, posteriormente disse que foi elas mesmas que tiraram. O que se sabe é que os meios de comunicação foram um fator decisivo para, pela primeira vez, na história ocorrer um impetcham.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como vimos mostrando no decorrer do artigo a classe dominante se utiliza dos meios de comunicação para disseminar suas idéias e valores e as massas o absorvem como se fossem seus verdadeiros ideais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Referencia Bibliográfica:&lt;br /&gt;Revista desvendando a história – Ed. Escala educacional.&lt;br /&gt;Os meios de comunicação e a pratica política – Luis Felipe Miguel&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Sebastião Gomes, estudante do 2° semestre de história&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-5541548526980990627?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/5541548526980990627/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=5541548526980990627' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5541548526980990627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5541548526980990627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/o-sonho-tcheco.html' title='O Sonho Tcheco'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4380229581274789195</id><published>2008-02-18T18:48:00.002-03:00</published><updated>2008-02-18T18:50:47.948-03:00</updated><title type='text'>Alienação e manipulação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Com o fim da Segunda Guerra Mundial, a Tchecoslováquia caiu na esfera de influência soviética. Em 1968, uma invasão das tropas do Pacto de Varsóvia pôs fim aos esforços dos líderes do país para criar um socialismo de rosto humano, movimento que ficou conhecido como a Primavera de Praga. No dia 1º de Janeiro de 1993, o país se separou pacificamente em dois: República Tcheca e Eslováquia. Desse modo em 1999 a República Tcheca entrou na OTAN e em 2004 aderiu à União Européia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A história contemporânea da população tcheca é marcada por grandes transformações, seja no caráter comportamental de cada indivíduo, a forma como uma geração intera alterou a maneira de encarar o mundo; seja na concepção de sociedade, estado, economia e politica. Há poucos anos, a realidade da República Tcheca era de um país que enfrentava filas e limitações para conseguir o alimento básico, racionamento de energia, água e ausência de uma rede de esgoto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O capitalismo ainda é uma novidade para eles, a estreita relação do tcheco com o consumismo transforma uma ida ao supermercado num grande evento de lazer e descontração de fim de semana. Por causa disso as grandes redes de supermercados incorporaram esse hábito, incluiram no mesmo espaço praça de alimentação, lojas de conveniências, playground, enfim tudo que possa atender ao público e faça com que gaste ao máximo. No entanto, essa obsessiva e alienada relação de consumo, onde as pessoas compram um produto sem sequer precisar, não é exclusividade de um capitalismo recente; mesmo em sociedades já consolidadas observa-se a reprodução dessa triste constatação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante desse cenário Vít Klusák e Filip Remuda fazem um documentário, criam um hipermercado fictício, que se chamará “Sonho Tcheco”, e tentam atrair o máximo possível de clientes para a inauguração. Esses dois jovens prepararam uma maçica campanha de marketing: anúncios nas ruas, letreiros, revistas, rádio e televisão. Ao mesmo tempo em que construíram a imensa fachada do complexo num campo aberto e distante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A publicidade para a divulgação do &lt;em&gt;Sonho Tcheco&lt;/em&gt; utilzou da contra-psicologia para atrair mais clientes, bordões irônicos como: “não compre”, “não venha”, “não gaste seu dinheiro” surpreenderam a população que é constantemente bombardeada por anúncios convencionais. Além das imperdíveis ofertas que todos os estabelecimentos fazem no momento de inauguração.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A força e a rapidez da propaganda do “Sonho Tcheco” enganou e atordoou 2 mil pessoas que saíram de casa atrás das ofertas do hipermercado. O momento do encontro dos clientes com o nada é chocante, há irritação, constrangimento e algumas profundas conclusões sobre a forma de consumo, o poder de manipulação e os rumos que cada um dá a sua vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Jorge Máximo – Letras-Português 2º semestre&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4380229581274789195?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4380229581274789195/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4380229581274789195' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4380229581274789195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4380229581274789195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/alienao-e-manipulao.html' title='Alienação e manipulação'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-3752543396119596820</id><published>2008-02-18T18:46:00.001-03:00</published><updated>2008-02-18T18:48:27.708-03:00</updated><title type='text'>Publicação dos Artigos referentes ao documentário Control Room</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá Pessoal! Os 8 artigos abaixo são baseados no documentário Control Room de Jehane Noujaim. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aproveitem a boa leitura! &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abraços, &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Luíza Alencastro&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-3752543396119596820?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/3752543396119596820/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=3752543396119596820' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3752543396119596820'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3752543396119596820'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/publicao-dos-artigos-referentes-ao.html' title='Publicação dos Artigos referentes ao documentário Control Room'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-1710231096826992128</id><published>2008-02-18T18:45:00.003-03:00</published><updated>2008-02-19T20:23:36.947-03:00</updated><title type='text'>Há imparcialidade no meio midiático?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O documentário &lt;em&gt;Control Room&lt;/em&gt; retrata o que foi discutido em sala de aula, e expõe os dois campos existentes de acordo com Luis Felipe Miguel, o campo político e o campo midiático, o documentário é sobre a guerra em Bagdá no qual Jorge Bush, colocou as tropas americanas com objetivo de deter Saddam Hussein e outros tratados como anarquistas, que para os americanos provocavam terror e causava espanto para a sociedade americana, e por esse motivo e outros uma guerra nunca mata somente quem é o fugitivo, mas acaba com várias vidas, se pôde perceber no pronunciamento feito por Bush e depois a TV árabe a Al Jazeera mostrando a indignação dos árabes e expôs para todo o mundo o terror da guerra que estaria para começar. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Control Room relata os campos existentes principalmente o midiático com Al Jazeera, BBC, CNN atores da mídia conhecidos mundialmente e que se impuseram seus noticiários de acordo com os seus interesses e políticas nacionais, a política americana chegou até a falar que a Al Jazeera era o microfone de Osama Bin Laden, e diante do assistido pode-se ver a imparcialidade da mídia é algo que não é real, como Luis Felipe Miguel em seu texto – Os meios de comunicação e a prática política – relata que a mídia mostra para a sociedade o que ela quer e de acordo com os interesses nacionais de cada emissora, isso interfere no meio político, mas que cada campo tanto o midiático e o político tem autonomia em si próprio, isso fica bem explicito quando se analisa o caso da FOX nos Estados unidos e a Al Jazeera, pois defendem o patriotismo, assumindo um viés contraditório entre eles.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mídia na guerra se torna ainda mais vulnerável, pois são interesses e o nacionalismo fatores que fazem tomar uma posição, por exemplo, quando a Al Jazeera mostra para os árabes matando as crianças, mulheres chorando aclamando ao seu deus e isso desperta uma fúria em toda a sociedade árabe e quando mostram os soldados de guerra, mostram perguntando o porquê que foram para a guerra, e isso despertar por parte da mídia ocidental principalmente os estadunidenses raiva. Diante do cenário pode se observar que não tem como a mídia ser parcial e ás vezes custa até a vida como foi com o jornalista Tarek da Al Jazeera.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mídia sempre “puxou” para algum lado, pois tem que se posicionar em alguns critérios, não há como ser imparciais cem por cento. A mídia nos vende o que elas querem e de certa forma são ás vezes a nossa necessidade, porém temos que saber o que estamos lendo, por esse motivo é válido assistir jornais em emissores e meios de comunicação diferentes e não ficar preso a apenas uma, pois será limitado a visão de mundo podendo se prender ao espiral do cinismo resultando em um silêncio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Mayko Vinícius Administração 2ª semestre&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-1710231096826992128?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/1710231096826992128/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=1710231096826992128' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1710231096826992128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1710231096826992128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/h-imparcialidade-no-meio-miditico.html' title='Há imparcialidade no meio midiático?'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8229009012371496684</id><published>2008-02-18T18:45:00.002-03:00</published><updated>2008-02-18T20:27:29.000-03:00</updated><title type='text'>A câmara de controle, canais diferentes, verdades diferentes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Nascida em Washington, criada no Cairo e formada em Harvard, Jehane Noujaim, cineasta filha de um egípcio com uma americana, mostra através de &lt;em&gt;Control Room&lt;/em&gt;, como funciona a emissora árabe Al Jazeera (“A Ilha”), baseando-se na cobertura da invasão do Iraque.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O enfoque do filme não e de dar fama à emissora, ou de mostrar que ela é detentora da verdade, mas expor seus objetivos e ideais, sua forma de trabalhar.Ele tenta mostrar porque a Al Jazeera se destaca das emissoras ocidentais, contrapondo os relatos de funcionários desta com os de oficiais do exercito americano. Com isso, fica claro que existe duas visões (no mínimo) do mesmo acontecimento em questão: EUA e os ataques no Iraque. É ai que entra o motivo de sucesso da chamada “CNN árabe”, pois ela se dedica a botar na tela tudo o que as emissoras ocidentais escondem quando falam do mundo árabe.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O documentário fortalece uma linha de raciocínio em que os americanos se posicionam como donos da verdade, como se apenas eles enxergassem o que é melhor para todos, tanto americanos quanto árabes. Observa-se isto nas declarações do Cap. Josh Rushing ( assessor de imprensa do ComCen - Comando Central) e demais oficiais americanos, ao dizer que o interesse americano é de apenas estabelecer a libertação, ordem, democratização e paz ao povo iraquiano. Na verdade eles querem impor no Iraque o sistema de governo americano, como se fosse o melhor para aquele povo.Verifica-se esse raciocínio também pelos profissionais da Al Jazeera, na forma de suas opiniões, ou dos relatos da população árabe mostrados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ao questionar os oficiais americanos, os jornalistas da Al Jazeera tentam apresentar-lhes o outro lado da “verdade americana”: o de um povo que está tomando tiros, bombardeios diários e perdendo familiares. Control Room passa essa imagem da emissora, como uma espécie de porta-voz dos perdedores, a população vítima de uma guerra de não esclarecida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diferente das emissoras ocidentais, a Al Jazera assume que não é neutra, tendo sim um partido, que é o do seu povo. Apesar disso, eles procuram ouvir os dois lados da história, numa tentativa de servir como um enlace entre os dois mundos (oriental e ocidental), as duas verdades. Talvez por este fato, a emissora busque a maior proximidade da realidade na apresentação das noticias, não buscando apenas mostrar o lado que lhe convém. Porém não deixa de colocar seu viés midiático: “... há um custo humano. Porque nos preocupamos com os iraquianos...; Somos árabes, como eles. Somos mulçumanos, como eles...” (Samir Khader, Al Jazeera). Isso é normal, pois como Tareq (viúva de Tareq Ayyoub, correspondente da emissora morto em um ataque americano a um escritório da Al Jazera em Bagdá) afirma: “que imparcialidade pode haver ao mostrar uma pessoa morrendo?”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma outra característica marcante da emissora mostrada pelo documentário é a preocupação em transmitir fatos, noticias obtidas de fontes seguras e não apenas ouvir ideologistas, simplesmente por apresentarem uma visão anti-americana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jehane Noujaim expõem uma constante da emissora, que a torna freqüentemente um alvo dos EUA: revelar falsas cenas usadas pela mídia militar na sua campanha a favor da guerra. Os jornalistas apontam como o exército americano manipula informações a seu favor, até mesmo criando falsos canários e omitindo dados concretos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;“- A vitória, nada mais. As pessoas gostam da vitória. Não gostam de justificações. Não tem que se justificar. Uma vez que se é vencedor, acabou-se!” (Samir Khader, Al Jazeera).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Bibiliografias&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JAMAIL D.. Doha. Fev/ 2006.&lt;br /&gt;TAREQ D.. The Guardian.&lt;a href="http://www.blogger.com/ArtigoII_Kariel_Alexander_Coelho_de_Araujo_Control_Room.doc"&gt;Mabonline.net.&lt;/a&gt; 2004&lt;br /&gt;KAUFFMANN S.. Le Monde. Out/ 2004.&lt;br /&gt;Noujaim J.. Control Room. 2004&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Kariel Alexander Coelho de Araújo, 10° Semestre de Engenharia Agronômica.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8229009012371496684?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8229009012371496684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8229009012371496684' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8229009012371496684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8229009012371496684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/cmara-de-controle-canais-diferentes.html' title='A câmara de controle, canais diferentes, verdades diferentes'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-5029236129977569776</id><published>2008-02-18T18:45:00.000-03:00</published><updated>2008-02-18T20:24:30.626-03:00</updated><title type='text'>Neutralidade ou pluralidade?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O filme &lt;em&gt;Control Room&lt;/em&gt; mostra o poder da mídia em relação a grandes questões políticas e como ela é capaz de influenciar a população e as decisões governamentais. O ideal de pluralidade é impossível de ser alcançado, tal como o ideal de neutralidade, porém isso não significa que o primeiro não deva ser perseguido. Digo que é impossível que a mídia seja pluralista pelo simples fato de ela ser formada por grupos privados que sempre irão privilegiar os próprios interesses, ou seja, os interesses do mercado. Embora a &lt;em&gt;Al Jazeera&lt;/em&gt; seja rede de noticias de oposição aos grandes grupos capitalistas, ela ainda assim foi criada por pessoas que eram donas ou faziam partes de grandes empresas árabes e portanto ainda estão preocupadas com o mercado. &lt;em&gt;CNN&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Al Jazeera&lt;/em&gt; são duas faces de uma mesma moeda. Deve-se lembrar que para montar um grupo de mídia é necessário capital e para conseguí-lo é necessário que a pessoa interessada em criá-lo já possua uma empresa privada que gere lucro ou contar com o apoio de uma. É claro que podem existir emissoras de televisão como a Rede Cultura, mas o índice de audiência é muito baixo porque ela não conta com tantos investimentos externos como a Rede Globo e assim possui menos capital para investir em sua programação. Quanto mais pontos no Ibope, mais poder de influenciar os telespectadores terá a emissora, o que significa mais poder em todas as outras áreas. Portanto, deve haver uma legislação que deixe claro os limites da mídia, as pessoas precisam de algum instrumento de proteção contra os possíveis abusos desses grupos. Isso não quer dizer censura e sim que não se pode difamar pessoas ou passar informações falsas enganando a população. A rede de televisão venezuelana que não teve a concessão publica renovada já sofria vários processos jurídicos desde os anos 70 por calúnia e difamação. Essa rede havia ganhado um prêmio de jornalismo na Europa por uma  reportagem falsa, em que imagens forjadas mostravam policiais atirando em manifestantes e foi obrigada a devolver o prêmio. Além disso, ela cometeu uma infinidade de outros abusos, como exibir programas com conteúdo erótico no horário matutino. Certamente, não renovar a concessão pública  não é uma medida democrática e também não contribui em nada para a pluralidade. Para evitar uma medida tão drástica a legislação venezuelana deveria ter sido muito mais rígida desde os primeiros processos jurídicos. É claro que Hugo Chavez foi o único que teve coragem de ir contra essa emissora  porque ela fazia oposição radical ao seu governo e a sua pessoa, sendo uma medida autoritária e de cunho político. Não podemos acreditar que haverá pluralidade na televisão e imprensa, como também sabemos que não há neutralidade. É injusto deixar todo o poder de decisão para a mídia, pois ela e muito poderosa e nunca haverá um meio de comunicação que irá contra o mercado, com exceção de televisões estatais de paises comunistas com governos autoritários, o que não é pluralidade. Há um limite entre deixar claro as tendências políticas e ofender uma pessoa pública, como por exemplo, se referir a um chefe de estado como macaco ,fato esse que se repetiu diversas vezes na Venezuela. É muito bom que exista uma emissora como a &lt;em&gt;Al Jazeera&lt;/em&gt;, para que possamos ver o outro lado do conflito entre a cultura americana e o mundo árabe, mas devemos nos lembrar sempre que ela não é e nunca será uma oposição completa porque como empresa ela precisa ser sustentada pelo capital.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: Marta do Amaral Lessa serviço social - 2º semestre&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-5029236129977569776?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/5029236129977569776/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=5029236129977569776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5029236129977569776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5029236129977569776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/neutralidade-ou-pluralidade.html' title='Neutralidade ou pluralidade?'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-2689344035426321006</id><published>2008-02-18T18:35:00.002-03:00</published><updated>2008-02-18T18:41:17.921-03:00</updated><title type='text'>A visão da mídia e o filme Control Room</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n7Yd0yKVI/AAAAAAAAAMA/5XtX18DzWNk/s1600-h/arcano36-reidecopas_dandara.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168438445125806418" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="270" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n7Yd0yKVI/AAAAAAAAAMA/5XtX18DzWNk/s320/arcano36-reidecopas_dandara.jpg" width="190" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nas últimas semanas temos estudado a democracia e vendo diversos pontos de vista ,o de Schumpeter aponta mais ao que seria a democracia.No ponto de vista de Shumpeter a democracia é um sistema político que seria um tipo de arranjo institucional para se chegar a decisões políticas.No qual os indivíduos adquirem poder de decidir utilizando para isso uma luta competitiva pelo voto do povo.E de acordo com essa definição a única característica que diferencia a democracia de outros arranjos institucionais era essa disputa política.O poder nunca está centralizado,o poder está sempre dividido em vários núcleos de poder,dessa forma formalmente instituído estão os poderes : Executivo, Legislativo e Judiciário.Mas a disputa por cargos,e por posições nesses poderes está permeada por outras relações,uma das mais importantes é a imagem frente à mídia.Discute-se muito que o tráfico seja o quarto poder,mas a mídia tem tamanha força que sobrepõe o poder paralelo,pois a mídia exerce uma influência maior do que o poder paralelo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Gostaria agora de traçar um paralelo entre a mídia e a inquisição.Pois as duas influenciaram em muito o pensamento da época de foram instituídas.Para traçar esse paralelo usarei dois exemplos,o que tange à mídia usarei o exemplo das caricaturas dos judeus e no que tange à inquisição usarei o exemplo de Eymerich no “Manual dos Inquisidores”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na inquisição, o aumento das contestações aos dogmas da Igreja,na Europa Ocidental,levou o Concílio de Verona,em 1184,a nomear bispos para visitarem duas vezes por ano as paróquias suspeitas de heresia.Para que a caça aos hereges surtisse efeito,era necessário o apoio do Estado,numa época em que o Estado não era laico.Quando o inquisidor ia começar seus trabalhos na paróquia que lhe havia sido determinada,havia a abertura pública e solene de seus trabalhos no qual ele lia o seguinte texto:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;“Frei fulano de tal,dominicano,a Sicrano,pároco da paróquia tal,na cidade tal,saudação e rápida obediência às minhas ordens apostólicas.De acordo com o que nos cabe fazer como inquisidor,queremos falar de algumas questões que dizem respeito à fé,ao conjunto do clero e dos fiéis.Eis por que,em nome da autoridade do Papa de que somos investidos neste local,pedimos,exigimos e ordenamos que anuncieis ao povo,no próximo domingo (dia tal,mês tal),durante a missa principal,e em alto e bom som,que terão de comparecer,no domingo seguinte ....”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E anunciavam no tal dia:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;“Se alguém souber de alguém que disse ou fez algo contra a fé,que alguém admite tal ou tal erra,é obrigado a revelar ao inquisidor.”&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O poder inquisitorial era tão forte que não tinha barreiras,seus domínios estavam sobre todos,inclusive sobre os que não eram católicos,pois o papa tinha direito sobre todas as almas.Este poder terminou na morte de muitas pessoas na fogueira como já está no senso comum.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Continuando nosso paralelo agora analisemos as caricaturas dos judeus.Como cada vez mais refugiados vinham ao Japão, os sentimentos anti-semitas começaram a surgir. A Alemanha, aliada do Japão naquele momento, tentava persuadi-los a expulsar os judeus. Venenosas propagandas anti-semitas incendiavam a mídia Japonesa e repulsivas caricaturas de judeus eram regularmente colocadas nos jornais japoneses. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em 1941, na véspera de guerra do Japão contra os Estados Unidos, Japão e Alemanha ficaram ainda mais próximos. E o anti-semitismo no Japão, um país que quase não tinha judeus, intensificou-se a ponto de líderes japoneses culparem publicamente os judeus pelas duas Guerras mundiais, alegando que para onde quer que os judeus fossem, espalhavam destruição. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Existe uma grande distinção entre a forma de atuação desses dois poderes,a Inquisição era ligada diretamente à fé e ao poder do Estado,já a mídia é ligada aos interesses do capitalismo.A Inquisição usou do medo e da opressão para sustentar o seu poder e a mídia usa do poder imagético para expandir e forçar seus pontos de vista.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A mídia é capaz de construir e de destruir mitos sobre as pessoas e sobre também as questões sociais,da mais importante ou até mesmo transformar uma coisa pequena no assunto da pauta nacional.De acordo com Luís Felipe Miguel a televisão ocupou uma posição cada vez mais destacada na vida de seus espectadores,como fonte de informação e de entretenimento ,a televisão reorganizou segundo ele as fronteiras entre diferentes esferas sociais.Nessa reorganização as pessoas e os movimentos sociais que somente presenciavam o “palco”,puderam adentrar nos “bastidores”,por assim dizer criaram voz no discurso político.Segundo Bordieu que tratou da influência que o campo jornalístico exerce tanto sobre a política quanto sobre o meio universitário, julga que os campos político,jornalístico e das ciências sociais tem uma meta comum,que é impor a visão legítima do mundo social.No filme “Control Room”fica bastante claro a influencia que o jornalismo força sobre a sociedade,forçando seu ponto de vista.Enquanto as redes americanas mostravam os Estados Unidos libertador a rede Al Jazeera mostrava os horrores da guerra.Cada lado escolhia sua verdade,e forçava seu ponto de vista sobre seu espectador.Para se chegar á verdade dos acontecimentos era preciso ao espectador fazer uma limpeza de ideologias das reportagens e ater-se aos fatos.Na cena em que a estátua de Saddam Hussein é retirada as redes americanas decretavam o fim do “império” pelas mãos do povo,sendo que não eram iraquianos as pessoas que apareciam nas imagens.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Concluindo assim que a mídia é um poder constituído,que atende a seus próprios interesses e que na sociedade tem a maior influência sobre as decisões e define a pauta dos bastidores.As pessoas devem lidar com a mídia com consciência das ideologias pregadas por ela,a mídia não precisa ser neutra,as pessoas é que precisam perceber os pontos de vista.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Referência:&lt;br /&gt;EYMERICH, Nicolau. Manual dos inquisidores. Brasilia: Editora Universidade de Brasília, 1993. 253 p ISBN 85-85363-61-4&lt;br /&gt;PATEMAN, Carole. Participação e teoria democrática. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992. 161 p. ISBN 8521906048MIGUEL,Luís Felipe.Os meios sociais de comunicação e a prática política.Revista Lua Nova,2002.155-184p.n.55-56.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Autora: Dandara Baçã&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-2689344035426321006?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/2689344035426321006/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=2689344035426321006' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2689344035426321006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2689344035426321006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/viso-da-mdia-e-o-filme-control-room.html' title='A visão da mídia e o filme Control Room'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n7Yd0yKVI/AAAAAAAAAMA/5XtX18DzWNk/s72-c/arcano36-reidecopas_dandara.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-7428185973374355133</id><published>2008-02-18T18:33:00.001-03:00</published><updated>2008-02-18T18:35:01.734-03:00</updated><title type='text'>Todo o poder pra criar uma guerra</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Diferenças culturais, contradições econômicas e interesses políticos são o tripé que determinaram, em 2003, o início da guerra dos Estados Unidos contra o Iraque. O documentário Control Room dirigido pela egípcia Jehane Noujiam mostra os primeiros dias dessa guerra sob a controversa ótica da Al Jazeera, a maior e mais influente rede de TV do mundo Árabe que tem um público médio de 40 milhões de pessoas, maioria muçulmana.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como justificar para todo o mundo uma guerra com objetivos espúrios e maniqueístas? Para responder essa pergunta e levantar a bandeira de um conflito armado, os Estados Unidos atiraram para todos os lados: primeiro no Conselho de Segurança da ONU, órgão que reuni a comunidade internacional e um grande poder de legitimação; tentativa fracassada, alguns países com poder de veto dentro da Organização se declararam contra a invasão do Iraque. Mesmo com essa rejeição os EUA afirmaram que existia de fato um perigo nuclear: o Iraque possui armas de destruição maciça as quais representam um perigo iminente, e é dever dos americanos proteger todo o resto do mundo. Sem contar a prerrogativa de democratização, os Estados Unidos estariam retirando um ditador do poder, Saddam Hussein, e instalando nesse país muçulmano uma democracia nos moldes ocidentais, mera desculpa para tentar encobrir os fatores históricos e políticos envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas todo um aparato institucional teve que ser montado para convencer os norte-americanos de um perigo monumental, houve a necessidade de fomentar o medo e o desespero deles para que então apoiassem e participassem cegamente da guerra. Segundo Samir Khader, produtor executivo da Al Jazeera, a imprensa dos EUA foi a responsável por isso, usou sua influência para induzir temor entre os americanos, e gerou a impressão de que estão cercados e que existe uma ameaça para a nação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mídia tem importância fundamental em todo esse processo, a “Control Room” é um prédio de coalizão responsável pela comunicação com a imprensa de todo o mundo, todas as grandes redes de informação têm um escritório nesse Centro de Comando. Devido a proximidade desse convívio é visível a divergência entre a cobertura da guerra da Al Jazeera e das demais emissoras do ocidente, nessas últimas há uma pressurização das notícias, opiniões e imagens transmitidas. Enquanto que a Al Jazeera, uma TV voltada para o mundo Árabe ouve ao mesmo tempo representante dos dois lados da guerra, mostra imagens que incomodam muito a mídia norte-americana além de ser chamada de tendenciosa, parcial e sem objetividade. Como se as emissoras do ocidente não fossem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Jorge Máximo – Letras-Português 2º semestre&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-7428185973374355133?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/7428185973374355133/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=7428185973374355133' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7428185973374355133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7428185973374355133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/todo-o-poder-pra-criar-uma-guerra.html' title='Todo o poder pra criar uma guerra'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-3272138421048503123</id><published>2008-02-18T18:28:00.003-03:00</published><updated>2008-02-18T18:33:01.574-03:00</updated><title type='text'>Hegemonia cultural aplicada a mídia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O documentário &lt;em&gt;Control Room&lt;/em&gt; dirigido pela documentarista egípcia Jehane Noujaim traz como enfoque um elemento diferenciador dentro da mídia durante o período da invasão americana ao Iraque, através da atuação da rede de TV árabe Al-Jazeera que mostrava como notícias o que as demais redes de TV não se interessavam em mostrar: as inúmeras atrocidades inerentes a uma guerra como civis iraquianos mortos ou mutilados e corpos de soldados americanos. Do outro lado os ataques do secretário de Defesa norte-americano acusando a rede de TV árabe de “atender ao interesses de Saddam Hussein”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse ponto em que “os meios de comunicação de massa ampliam o acesso aos agentes políticos e a seus discursos, que ficam expostos, de forma mais permanente, aos olhos do grande público”(MIGUEL, p.158) vê-se o papel fundamental da mídia na política contemporânea como ator ativo e essencial. Assim o paralelo com alguns conceitos de Gramsci parece aceitável e oportuno. De uma forma clara a hegemonia cultural conceito no qual Gramsci associa o controle sobre a sociedade não apenas através de uma coerção econômica (tendência marxista clássica), mas principalmente através de uma coerção ideológica da classe dominante que transforma seus interesses particulares através dessa manipulação em um consenso, no qual os dominados tomam para si esses interesses como senso comum e mantêm a estabilidade dessa dominação “A universalização dos interesses e da ideologia do grupo social dominante é não só exigida para a manutenção de seu domínio , como um requisito mesmo para seu poder político ou seja, para a conformação dos demais grupos sociais à sua particular visão de mundo.”(INNOCENTINI, 1979 p.16).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dentro da política a mídia desempenha esse papel intermediário de acesso entre a esfera política com o povo em geral ”O contato entre líderes políticos e sua base, a relação dos cidadãos com o universo das questões públicas e mesmo o processo de governo sentiram, e muito, o impacto da evolução tecnológica da mídia” (MIGUEL, p.155). Através dela os agentes políticos prestam conta, apresentam propostas e essencialmente (e principalmente) influenciam a opinião pública, desse modo além de “mensageiro” a mídia atua como legitimador de decisões políticas tendo como instrumento central a propagação da informação; portanto aquele que possui seu monopólio apresenta sua concepção de mundo como uma forma de verdade empírica legitimada através das informações recebidas por esse meio. Nessa batalha ideológica grandes redes de TV (como FOX, CNN, ABC e outras) serviam como veículos de interesses norte-americanos enquanto a rede de TV Al-Jazeera era acusada de servir a interesses do ditador iraquiano confirmando esse caráter essencial da mídia política.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse conceito gramsciano a mídia representa um dos instrumentos dessa hegemonia cultural presente na sociedade civil como instituição formadora e difusora de valores e que ao mesmo tempo é espaço dinâmico podendo ser usado por uma nova classe em outra direção de interesses. A rede de TV árabe ao fazer uma nova percepção da guerra vai contra os interesses vigentes e transforma a mídia em um campo de batalha onde as opiniões antes predominantes ganham um novo enfoque que deslegitima a idéia dominante reformulando as correlações de força tanto na mídia quanto aos poucos dentro da esfera política. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Referência bibliográfica&lt;br /&gt;MIGUEL, Luis Felipe. “Os meios de comunicação e a prática política” (Revista Lua Nova, N.55-56, 2002)&lt;br /&gt;INNOCENTINI, Mário. O conceito de hegemonia em Gramsci. São Paulo: Tecnos, 1979. 150p&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Sugestões de sites relacionados:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u29275.shtml" target="_blank"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u29275.shtml&lt;/a&gt; (entrevista sobre hegemonia cultural estadunidense com o professor de política cultural da USP)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://reposcom.portcom.intercom.org.br/bitstream/1904/17289/1/R1888-1.pdf" target="_blank"&gt;http://reposcom.portcom.intercom.org.br/bitstream/1904/17289/1/R1888-1.pdf&lt;/a&gt; (ensaio de estudo crítico da cultura midiática contemporânea)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-3258871973505291549&amp;amp;q=a+revolu%C3%A7%C3%A3o+n%C3%A3o+sera+televisionada&amp;amp;total=30&amp;amp;start=0&amp;amp;num=10&amp;amp;so=0&amp;amp;type=search&amp;amp;plindex=2"&gt;http://video.google.com/videoplay?docid=-3258871973505291549&amp;amp;q=a+revolu%C3%A7%C3%A3o+n%C3%A3o+sera+televisionada&amp;amp;total=30&amp;amp;start=0&amp;amp;num=10&amp;amp;so=0&amp;amp;type=search&amp;amp;plindex=2&lt;/a&gt; (documentário feito durante a tentativa de golpe contra Hugo Chávez em 2002 e a atuação da mídia na manipulação das imagens e informações)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.midiaindependente.org/"&gt;http://www.midiaindependente.org/&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Autora: Karolline Pacheco Santos, 2º semestre de História.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-3272138421048503123?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/3272138421048503123/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=3272138421048503123' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3272138421048503123'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3272138421048503123'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/hegemonia-cultural-aplicada-mdia.html' title='Hegemonia cultural aplicada a mídia'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-177503472618392862</id><published>2008-02-18T18:25:00.002-03:00</published><updated>2008-02-18T18:28:11.021-03:00</updated><title type='text'>Control Room e sua abordagem da mídia</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n4VN0yKUI/AAAAAAAAAL4/ZFWnSdhqvy0/s1600-h/figura_Control_Room_nat_resende.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168435090756348226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n4VN0yKUI/AAAAAAAAAL4/ZFWnSdhqvy0/s320/figura_Control_Room_nat_resende.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A invasão promovida pelo presidente norte-americano George W. Bush, no Iraque em 2003, apresenta facetas que vão muito mais além do que o caráter político existente. O dia 20 de março deste ano marcou não somente o início de uma ofensiva terrestre a partir do Kuwait e posterior série de ataques aéreos com mísseis e bombas a Bagdad, mas também o realce de paradigmas presentes no contexto de conceitos ocidentais sobre diversos meios, como a mídia especialmente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A documentarista egípcia Jehane Noujaim dirigiu o filme &lt;em&gt;Control Room,&lt;/em&gt; em que o foco está na atuação da Al Jazeera e sua maneira de demonstrar a invasão dita anteriormente. O canal árabe se destacou por exibir as imagens e notícias que redes como CNN, Fox, BBC, dentre outras consideradas “poderosas” neste campo, não faziam questão de colocar em seus noticiários.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como disse Samir Khader, o produtor sênior da Al Jazeera, em entrevista no filme, não há guerra sem mídia, propaganda. A maior produtora de mentalidades e influências do mundo atual ultrapassa o âmbito simplesmente de publicar fatos, enaltecendo-os quando conveniente e escondendo-os para satisfazer interesses mútuos. E isso ocorre nos dois mundos, se assim pode-se dizer, tanto no ocidental quanto no oriental, cada qual com suas culturas. O presidente Bush não ofereceu 48 horas para que o líder iraquiano Saddam Hussein e seus filhos deixassem o país porque queria evitar a guerra, ou mesmo para dizerem (a mídia novamente em ação) que ele ofereceu chances desta não acontecer. Havia muitos fatores que controlavam tudo isso nos bastidores, os mesmos que inicialmente alertaram a nação americana da suposta posse de armas de destruição em massa por parte do Iraque, sendo uma ameaça ao país, mas para aqueles apenas um pretexto para a ocupação. Este discurso, no entanto, foi mudado, cerca de um ano depois, para a promoção da democracia e da paz mundial, tendo de ser libertos os países que não se enquadrarem às normas da Organização das Nações Unidas, a mesma cujo Conselho de Segurança não aprovou tal invasão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pode-se inserir neste contexto o conceito elaborado por Pierre Bourdieu, importante sociólogo francês, de violência simbólica, no qual a produção simbólica na vida social não é arbitrária, mas tem caráter legitimador daqueles que dominam, as forças que exprimem seus estilos de vida por si próprias e seus instrumentos para tais, dando origem a uma distinção social. Alain Finkielkraut, filósofo também francês, ressalta que Bourdieu impugna não o poder abusivo das mídias, mas sim o que se denomina de “incontrolabilidade democrática”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desta forma, remontando ao início do texto, às redes ocidentais citadas não interessa a exposição de civis iraquianos mortos, crianças mutiladas ou mesmo corpos de soldados norte-americanos. A visão que esses telespectadores e leitores são condicionados a ter não é a que a Al Jazeera pretende mostrar. O jornalista Hassan Ibrahim confirma tal afirmação quando aparecem, cada vez com mais freqüência, críticas da mídia ocidental ao tipo de abordagem feita pelo canal em que trabalha. Este, apesar de ser atualmente o mais visto pelos árabes, é considerado pelo governo de Bush porta-voz de Osama Bin Laden e foi banido por muitos governos árabes devido a críticas feitas a eles. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O jogo de informações e manipulação torna-se tão expressivo que chega ao ápice de uma encenação, mostrada no filme, da queda da estátua de Saddam localizada no centro da capital iraquiana. Este fato, não a cena mas a queda, teve repercussão internacional, simbolizando o final de uma ditadura e a vitória da Coalizão. O que está entrelaçando, englobando tudo isso pode ser denominado de campo para Bourdieu, identificar-se com a idéia de esferas, de acordo com Max Weber, ou até mesmo com o conceito de classe social, proposto por Karl Marx, cada qual imerso em seu modo de explorar suas convicções. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A neutralidade fincada na teoria da mídia permanece neste ponto inicial e lança espaço para notícias baseadas tanto no interesse de certos grupos, quanto nas entranhas que percorrem a cultura na qual estão inseridos. Assim, os Estados Unidos têm sua forma de noticiar de acordo com os padrões ocidentais impostos por eles mesmos e seus aliados, seja escondendo informação, como no caso dos 55 procurados cujas fotos estavam estampadas em um baralho, ou abordando o objetivo da busca pela paz mundial através da guerra. A Al Jazeera apresenta, por outro lado, a sua visão de mundo, a orientalização do campo midiático. Fica o questionamento a cada um acerca do que pretende ver ou do que lhe é mais conveniente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autora: Natália Resende Andrade – Engenharia Civil, 7º semestre. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-177503472618392862?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/177503472618392862/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=177503472618392862' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/177503472618392862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/177503472618392862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/control-room-e-sua-abordagem-da-mdia.html' title='Control Room e sua abordagem da mídia'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n4VN0yKUI/AAAAAAAAAL4/ZFWnSdhqvy0/s72-c/figura_Control_Room_nat_resende.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-9142126807565904135</id><published>2008-02-18T18:21:00.001-03:00</published><updated>2008-02-18T18:24:01.134-03:00</updated><title type='text'>O Mito da Neutralidade em Control Room</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n3Wt0yKTI/AAAAAAAAALw/3j8l2C0mdHk/s1600-h/control_room_verdvd_andr%C3%A9amoura.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168434017014524210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="286" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n3Wt0yKTI/AAAAAAAAALw/3j8l2C0mdHk/s320/control_room_verdvd_andr%C3%A9amoura.jpg" width="167" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O documentário &lt;em&gt;Control Room&lt;/em&gt; da egípcia Jehane Noujaim revela como se dá o sistema de relações de poder dentro do campo mídiatico, político e social. De acordo com Bourdieu estas relações estão legitimadas e naturalizadas na vida das pessoas é um sistema que estabelece como legítimos seus objetivos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A rede de TV árabe Al Jazeera assim como as outras emissoras como a CNN, Fox, CBS, ABC e BBC entre outras que noticiaram a guerra no Iraque são importantes atores sociais mistificados pelo tabu da imparcialidade na mídia. O documentário mostra claramente como cada emissora busca mostrar verdades dentro das perspectivas de sua sociedade. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As coberturas feitas pela Al Jazeera, em que são apresentados os bastidores da guerra mostram também como os meios de comunicação são fortes influenciadores e influenciados pelo meio político. Uma manipulação que vai além das fronteiras nacionais, um bom exemplo disso foi à cena da derrubada da estátua de Saddam Hussein. Uma imagem de liberdade e democracia que para os própios iraquianos não passou de uma democracia da Guerra. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;De acordo com Luis Felipe Miguel, dentro da mídia existe um espiral do cinismo que leva as pessoas a aceitarem o que lhes é imposto sem questionar-se acreditando que os outros também aceitam. Esta visão é naturalizada na nossa visão de mundo. Não existem mocinhos e bandidos na esfera política e a mídia é a prova mais concreta disso. Se você assiste uma mesma noticia em dois jornais um de esquerda e outro de direita vai notar claramente como as versões podem ser incrivelmente diferentes. A neutralidade é um mito e podemos notar isso até mesmo em “O príncipe” de Maquiavel em que ele ressalva relações políticas envolvendo sempre estratégias, ou seja, o ser humano sempre vai buscar defender seu própios interesses. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: Andréa Moura Batista - 3° Semestre de Serviço Social&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-9142126807565904135?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/9142126807565904135/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=9142126807565904135' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/9142126807565904135'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/9142126807565904135'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/o-mito-da-neutralidade-em-control-room.html' title='O Mito da Neutralidade em Control Room'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n3Wt0yKTI/AAAAAAAAALw/3j8l2C0mdHk/s72-c/control_room_verdvd_andr%C3%A9amoura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-2736786664446071442</id><published>2008-02-18T18:16:00.004-03:00</published><updated>2008-02-18T18:25:40.402-03:00</updated><title type='text'>Meios de Comunicação ou Meios de Dominação?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n2mN0yKSI/AAAAAAAAALo/V577OAfa4mA/s1600-h/Ilustra%C3%A7%C3%A3o_Artigo_02_Mikael_Neres_Pereira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168433183790868770" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 196px; CURSOR: hand; HEIGHT: 274px" height="291" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n2mN0yKSI/AAAAAAAAALo/V577OAfa4mA/s320/Ilustra%C3%A7%C3%A3o_Artigo_02_Mikael_Neres_Pereira.jpg" width="241" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O surgimento dos meios de tele e radiodifusão, assim como o aparecimento da Internet, propiciaram o acesso a informação de uma maneira nunca antes presenciada. Atualmente, os meios de comunicação são entendidos como pedras angulares de debates públicos das mais variadas ordens. Os jornalistas nos vendem, diariamente, uma falsa noção de mundo, de realidade – geralmente, em três minutos ou em dois mil e quinhentos dígitos. Somos massacrados por discursos partidários falsos e infundados, notícias ludibriosas sobre crescimento econômico, redução nas taxas de juros, aumento das ofertas de empregos. Obter e divulgar informações – sem intervenção - é um direito que nos assiste. Mas quantos outros direitos só nos são assegurados no papel? Pior que a distorção dos fatos, somente a censura. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Partindo da temática trabalhada no filme Control Room&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, os jornalistas que fizeram a cobertura da guerra no Iraque, de um modo geral, fazem uso do microfone para noticiar meias verdades – as metades que interessam. Noticiam uma guerra que tem por objetivo combater o terrorismo e instaurar a democracia no país, quando na verdade, não passa de uma tentativa desumana de afirmação de poder. Tais jornalistas, nada mais são que marionetes, fantoches a serviço dos senhores da guerra. A “prisão”&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn2" name="_ftnref2"&gt;[2]&lt;/a&gt; de Guantánamo, por exemplo, não passa de um upgrade de Auschwitz, divinamente mascarada pela imprensa internacional. Na guerra, a Mídia é um elemento surpresa contra o inimigo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"A CIA tem o direito legítimo de se infiltrar na imprensa estrangeira. Ela tem a missão de influir, através dos meios de comunicação, no desenlace dos fatos políticos em outros países”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[3]&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Mídia, bancada e comprometida com o Sistema, faz a seleção daquilo que é, e daquilo que não é, daquilo que vai ser, e daquilo não vai ser notícia. Assim, uma carteira de um estrangeiro roubada em alguma praia famosa do Rio de Janeiro logo vira manchete, enquanto que, as políticas de extermínios a moradores de rua são encobertas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É muito mais lucrativo e viável falar de uma mulher que deu a luz a sêxtuplos, numa cidade a oeste de lugar nenhum, ou mostrar a realidade injusta de um planeta com aproximadamente 6,5 bilhões de habitantes, que produz alimento suficiente para mais de 10 bilhões de pessoas, e onde mesmo assim, quase 1,5 bilhões de indivíduos passam fome, segundo dados da ONU?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Há uma arrogância muito grande nas famílias que controlam os meios; uma arrogância de classe. Eles se julgam porta-vozes da sociedade e totalmente imunes a qualquer tipo de crítica sobre o trabalho que fazem, a ponto de nem precisarem falar sobre isso. Os meios de comunicação só admitem o confronto quando estão dialogando com outro veículo, no’mesmo nível’, e não com o leitor ou com outros setores da sociedade”, responde Laurindo Lalo Leal Filho&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[4]&lt;/a&gt; a pergunta: “Por que a mídia não cobre suas próprias atividades?”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Todo o homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e idéias por quaisquer meios, independentemente de fronteiras”.&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[5]&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Documentário sobre a invasão dos Estados Unidos ao Iraque sob o ponto de vista da rede de TV árabe Al Jazeera.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn2" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref2" name="_ftn2"&gt;[2]&lt;/a&gt; Centro de tortura seria um a nome mais adequado.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[3]&lt;/a&gt; Willian Colby, ex-diretor-geral da agência de inteligência dos EUA.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[4]&lt;/a&gt; Laurindo Lalo Leal Filho é professor da Universidade de São Paulo. Seu mais recente livro é A TV sob controle – A resposta da sociedade ao poder da televisão.&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[5]&lt;/a&gt; Artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Mikael Neres Pereira, estudante do 3° semestre de História.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-2736786664446071442?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/2736786664446071442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=2736786664446071442' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2736786664446071442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2736786664446071442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/meios-de-comunicao-ou-meios-de-dominao.html' title='Meios de Comunicação ou Meios de Dominação?'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n2mN0yKSI/AAAAAAAAALo/V577OAfa4mA/s72-c/Ilustra%C3%A7%C3%A3o_Artigo_02_Mikael_Neres_Pereira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-51604281429799118</id><published>2008-02-18T18:10:00.004-03:00</published><updated>2008-07-25T11:53:21.595-03:00</updated><title type='text'>Transformando a mídia em voz de moderação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n1K90yKRI/AAAAAAAAALg/0ABPFf2cu6M/s1600-h/media_bias_alinetissot.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168431616127805714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 296px; CURSOR: hand; HEIGHT: 233px; TEXT-ALIGN: center" height="205" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n1K90yKRI/AAAAAAAAALg/0ABPFf2cu6M/s320/media_bias_alinetissot.bmp" width="269" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Como trabalhar com o que não está posto, isto é, com os enquadramentos alternativos? Como ver aquilo a que não se dá visibilidade? Como perceber o que a mídia não mostrou, se é a mídia que nos mostra o mundo?” (Luiz Felipe Miguel, p. 171)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O jornalismo trata sempre de um recorte da realidade. Não é exatamente imparcial. Os jornalistas mostram uma perspectiva e, buscando a objetividade, dão foco aos fatos que justificam seu ponto de vista. Ao discorrer acerca da cobertura jornalística feita pelas redes de televisão americana e árabe durante a invasão do Iraque pelos Estados Unidos, o documentário &lt;em&gt;Control Room&lt;/em&gt; reflete sobre o processo inevitável de influência seletiva sobre a percepção do público, e demonstra que o viés da mídia é institucionalizado em ambos os lados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O debate em torno da manipulação de notícias introduz a idéia de que a mídia sempre irá defender os valores do público para o qual ela se direciona, o que faz necessário que a diversidade de públicos seja representada. O foco principal do filme é o dilema de dar voz a todos, colocando em destaque a rede de televisão &lt;em&gt;Al Jazeera&lt;/em&gt;, que propõe superar um atraso cultural e tecnológico da sociedade árabe e definir uma nova agenda, trazendo visibilidade para o mundo árabe e a perspectiva desse mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das notícias transmitidas pela &lt;em&gt;Al Jazeera&lt;/em&gt; causarem perturbação no mundo ocidental, como o documentário manifesta, o direcionamento da rede e a comunicação em árabe não permitiam uma verdadeira representação no plano internacional. Somente com o lançamento da &lt;em&gt;Al Jazeera English&lt;/em&gt; em novembro de 2006, a perspectiva árabe passou a estar ao alcance do resto do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E como o resto do mundo se comporta com a inserção de um meio de comunicação árabe? Embora sejam freqüentes as acusações de que a &lt;em&gt;Al Jazeera&lt;/em&gt; vem misturando cobertura de notícias com propagandismo extremista através de uma estação de língua inglesa, muitos defendem a rede por estar disposta a tomar visões contrárias. Uma crítica da Revista Times tomou nota de que “ninguém fez mais do que a &lt;em&gt;Al Jazeera&lt;/em&gt; para abrir mentes e desafiar a autoridade no Oriente Médio”. Uma parte do mundo já compreende que o contraste de visões é necessário para que a interpretação livre dos acontecimentos seja possível, o que é uma grande vitória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referências Bibliográficas:&lt;br /&gt;MIGUEL, Luiz Felipe – Os meios de Comunicação e a prática política&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Aline T&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-51604281429799118?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/51604281429799118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=51604281429799118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/51604281429799118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/51604281429799118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/transformando-mdia-em-voz-de-moderao.html' title='Transformando a mídia em voz de moderação'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n1K90yKRI/AAAAAAAAALg/0ABPFf2cu6M/s72-c/media_bias_alinetissot.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8385313853798408863</id><published>2008-02-18T18:07:00.001-03:00</published><updated>2008-02-18T18:10:11.641-03:00</updated><title type='text'>Crise na ocupação imperialista dos EUA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A invasão do Iraque iniciou-se em 20 de março de 2003 através de uma aliança entre Estados Unidos da América, Reino Unido e muitas outras nações (unidade conhecida como a coalizão) iniciada a partir do Kuwait a ofensiva terrestre, depois de uma série de ataques aéreos com mísseis e bombas a Bagdad e arredores ter aberto o caminho às tropas no terreno. Apesar de as tropas iraquianas oferecerem alguma resistência a invasão dos países da coalizão o exército estava um pouco deteriorado devido a guerra do golfo realizada em 1991. A força de ataque iraquiana era composta apenas por 17 divisões do exército regular, além das 6 divisões da guarda republicana (fundada pelo Presidente Arif, no início da década de 1960, como guarda pretoriana do regime, para protegê-lo de eventuais golpes de estado). Dessas inferências acima pode-se depreender que o governo de Saddam Hussein era mantido principalmente com o uso da força, fato que fica claro quando um pais pequeno como o Iraque possui uma guarda republicana composta por sessenta mil homens com a finalidade de proteger o governo  contra eventuais golpes de estado . Mesmo sendo o governo de Saddam Hussein tirano e inescrupuloso o governo dos Estados Unidos não tinha o direito de se meter em assuntos internos do Iraque e de qualquer outro pais, ainda mais utilizando como pretexto o fato mentiroso, pois não foi comprovado, de que o Iraque possuía armas de destruição em massa. Outro fato que prova que os Estados Unidos é um pais arrogante e prepotente e que não seguiu as deliberações do conselho de segurança das nações unidas mesmo não possuindo voto favorável de países que possuíam poder de veto como a França, China, Alemanha e Rússia. Outro fato que atinge os EUA  é que mesmo sendo a maior potência armamentista da terra não conseguiu finalizar o conflito no Iraque até hoje ( fevereiro de 2008), porquê o Iraque, tem utilizado a mesma estratégia dos vietnamitas na guerra do Vietnã na qual o que realmente importa não é a superioridade militar, mais sim, as táticas de guerrilha e de terrorismo. A guerra do terror realizada pelos insurgentes tem tirado muito do crédito do exército americano que tem sofrido grandes baixas e aumentado a crise política interna nos EUA, principalmente, no que tange a legitimidade da invasão. O governo de Bush tem tentado amenizar esses diversos conflitos, que em sua maioria, tem criado diversos problemas políticos internos e externos, criando agencias de inteligência que trabalham a informação que é veiculada nos principais jornais do mundo, com o objetivo de combater informações que são disponibilizadas nos meios de informação como a internet pelas redes terroristas e por emissoras de televisão do Catar como a AL jazeera, que é um verdadeiro pedregulho no sapato de bush e tem feito sua popularidade despencar. Essa guerrilha iraquiana parece não ter fim e possui grandes semelhanças com a guerra no Vietnã, entretanto, os EUA parecem não ter aprendido a lição de casa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Alexandre de Andrade Zandoná, formando em contabilidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8385313853798408863?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8385313853798408863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8385313853798408863' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8385313853798408863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8385313853798408863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/crise-na-ocupao-imperialista-dos-eua.html' title='Crise na ocupação imperialista dos EUA'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6851734082407011330</id><published>2008-02-18T17:33:00.005-03:00</published><updated>2008-02-18T20:39:58.254-03:00</updated><title type='text'>Os Alimentos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os alimentos no mundo contemporâneo são um produto quase que como qualquer outro . O seu consumo e produção têm sofrido grandes alterações com o advento da revolução industrial . Os alimentos não são selecionados por que as pessoas julgam que eles sejam os melhores mas sim por sofrem influência da mídia e da restrição orçamentária .Isto termina por criar um disparidade entre ricos e pobres .&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A revolução industrial desencadeou um serie de alterações na produção de alimentos . Os alimentos passam a ter sua produção e distribuição feita por um conjunto de atores que sequem um seqüência lógica : produtores de insumos para agricultura/pecuária -&gt; agricultura/pecuária-&gt; produtores de alimentos-&gt; distribuição dos alimentos . Entre cada um desses atores se estabelece um mercado .&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A concorrência entre os produtores de insumos é uma concorrência monopolistica . Na concorrência entre os agricultores e pecuaristas tem-se um concorrência perfeita onde o fator mais valorizado e o preço , isto leva ao uso fertilizantes químicos, adubos químicos, agrotóxicos. O uso destes insumos pode ser percebido no filme, “O pão nosso de cada dia”. O uso destes insumos tende a aumentar cada vez,gerando danos cada vez maiores a saúde das pessoas que é danificada mais ainda pelo fato de que a nossa sociedade tem valorizado cada vez o consumo de alimentos prontos , pois com a correria do dia a dia isto se torna cada vez mais pratico. A mídia tem contribuindo para isto uma vez que faz muita propaganda de alimentos prontos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Atualmente surgiram algumas praticas que se opõem a este habito alimentar: a produção orgânica e o movimento slow food . O movimento slow é um movimento que prega o retorno aos habito de consumo tradicional como: a refeição em três partes: entrada, normal e a sobremesa. A produção orgânica é um modo de produção que não se utiliza de fertilizantes, adubos químicos e agrotóxicos tornando os alimentos mais saudáveis . &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A agricultura orgânica e o slow food enfrentam problemas para sua diceminação na sociedade. A agricultura organica devido ao alto custo de produção dos seus alimentos, sendo, portanto a renda um fator que impede aos menos favorecidos de consumir alimentos orgânicos. A slow food enfrenta dificuldade devido as poucas propagandas deste tipo de alimentação se comparada a propaganda feita pelas redes de fast-food.. A mídia e a grande responsável por fazer com que as propagandas apareçam a população e não tem dado espaço equânime a este tipo de alimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mudança de hábitos deve se iniciar na infância ., onde os pais com modelo devem consumir e introduzir alimentos adequados a saúde da criança isto fará com que a próxima geração tenha um melhor habito alimentar .&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro fator que evidencia a enorme influência da mídia e da renda no habito alimentar e o habito de consumo vegetariano em oposição ao habito de consumo carnívoro . O Texto a libertação animal julga que são somente barreiras culturais que impedem a adoção de um hábito de vida vegetariano. O autor se esquece de que este habito alimentar e muito mais caro de manter do que o habito alimentar carnívoro. A soja o vegetal que oferece proteína mais próxima da proteína da carne. A soja e muito mais cara que a carne. As grandes redes de fast-food tem gasto milhões de reais para que a mídia divulgue carne como algo bom saboroso e pratico de se consumir. As empresas que produzem soja não tem gastado valor nem próximo ao gasto das grandes redes de fast-food.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os consumidores não devem ficar a mercê da mídia e da restrição monetária?. Acabar com estes restrições e algo complicado contudo, não se deve desistir e sim nos unirmos em movimentos sócias , que nada mais são do que um pólo de poder no mundo contemporâneo. Movimentos este que lutem por um melhor distribuição de renda e pautem a sociedade em prol de um habito de alimentação com menos produtos industrializados . &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A distribuição de renda e capaz de resolver os problemas pois eleva a renda da maioria da população e reduz de alguns poucos. O consumo de alimentos cada vez mais industrializados tem aumentado a influência as industrias e ao comercio em detrimento dos produtores de alimentos , ele gera com isso a quebra dos pequenos agricultores e dos agricultores familiares que são responsáveis pela distribuição no campo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num sistema capitalista devem haver por parte dos empregadores uma maior preocupação em proporcionar aos empregados condições para uma alimentação já que isto elevaria os índices de produtividade gerando benefícios tanto para patrões quanto para empregados.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fontes&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Singer Peter Libertação dos animais -1999&lt;br /&gt;Filme : Nikolaus Geyrhalter , Our Daily Bread -2006 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Emanuel Holanda Barroso&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6851734082407011330?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6851734082407011330/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6851734082407011330' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6851734082407011330'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6851734082407011330'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/os-alimentos.html' title='Os Alimentos'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8787425488292200807</id><published>2008-02-18T17:33:00.003-03:00</published><updated>2008-02-18T17:37:16.713-03:00</updated><title type='text'>Atual Dimensão da Relação Homem-Campo</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7nsFN0yKPI/AAAAAAAAALQ/iaoeity_W38/s1600-h/Imagem_Marcelo_Liberta%25C3%25A7%25C3%25A3o_animal"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168421621738907890" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 324px; CURSOR: hand; HEIGHT: 128px; TEXT-ALIGN: center" height="147" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7nsFN0yKPI/AAAAAAAAALQ/iaoeity_W38/s320/Imagem_Marcelo_Liberta%25C3%25A7%25C3%25A3o_animal" width="343" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As técnicas utilizadas no meio rural sofreram e continuam sofrendo grandes alterações devido à união existe entra ciência e técnicas. A interação entre estas duas, tornou-se de suma importância para o mercado alimentício, permitindo produções em larga escala. Este tipo de produção rompe com o significado da palavra agricultura, que quer dizer cultura do campo, e passa a ter um significado de indústria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A indústria agrícola é a realidade do atual período, pois existe uma série de relações de poder que acabam legitimando a posse e a produção aos grandes agro-empresários. O campo como indústria pode ser visto no filme &lt;em&gt;Our Daily Bread&lt;/em&gt;, este retrata grandes corredores de plantações dentro de estufas, ou seja, não dependendo das condições climáticas para a produção, perdendo assim as características culturais presentes na produção. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro ponto visto, foi o como que estas indústrias tratam os animais ( vacas, porcos e galinhas) surgindo assim debates entre estas empresas e os conhecidos como eco-fascistas (aqueles que defendem os direitos dos animais). Tal discussão não será o foco deste artigo, mas sim compreender como as relações de poder e uso do território passam a ocorrer com a instalação de uma agroindústria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O município de Rio Verde no sudoeste goiano passou a sofrer a partir da década de 90 mudanças em seu uso territorial devido à instalação da agroindústria Perdigão, que expandiu a sua territorialidade do sul do país para o centro-oeste devido, a uma série de relações econômicas e políticas que permitem a alta produtividade. Utilizando a soja que é produzida nesta região para alimentar aves e suínos, a Perdigão pratica a mesma atividade demonstrada no filme já citado (utilização dos animais, desconsiderando o sofrimento provocado a estes). Produção vinte e quatro horas, voltada para os interesses do mercado externo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esta agroindústria alterou a dimensão da cidade, ao instalar-se determinou uma nova territorialidade a este município, ou seja, os aspectos sociais, culturais, políticos e econômicos foram modificados devido aos interesses desta industria. Para a perfeita evolução produtiva esta conta com uma série de parceiros (médios e grandes latifundiários, bancos, instituições de pesquisas, Estado, criadores de aves e suínos) promovendo assim o que se conhece por “rede de relações de poder”. Com isto vemos que esta agroindústria pode mudar não somente a vida dos habitantes do Município de Rio Verde, mas também dos demais que estão envolvidos neste Complexo Agroindustrial. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tendo visto esta rede de poder presente neste município observa-se que a relação cidade-campo encontra-se em uma dimensão de interação tão forte que não existe atividades típicas do campo ou da cidade. “A agroindústria incorporada com a agricultura moderna estabelecida em Rio Verde é o principal agente no processo de construção do território que paralelamente destrói, mantém e transforma, dando novos significados e novas leituras às territorialidades que se estabelecem no campo e na cidade” (LACERDA JÚNIOR, 2004).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim mais do que analisar se a forma de tratamento aos animais é certa ou não e entrarmos em um debate polêmico, deve-se compreender as mudanças que as técnicas promovem na interação homem-meio. Compreendendo o como grandes corporações agroindustriais alteram as relações de produção, determinando na maioria das vezes o aumento das desigualdades sociais entre os pequenos e grandes produtores agrícolas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Referência:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LACERDA JÚNIOR,B. Algumas reflexões sobre as relações de poder e o uso do território no município de Rio Verde-GO. In. Revista RV Economia: Análise e perspectivas socioeconômicas,nov. 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Marcelo Dias, estudante de geografia. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8787425488292200807?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8787425488292200807/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8787425488292200807' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8787425488292200807'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8787425488292200807'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/atual-dimenso-da-relao-homem-campo.html' title='Atual Dimensão da Relação Homem-Campo'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7nsFN0yKPI/AAAAAAAAALQ/iaoeity_W38/s72-c/Imagem_Marcelo_Liberta%25C3%25A7%25C3%25A3o_animal' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-1066877574139643072</id><published>2008-02-14T14:14:00.004-02:00</published><updated>2008-02-15T17:08:57.888-02:00</updated><title type='text'>Resumo da aula: Representação e as eleições</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7Rpbt0yKMI/AAAAAAAAAK4/Zc3t47SmhJ8/s1600-h/venha_e_vote.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166870597379172546" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 218px; CURSOR: hand; HEIGHT: 264px" height="274" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7Rpbt0yKMI/AAAAAAAAAK4/Zc3t47SmhJ8/s320/venha_e_vote.jpg" width="282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A representação ocorre há muito tempo, já na Grécia Antiga existia a figura do embaixador nas cidades-estado, que era enviado para negociações, mas somente com o surgimento de instituições políticas representativas é que se começou a elaborar o conceito de representação política.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Temos representantes e representados, mas como se dá a relação entre eles? Num primeiro caso podemos pensar na idéia de representação política como delegação onde o representante é concebido como executor da vontade dos seus eleitores. Aqui encontraremos entraves, já que no mundo moderno é difícil de se imaginar atender as diversas demandas sociais, e consultá-las sobre cada questão colocada em pauta, podendo o representado intervir diretamente na decisão do representante. Em oposição temos o modelo de representação que entende o representante como autônomo, por ter recebido a confiança do eleitorado. Agora temos um novo problema, como fazê-lo representar o povo se muitas vezes a ética da responsabilidade sobrepõe suas convicções? Este é um problema constitutivo da representação política, um dilema sem solução, até que ponto o eleitor pode intervir nas decisões? E até que ponto o representante pode, usando da autoridade desacordar da vontade do eleitor que representa?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outra discussão, em sala, foi a respeito das eleições, procurando discutir o uso a máquina pública em benefício próprio através dos cargos em comissão. O número de cargos em comissão no Brasil é absurdo (cerca de 22mil em 2006 no poder executivo*). Esse número excessivo de cargos se prestou a montagem de uma verdadeira máquina de assaltos aos cofres públicos, e a uma não valorização do servidor público de carreira, aquele que tem compromisso permanente com a instituição e não está apenas a serviço de um governo eventual. Ainda mais, a promessa de cargos burla o sistema eleitoral, pois se consegue através disso um maior número de candidatos que trazem votos para a legenda, e assim um maio número de representantes deste partido ou coligação no poder. Também pode haver uma mobilização de associações na promessa de cargos a seus dirigentes, entre outros. Assim, com mais de vinte mil cargos para negociar é fácil verificar que isso pode ser decisivo na decisão de uma eleição. &lt;/div&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;* fonte: &lt;a href="http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=82768"&gt;http://www2.camara.gov.br/homeagencia/materias.html?pk=82768&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Rodrigo César - Química 7º Semestre &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-1066877574139643072?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/1066877574139643072/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=1066877574139643072' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1066877574139643072'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1066877574139643072'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/representao-e-as-eleies.html' title='Resumo da aula: Representação e as eleições'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7Rpbt0yKMI/AAAAAAAAAK4/Zc3t47SmhJ8/s72-c/venha_e_vote.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4246210313519573744</id><published>2008-02-14T14:10:00.002-02:00</published><updated>2008-02-15T17:16:09.373-02:00</updated><title type='text'>Publicação dos artigos baseados nos documentários Sicko, Apocalipse Motorizado e XXY</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá pessoal! Os artigos que se seguem são baseados nos documentários &lt;em&gt;Sicko,&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Apocalipse Motorizado e XXY.&lt;/em&gt; Como sempre, vocês têm uma semana, contando do dia 13/02, para enviarem suas críticas sobre algum desses artigos. Lembrem-se de revisar bem as suas críticas, pois como o nosso curso está acabando, não teremos tempo de revisar os seus textos! Ah! Não deixem para última hora também! &lt;strong&gt;Lembrem-se, o prazo de entrega dos artigos será até o dia 17/02 (Domingo) e para a entrega das críticas é até 20/12 (quarta-feira)! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abraço à todos!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Luíza Alencastro - Monitora&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4246210313519573744?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4246210313519573744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4246210313519573744' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4246210313519573744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4246210313519573744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/postagem-dos-artigos-baseados-nos.html' title='Publicação dos artigos baseados nos documentários Sicko, Apocalipse Motorizado e XXY'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4411309266078403265</id><published>2008-02-14T14:09:00.007-02:00</published><updated>2008-02-20T14:13:31.996-03:00</updated><title type='text'>Violando o Tabu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como o título sugere, &lt;em&gt;XXY&lt;/em&gt; aborda a história de uma adolescente hermafrodita e de seus conflitos identitários. O filme, na minha opinião, não tem a menor intenção de construir uma obra de denúncia social ou de defesa das minorias. Prefere um tratamento mínimo, cheio de metáforas e alusões. Por exemplo, nunca se fala em “hermafroditismo” ao longo do filme, mas faz-se referências: “eu tenho os dois”, diz Alex a Álvaro; enquanto as bonecas na sua prateleira têm pênis postiços feitos de cigarros. Deste modo, opta-se por não abordar o assunto de frente, o que se encaixa na ótica confusa da adolescente. Quando alguém menciona sexualidade perto de Alex, ela se levanta e vai embora, revoltada. Esse é o desfecho de mais de meia dúzia de cenas; de onde se conclui que ela não quer ouvir falar de escolhas sexuais nem cirurgias reparatórias, e o filme também não. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há uma cena sequer de toda a narrativa que não esteja relacionada à sexualidade, e as simbologias se multiplicam às centenas para garantir as alusões. O pai de Alex, por exemplo, é apresentado como biólogo numa cena única em que opera uma tartaruga que perdeu uma barbatana, em alusão clara à mutilação genital. A mãe de Alex é a mulher que investiga sobre cirurgiões especializados em reconstruções do sexo enquanto, na cozinha de casa, ela pica uma cenoura (mostrada em detalhe, num claro símbolo fálico) e corta acidentalmente o dedo (novamente a mutilação). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos os personagens são determinados em função dessa anomalia e de seu grau de proximidade com ela. Pode-se dizer que &lt;em&gt;XXY&lt;/em&gt; é um filme sobre hermafroditismo, e não sobre uma hermafrodita. Não sabemos o que Alex pensa, quais seus gostos e desgostos, seus planos, suas atividades... sabemos unicamente de sua anatomia singular. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Constrói-se um número tão grande de metáforas e alusões de leveza que elas se tornam excessivas, pesadas, explícitas. Enquanto muitas imagens surpreendem pelo humanismo do tratamento, o conjunto parece opressivo. Isso mostra, acima de tudo, uma dificuldade enorme de se abordar um tabu, de pôr em imagens (necessariamente referenciais e carregadas de uma idéia de “verdade”) o que fere já em discurso. É difícil ser leve sobre um assunto tão grave; é difícil dar peso ao que julgamos que deveria ser tratado, enfim, como algo normal. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Analisando o termo: intersexualidade é uma palavra guarda-chuva, descreve uma grande variedade de situações em que os genitais de uma pessoa não correspondem aos estereótipos sociais, culturais e políticos atuais. Para a medicina ocidental, nós somos pessoas com genitália ambígua, indefinida, deformada ou patológica. De acordo com padrões médicos atuais de tratamento, as meninas nascidas com clitóris que são maiores que o estereótipo genital feminino são submetidas à normalização por “clitoridectomia”. Meninos cujo pênis é menor do que o estereótipo genital masculino é submetido à cirurgia, freqüentemente para “transformá-los” em meninas, porque seus corpos contradizem os estereótipos sobre a genitália masculina. E é aí que nos deparamos com que acredito ser a parte 'chave' do filme, quando o pai de Alex procura por um homem que fora mutilado quando criança.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em geral, os intersexuais não são informados sobre as cirurgias executadas durante a infância adiantada, e/ou recebem informação enganosa sobre ela. Não têm, freqüentemente, o acesso a seus registros médicos: estes são escondidos ou destruídos. Estas cirurgias que visam a mutilação, transformam o corpo do intersexual para os padrões culturalmente aceitáveis, violando sua autonomia de decisão, da mesma maneira que a sua integridade corporal. Os intersexuais não têm nenhum acesso a consentimento informado antes das intervenções que se decidem não somente sobre o gênero legal, mas também sobre a forma de seus corpos e a sensibilidade de sua carne. O sigilo médico viola também o direito à identidade, à história pessoal e ao status como os tópicos ligados aos direitos humanos, protagonistas e não vítimas de sua própria história. A mutilação genital de crianças intersexuais danifica a sensibilidade genital de maneira irreversível; causa um trauma pós-operatório e a internalização de preconceitos brutais que negam ou que estigmatizam a diversidade que, em realidade, os corpos humanos mostram.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No "tratamento” médico atual para a intersexualidade, a discriminação baseada na identidade e expressão de gênero vai ao encontro da discriminação de expressão baseada na orientação sexual. Sexismo vai ao encontro da homofobia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A diferença na genitália não pode justificar, sob nenhum pretexto, qualquer que seja, hierarquias éticas e políticas: não pode justificar a mutilação, porque nunca normaliza, mas faz o oposto. Em ICP temos nos confrontado diariamente com esse tipo de situação, em que atos de pura desumanidade são naturalizados de forma passiva, sem questionamentos. A questão principal, acho, que &lt;em&gt;XXY&lt;/em&gt; levanta é: devemos pensar em gêneros ou em seres humanos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Referências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;            Moreno JL. Psicodrama. 2a ed. São Paulo: Cultrix; 1978.&lt;br /&gt;            Moreno JL. Psicodrama. 9a ed. São Paulo: Cultrix; 1993.&lt;br /&gt;            Moreno JL. Psicoterapia de grupo e psicodrama. São Paulo: Mestre Jou; 1974.&lt;br /&gt;            Costa RP. Os onze sexos: as múltiplas faces da sexualidade humana. São Paulo: Gente; 1994.&lt;br /&gt;            Merengué D. Sexualidades e espontaneidade criadora. Revista Brasileira de Psicodrama. 1999;7(2):65-74.&lt;br /&gt;            Fonseca J. Psicoterapia da relação: elementos de psicodrama contemporâneo. São Paulo: Ágora; 2000.&lt;br /&gt;            Fonseca J. Psicodrama da loucura. São Paulo: Ágora; 1980.&lt;br /&gt;            &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Willian Pereira do Nascimento – História, 2º Semestre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4411309266078403265?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4411309266078403265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4411309266078403265' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4411309266078403265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4411309266078403265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/violando-o-tabu.html' title='Violando o Tabu'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-1708027422189868890</id><published>2008-02-14T14:09:00.006-02:00</published><updated>2008-02-19T20:25:44.125-03:00</updated><title type='text'>XXY</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Menino ou menina? Menina! Macho! Em qualquer lugar do mundo com certeza é o que se ouve quando se nascem crianças. Ou seja, parece que não pode escolher, uma vez que, de acordo com as regras pré-estabelecidas nas relações de poder existentes na nossa sociedade, você já nasce “sabendo” exatamente que orientação sexual seguir. Pois, por trás deste menino-menina existe a premissa de heterossexualidade. E o que acontece quando por sua vez tais regras são colocadas em xeque. O filme XXY aborda de maneira sensível, no entanto perturbadora, os conflitos surgidos a partir da construção binária de sexualidade. Uma vez que apresenta a questão do intersexo (pessoa que nasce com o dois órgãos sexuais, tanto masculino quanto feminino).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das idéias suscitadas no filme pela personagem Alex é exatamente: por que se deve escolher? O tempo todo, sua sexualidade é colocada à prova, ela(e) parece estar alheia à imposição social de que tem que ser homem ou mulher. É interessante observar que o personagem Álvaro apresenta muito mais características femininas que Alex. Características estas que ficam claras na cena em que, ele está desenhando um besouro e Alex o esmaga sobre a folha, quebrando assim a idéia de sensibilidade feminina que, para ela(e), foi imposta de maneira mais forte ao passo que além da imposição que mulher tem que ser sensível, ela(e) toma hormônios para parecer aos olhos da sociedade, mulher.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ponto mais importante que deve ser observado e que penso ser latente no filme, é a relação prazer versus sociedade. Pois ao impor para Alex que ela(e) escolha entre um pênis e uma vagina, a sociedade está lhe “dizendo” escolha de que maneira você pode exercer o seu prazer. Você não pode ter os dois, uma vez que aos olhos dos outros, isso não é “normal”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Portanto, seja normal (dentro dos parâmetros estabelecidos). O que me faz pensar em algo simples, no entanto extremamente importante: por que a maneira pela qual o outro escolhe exercer o próprio prazer incomoda e perturba tanto?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Valdene Costa Rocha&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-1708027422189868890?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/1708027422189868890/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=1708027422189868890' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1708027422189868890'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1708027422189868890'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/xxy_14.html' title='XXY'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-1851419774102971577</id><published>2008-02-14T14:09:00.005-02:00</published><updated>2008-02-18T20:53:19.814-03:00</updated><title type='text'>Xxy</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O objetivo de qualquer ciência é descobrir, e qualquer descobrimento desconcerta mais ou menos as opiniões estabelecidas, os cientistas devem tomar a decisão de não se intimidar pelos resultados a que levam suas investigações. No filme XXY vê-mos um grande tema político e social o do sexo/gênero. Poder é “a capacidade de influenciar as pessoas” (Ribeiro, João Ubaldo; 1998:15) e o grande momento do filme é a personagem Alex possuidora do hermafroditismo verdadeiro ocorrido por um erro de mitose em seu desenvolvimento embrionário normalmente “na 5º semana de gestação os embriões que possuem o cromossomo “Y” desenvolve os grandes lábios (genital) e logo me seguida ele é “costurado” formando o saco escrotal, e o clitóris se desenvolve e pênis “(Apud; Uzunian, Armênio &amp;amp; Birner,Ernesto;2001) no caso do hermafroditismo verdadeiro pela ausência ou não do cromossomo y os grandes lábios não fecharem para dar origem ao saco escrotal e o clitóris se desenvolveu em um pequeno pênis; onde esta pessoa(Alex) deve escolher entre os dois sexo masculino/feminino segundo Foucault “ o Estado não é o único núcleo de poder, mas apenas instituições que detêm certas forma de poder” e são estas instituições que vão fazer política a arte da boa comunicação em proporcionar um ambiente agradável para todos, mas “toda política é uma luta pelo poder (Arendt, Hannah;1970:31)” e neste caso o sexualidade de Alex.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A instituição social família que tem a função de suprir todas as necessidades básicas e carências de seus membros no caso de Alex de um período de tempo (15 anos ) para a escolha de um sexo, mas esta decisão foi catastrófica pois no final Alex preferiu continuar com o hermafroditismo verdadeiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas será que os pais de Alex fizeram à coisa certa em proporcionar esse tempo para escolha? Muitas correntes acadêmicas diriam um sim, mas fazendo uma análise das relações sociais este tema tende a ser bem complexo. Segundo Beourdieu “Campo é um sistema/espaço de posições, existem regras especificas e diferentes em cada campo” e em nosso campo social temos uma construção social em cima de dos órgãos genitais dos indivíduos, segundo Simone Beouvoier “a gente não nasce mulher torna-se mulher” para esta autora o gênero é construído e é em cima desta construção cultural de gênero que temos o sexo intimamente associado ao gênero, como diria Beourdieu por “violência simbólica” haveria menos sofrimento para Alex se seus pais tivessem escolhido um dos sexo mais desenvolvidos e mutilassem o outro do que proporcionar um possível escolha em uma certa idade causando-lhe vários sofrimentos. Quando Freud faz seus estudos sobre a psicanálise e as suas teorias da 1ª 2ª e 3ª infância dentre estes estudos vêem-se intimamente ligado a vontade do individuo de pertencer. Todo ser humano tem em seu inconsciente o desejo de pertencer, os isolar Alex seus pais lhe privaram de se socializar com os indivíduos do mesmo sexo, de compartilhar os heróis de infância onde a criança vê-se espelhado em um herói é seu homem/mulher modelo, mas como Alex poderia compartilhar desses sentimentos e desejos d se associar a um homem ou a uma mulher se sempre viu-se com os dois sexo coisa que todos os indivíduos que a rodeavam mão o tinham? A não escolha de seus pais fez com que Alex fosse socializado com os dois comportamentos e não pertencendo ao mundo masculino e nem ao feminino fez com que ela ficasse sempre marginalizada ente os dois mundo em de um murro, os pais de Alex lhe permitiram passar por u grade sofrimento, traumas, constrangimentos e rejeições da sociedade por não pertencer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Durkheim o homem só se tornou humano porque tornou-se sociável, ele deixa de ser apenas um animal selvagem e constrói sua cultura ”sistema de conhecimentos, idéias, técnicas e artefatos de padrões de comportamento e atitudes que caracterizam uma sociedade“ (Dicionário de Sociologia 1997). Todos nós nessa construção de uma “Campo Social ” (Beourdieu) ou numa sociedade funcionalista (Durkheim) temos que executar nossos papéis sociais e quer queiramos ou não nossa sociedade funcional trata com sanções as pessoas que desviam de seus papeis sociais, Alex gera seu complexo de inferioridade sexual por não pertencer ao mundo ( masculino∕feminino) e por ter um ato sexual castrastrófico por esperar reagir por uma mulher na cópula e acabar desempenhando o papel social de homem justamente com outro homem tendo uma relação homossexual materializando um grande trauma sexual de estudo de paixões causou um grande trauma psicológico que influenciou na sua escolha de sexo que no final das contas nem houve escolha. Em XXY é também mostrado um individuo que possuía hermafroditismo verdadeiro e com 15 anos escolheu um sexo e começou a tomar hormônios e em seguida fez sua operação e por um processo de socialização intenso aprendeu o comportamento masculino de sua cultura e hoje leva uma vida normal, constituiu sua família e é feliz, já não podemos dizer o mesmo de Alex que deverá sofrer varias sanções sociais como o acontecido do filme do desrespeito de um grupo de rapazes, alem dos olhares recriminadores e excludentes de toda aquela comunidade e das outras que sua família se afastou pela deficiência de Alex. As instituições sociais são um mecanismo de proteção da sociedade, são um conjunto de regras e procedimentos padronizados socialmente, reconhecido, aceito e sancionados pela sociedade cuja a importância é manter a organização do grupo e satisfazer as necessidades dos indivíduos que dela participam. Durkheim deixou bem claro em sua obra o quanto acredita que estas instituições e parte em sua defesa com um ponto fundamental para a defesa das instituições sociais, para ele o ser humano necessita se sentir seguro, protegido e respaldado. É nesse sentido que a instituição família de Alex deveria ter lhe proporcionado uma vida com menos sofrimento, traumas e discriminação escolhendo-lhe um sexo e lhe socializando nesse sexo, pois ainda o foco de uma sociedade funcional é a hipocrisia, pois pregam em movimentos sociais a aceitação de uma sexualidade diferenciada da heterossexualidade se no ventre materno nossos pais dizem : - “Vai ser um menino/menina lindo (a)”, nos não vemos os pais acariciando um feto em vida intra-uterina dizer: _ “Vai ser um lindo homossexual”,antes mesmo do nascimento já há uma expectativa do nascituro, o que Durkheim chama da “exterioridade do fato social”. Em suma vivemos em uma sociedade que muitas das vezes clama por uma liberdade sexual, aceitação de uma sexualidade alem da heterossexualidade, mas esta sociedade tem atos totalmente contra o que ela mesma clama falam de liberdade quando na verdade interioriza, legitima e reproduz um conservadorismo sexual. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Autor: Cleodoberto Shakespeare&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-1851419774102971577?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/1851419774102971577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=1851419774102971577' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1851419774102971577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1851419774102971577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/xxy.html' title='Xxy'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-5333088757958049366</id><published>2008-02-14T14:09:00.004-02:00</published><updated>2008-02-18T20:51:15.181-03:00</updated><title type='text'>Construções de identidades de gênero:social ou biológico?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Nos últimos anos o número de pessoas identificadas como intersexo cresceu consideravelmente e passou de 1:14.000 nascimentos (Hurtig, 1992) para 1:2.000 nascimentos (Wilchins, 2002) devido principalmente ao aprimoramento das técnicas diagnósticas. É interessante notar que muitas dessas pessoas que passaram por cirurgias reparadoras da genitália e reposição hormonal durante a adolescência optaram por um papel de gênero diferente daquele originalmente designado, mesmo tendo sido criadas para exercê-lo. Aparentemente a explicação quase unânime dos autores das ciências humanas de que a construção das identidades de gênero é apenas um produto social está incompleta, pois não explica as reais motivações de nossa espécie ao fazer a divisão binária entre gêneros e desvincula o social do biológico, como se fossem duas coisas separadas. Todos os animais sexuados possuem comportamento diferenciado para machos e fêmeas e a razão disso é que este tipo de comportamento facilita a reprodução, pelo fato de que é preciso identificar os sexos. O nosso comportamento social não é algo separado do biológico, pelo contrário, quando comparamos com outros animais sociais percebemos estratégias muito semelhantes. Muitos animais vivem em sociedades e os papeis sociais são definidos de modo a perpetuar a espécie. É verdade que nosso comportamento é mais requintado e complexo do que o de outras espécies, mas isso é apenas porque nosso cérebro cresceu muito e se tornou muito grande em relação ao resto do nosso corpo. Comportamentos considerados humanos podem ser vistos em outras espécies, como atos vingativos e crises de ciúmes, mostrando que não há algo que torne as motivações de nosso comportamento diferente das motivações de outros animais. Não queremos aceitar que somos animais porque somos especicistas, e esta negação pode ser encarada também como uma das várias estratégias de perpetuação da nossa espécie. Outras espécies apresentam esta mesma característica, pois há uma tendência geral de todas as espécies proteger e privilegiar a si próprias por motivos biológicos. Sim, nossos comportamentos e papéis são construções sociais, mas em nenhum momento isso que significa que essas identidades não sejam formadas com propósitos biológicos. Muitas pessoas alegam que somos muito diferentes dos outros animais porque temos cultura, pois bem, todas as espécies possuam características únicas que as diferenciam uma das outras e nem por isso são menos animais. No reino animal há uma infinidade de comportamentos diferentes, na maioria das vezes com o propósito da perpetuação da própria espécie. Um dos truques dos humanos é a flexibilidade, já que as identidades de gênero mudam conforme o momento histórico e a região do planeta, numa tentativa de se adaptar às mudanças. As relações humanas são muito complexas, mas se houvesse um maior intercâmbio de idéias entre as áreas das ciências sociais e a biologia, principalmente na área de comportamento animal, as idéias ficariam mais claras e nós conseguiríamos entender melhor a nossa espécie. Provavelmente, há também o fator genético, pois a socialização não explica os homossexuais, já que todos somos criados para sermos heterossexuais e nem as pessoas intersexo, que decidem por um gênero diferente daquele para o qual são criadas. Nossa sociedade tem dificuldades para aceitar homossexuais, embora muitas pessoas já tenham tido relações sexuais com pessoas do mesmo sexo. A razão  pode ser novamente concernente à procriação, pois eles não possuem  interesse em pessoas do sexo oposto, portanto, as chances de reprodução serão inexistentes. A maioria dos animais tem relações sexuais com os dois sexos e não são recriminadas pelos companheiros, porque isso não representa uma ameaça à própria espécie. É quase impossível que alguém consiga se desvencilhar da trama de relações sociais e opte por ser nem homem, nem mulher, porque a definição de gêneros é uma característica básica de nossa sociedade. Seria uma ameaça potencial para nossa organização social, pois uma subversão desta magnitude colocaria em risco nossa espécie. Como em outras sociedades, a quebra das regras só é tolerada, quando não se constitui em uma ameaça para a estabilidade do grupo. Um lobo Ômega, poderá, por alguma razão, se tornar um lobo Alfa, mas nunca  destruirá  as relações hierárquicas existentes dentro da alcatéia. Se esse lobo abandonar o seu grupo,isso significará sua morte. A punição que a sociedade aplica a uma pessoa  que não tenha gênero definido não provocará sua morte, porém a pressão de todos contra uma pessoa que cometeu um desvio social tão grave quanto esse a deixará tão atormentada que ela não conseguirá viver em paz, sendo persuadida a optar por um ou por outro.  Isso pode soar um pouco determinista, mas não podemos  negar que os  papéis de gênero podem  ser alterados, porém a binaridade homem/mulher nunca poderá ser destruída ou isso significará o nosso fim. Concluímos então, que a nossa estratégia de definição de gêneros tem conseguido lograr êxito, porque a espécie humana está resistindo e não foi eliminada pela seleção natural. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Marta do Amaral Lessa serviço social -2º semestre&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-5333088757958049366?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/5333088757958049366/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=5333088757958049366' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5333088757958049366'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5333088757958049366'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/construes-de-identidades-de-gnerosocial.html' title='Construções de identidades de gênero:social ou biológico?'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6810336618136654873</id><published>2008-02-14T14:09:00.003-02:00</published><updated>2008-02-18T18:44:56.932-03:00</updated><title type='text'>Artigo sobre o documentário XXY de Lucia Puenzo</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n8Rd0yKWI/AAAAAAAAAMI/LXrCiXeRzi8/s1600-h/xxy_daniela.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168439424378349922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n8Rd0yKWI/AAAAAAAAAMI/LXrCiXeRzi8/s320/xxy_daniela.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;Olha-te ao espelho e diz-me que rosto contemplas.Pois é tempo que dele outro rosto se forme.(Shakespeare)&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O filme&lt;em&gt; XXY&lt;/em&gt; foi ganhador do Prêmio da Crítica no festival de Cannes de 2007, e será o candidato oficial da Argentina para a corrida ao Oscar este ano. O filme trata da história da vida de Alex, um(a) jovem intersexual, também conhecido como hermafrodita por possuir os dois órgãos sexuais, que vive um grande dilema: a necessidade imposta pela sociedade de incorporar concepções de masculinidade, feminilidade que foram “naturalizadas” e “normatizadas” ao elementos como o sexo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Partindo dos estudos de Pierre Bourdieu, analisar esta situação vai além da esfera de aceitação individual, ele se refere a este tipo de imposição como uma dominação simbólica. Os dominados devem aceitar as estruturas dominantes e incorporar suas ‘regras’ e ‘padrões’ para estarem inseridos no ciclo de relações sociais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A construção destes símbolos é compartilhada entre povo e Estado, e impõe modelos de dominação através de aparelhos ideológicos como escolas, família e religião. São estas instituições instrumentos para o exercício da hegemonia, que permite a alguns grupos difundir e impor seus ideais, fazer de seu ponto vista o ponto de vista universal. (Melo e Maciel, 2008)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A dominação do corpo e da sexualidade se transformou, ao longo da história, em um forte aliado ao controle das relações de poder. É por ter de se adequar a determinado Campo (Bourdieu, 2001) que Alex tem dúvidas e perturbações por ter que escolher uma identidade sexual, passar por uma cirurgia de redesignação sexual (castração ou mutilação) e se adequar as normas que regem o masculino/feminino. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, o filme surpreende com a escolha de Alex ao decidir que não irá optar entre o masculino e o feminino, mas que vai mais além. É como renegar o Habitus (Bourdieu, 2001), e não aceitar as disposições impostas pela sociedade, ultrapassando os limites impostos por ela. Alex tenta escapar da incorporação das relações de poder, da 'aceitação' da violência simbólica. E tudo que não se enquadra às regras, neste caso, no campo da sexualidade, é combatido essencialmente através de exclusão e preconceito, e é isso que Alex parece estar disposta a enfrentar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Referências: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;BOURDIEU, Pierre.(2001) Meditações Pascalinas. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.&lt;br /&gt;MELO E MACIEL (2008), " Pierre Bourdieu – Meditações Pascalinas”, 31 de Janeiro. Página consultada a 7 de Feveiro de 2008. &lt;&lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/pierre-bourdieu-meditaes-pascalinas.html"&gt;http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/pierre-bourdieu-meditaes-pascalinas.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;SANTOS (2008), "”, 07 de Fevereiro. Página consultada a 10 de Feveiro de 2008. &lt;&lt;a href="http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/resumo-do-filme-xxy-de-lucia-puenzo-por.html"&gt;http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/resumo-do-filme-xxy-de-lucia-puenzo-por.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: Daniela Moura, 7º semestre de Jornalismo&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6810336618136654873?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6810336618136654873/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6810336618136654873' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6810336618136654873'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6810336618136654873'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/artigo-sobre-o-documentrio-xxy-de-lucia.html' title='Artigo sobre o documentário XXY de Lucia Puenzo'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7n8Rd0yKWI/AAAAAAAAAMI/LXrCiXeRzi8/s72-c/xxy_daniela.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-186606834721273047</id><published>2008-02-14T14:09:00.002-02:00</published><updated>2008-02-18T18:06:32.751-03:00</updated><title type='text'>XXY de Lucia Puenzo - Uma visão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; Lucia Puenzo tenta revelar através de Alex (15 anos), um pouco da realidade do intersexo, pessoa que possui as genitálias masculina e feminina. Ela expõe como é ser um, e como a sociedade age em relação a ele, mostrando a influência ditada pelo meio que interfere até mesmo no relacionamento entre os pais e um filho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme é cheio de detalhes sutis, mas que chamam atenção por trazerem a tona, de forma “indireta”, o assunto sexualidade, com mutilação, descriminação, incompreensão e exclusão social. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;    Quando Alex nasce e os pais se deparam com a sua “disfunção” genital, decidem sair de Buenos Aires e ir para um vilarejo no interior do Uruguai, na tentativa de esconder o filho excluído dos padrões da sociedade. O ambiente escolhido como refúgio foi uma costa sossegada com o mar sempre ao fundo e um horizonte carregado, o que leva o drama para um cenário melancólico e solitário, talvez em alusão a vida dessas pessoas, que são classificadas pela sociedade como “espécies raras”, vistas como aberrações, e por isso, são privadas de um convívio social normal.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;    Um ponto interessante no filme é mostrar a cirurgia como uma mutilação que traz conseqüências posteriores, e não apenas um artifício necessário à redesignação sexual. Lucia reforça o fato ao mostrar o pai de Alex realizando diversos procedimentos cirúrgicos em tartarugas, como na que teve uma nadadeira decepada, e até mesmo na mãe cortando o dedo ao fatiar uma cenoura (em alusão à castração). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O pai sabe que a cirurgia desejada pela mãe (ainda mais influenciada pelos amigos, que aqui podem representar o convívio social “normal” que ela anseia) depende da vontade de Alex, da sua decisão. Isso é muito importante, pois “certamente a participação do indivíduo no processo da tomada de decisão quanto ao seu tratamento, principalmente em relação à cirurgia, constitui medida preventiva dos prejuízos causados por uma redesignação sexual posterior ou, o que seria mais grave, pela convivência forçada com um sexo designado sem estabelecimento de identificação”. (Santos e Araújo, 2003).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, ao se deparar com a filha penetrando um homem, ele não sabe mais ao certo como agir. Pela primeira vez, percebeu realmente que não poderia continuar sem se posicionar em relação à situação da filha: “-Não se iluda, Alex nunca vai ser uma mulher. Não adianta tomar os corticóides.”. Mas ele tinha que aceitar o que a filha escolhesse, e não o que a esposa, a sociedade ou ele desejavam.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; Alex então se vê em um dilema, pois não sabe ao certo o que é, como afirma: “-Eu sou os dois!”, e tenta conviver normalmente. No entanto, quando se depara com o mundo exterior, sente medo de se expor e se relacionar, pois tem medo do próprio corpo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando tentam abusar dela, talvez seu maior medo não seja sofrer uma agressão física, mas de ser exposta e descriminada, como se fosse uma atração cômica e bizarra. Talvez por isso, os jovens intersexo não se relacionam direito com os outros, pois se sentem excluídos e reprimidos, como se não fizessem parte da sociedade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pode-se concluir que a realidade do intersexo não pode ser assim tratada, abafada com panos quentes. É importante que a sociedade se preocupe não só com atributos físicos, mas também com a personalidade, a formação psicológica do intersexo, lhe concedendo seu direito de plena liberdade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Podem-se esconder da criança a cirurgia e o laudo médico, mas sempre ficam as cicatrizes no corpo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Kariel Alexander de Araújo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-186606834721273047?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/186606834721273047/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=186606834721273047' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/186606834721273047'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/186606834721273047'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/xxy-de-lucia-puenzo-uma-viso.html' title='XXY de Lucia Puenzo - Uma visão'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-2892824354021279320</id><published>2008-02-14T14:09:00.001-02:00</published><updated>2008-02-18T18:01:28.735-03:00</updated><title type='text'>Questão social do gênero – o caso de Alex</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;XXY&lt;/em&gt; é um filme que aborda um caso muito diferente de tudo aquilo que nossa sociedade está acostumada a viver, e não se encaixa em nenhum dos padrões que ela dita. Alex possui os dois sexos, é tida como aberração, precisa viver escondida com seus pais para fugir das censuras sociais e ainda não conseguiu definir seu gênero.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme mostra claramente a estrutura social construída a partir dos sexos, ou dos gêneros. E é essa construção que Judith aborda em seu texto: homem – macho – masculino; mulher – fêmea – feminino; onde cada um tem suas atribuições definidas, sendo quase impossível alterá-las. E mostra também como é difícil fugir desse padrão. Como no caso do menino Álvaro, na hora em que o pai diz que ele não tem talento nem nada, mas ainda bem que não é gay, por achar que Álvaro gosta da Alex como mulher e não como homem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E no momento em que Alex se vê envolvida com Álvaro e é questionada sobre sua preferência por homens ou mulheres ela descobre como a sociedade pode afetar a vida do indivíduo, sua liberdade e identidade. Por que sendo homem ela só pode se relacionar com mulheres? E sendo mulher se relacionar apenas com homens? Porque Alex deve escolher entre um gênero e outro para aí sim ter seu sexo definido? Se Butler coloca que o gênero é uma construção cultural e não é fixo como o sexo (biológico), porque Alex vivencia esse dilema de escolha?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alex vive situações que mostram bem essa construção da existência de dois gêneros: uma quando ela quebra o nariz do amigo: ela é tratada por seus pais como sendo homem, macho que teve a coragem de agredir alguém e outra quando é machucada por rapazes na praia: seus pais protegem-na, buscam saber qual a melhor forma de ter justiça sem que, para isso, tenham que expor Alex.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E nesse dilema todo, entra a questão do Estado, onde ele pode interferir, qual o seu papel no caso. Alex podia optar por fazer uma cirurgia e retirar um dos sexos, o Estado poderia oferecer toda a assistência para que isso aconteça. Mesmo que minimamente, o Estado pode contribuir, apesar desse problema ser genuinamente social.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Juliana Aretz, biblioteconomia – 7º semestre&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-2892824354021279320?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/2892824354021279320/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=2892824354021279320' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2892824354021279320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2892824354021279320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/questo-social-do-gnero-o-caso-de-alex.html' title='Questão social do gênero – o caso de Alex'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6654907161746869396</id><published>2008-02-14T14:09:00.000-02:00</published><updated>2008-02-18T17:44:06.485-03:00</updated><title type='text'>Classificação general</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Tendo como material primário um raro caso observado na medicina, o diagnóstico de pseudo hermafroditismo, a argentina Lucia Puenzo dirigiu o longametragem XXY no ano de 2007. O enredo trata da história de Alex, uma adolescente pseudo-hermafrodita de quinze anos. Após seu nascimento, a criança  foi levada com os pais de Buenos Aires ao Uruguai, onde viveu distante de intervenções cirúrgicas e comentários sobre sua formação sexual. No entanto, esse isolamento não impediu que o drama da descoberta da diferença entre seu corpo e a maior parte dos demais afetasse Alex. Arredia e curiosa, a jovem interessa-se por Álvaro, filho de um casal que se hospeda na casa no Uruguai. Como é correspondida, os dois jovens viverão uma complicada relação onde o conflito de identidade sexual é colocado em questão. Partindo desse quadro, Lucia desperta o espectador para a problemática do chamado intersexo, o estágio situado entre o da feminilidade e o da masculinidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O indivíduo que encontra-se nesse espaço não observa nenhuma referência no mundo, uma vez que é o diferente, aquele que foge do comum. Não existem, por exemplo, demonstrações midiáticas sobre a existência dos indivíduos pertencentes ao intersexo. Se a política vigente não inclui sequer os homossexuais, que morfologicamente não diferem da maior parcela da população, aqueles dotados de estado sexual não definido fisicamente e talvez psicolgicamente tampouco detém seu lugar na sociedade.  Ao falar sobre o filme, Puenzo deixa claro que sua intenção não é a de apresentar um caso clínico e também evidencia que o cariótipo XXY, pertencente aos portadores da Síndrome de Klinefelter, obviamente não é relatado nas filmagens. Em verdade, os holofotes estão voltados para a questão do estranhamento ao que não é padrão, mais precisamente as pessoas intersexuais. No modelo de classificação general, não há definição para os que não são homens perfeitos ou mulheres perfeitas. Os homossexuais, que se denominam como parte de um terceiro sexo, encontram sérias dificuldades na obtenção de direitos que humanitariamente seriam-lhes atribuídos sem qualquer hesitação, e isso ocorre devido à rigidez do referido modelo excludente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As relações entre gêneros baseam-se num histórico de detenção do poder. Embora existam comprovações de sociedades matriarcais, sobretudo na pré-história, aquilo que hoje é evidente não consiste senão no domínio do sexo masculino sobre o feminino. Além disso, não é dispensável dizer que em tal classificação nunca houve espaço para uma abordagem que tranpusesse suas fronteiras. Um indivíduo situado no intersexo só poderia ter em seus documentos a devida especificação general após uma intervenção cirúrgica. Caso a operação não ocorra, anos após o nascimento o provável seria o intersexual defrontar-se com a contradição existente entre seu próprio corpo e o padrão impresso em sua certidão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“O preconceito a respeito de casos de hermafroditismo é tanto,  diz a doutora Andréa Guerra, que às vezes acho que o pai prefere dizer aos familiares que o filho possui um problema cardíaco grave ao revelar não saber se é menino ou menina.” Tal constrangimento deixaria de existir caso essa classificação se tornasse mais humana e flexível. Em verdade, o aspecto dos órgãos genitais pouco importa na produtividade material ou intelectual de um ser humano, excetuando-se algum raro dano à saúde que uma má formação possa ocasionar, falta de fertilidade ou problema psicológico causado pela intolerância social. Do mesmo modo que etnia e condição econômica, classificação general e orientação sexual não são critérios capazes de julgar capacidades, e se possuem caráter discriminatório é em decorrência da má educação e  ausência de esclarecimento das pessoas, algo que para ser eliminado exije ampla reforma cultural.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Ana Mendes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6654907161746869396?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6654907161746869396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6654907161746869396' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6654907161746869396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6654907161746869396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/classificao-general.html' title='Classificação general'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-1125506251008250119</id><published>2008-02-14T14:08:00.002-02:00</published><updated>2008-02-15T17:01:55.299-02:00</updated><title type='text'>Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7W4YN0yKOI/AAAAAAAAALI/QcAU0IUOcH0/s1600-h/xxy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167238873644935394" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 228px; CURSOR: hand; HEIGHT: 176px" height="187" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7W4YN0yKOI/AAAAAAAAALI/QcAU0IUOcH0/s320/xxy.jpg" width="249" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme XXY trata de uma adolescente que possui um distúrbio nos cromossomos sexuais, chamado síndrome de Klinefelter, conhecido vulgarmente como hermafrodita. Alex juntamente com seus pais mudam-se da Argentina para o Uruguai em busca de paz para resolverem seus problemas. Podemos relacionar essas questões que rondam a cabeça de Alex com o trabalho de Judith Butler que tem como finalidade expandir e realçar um campo de possibilidades para a vida corpórea.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Judith Butler vai de encontro com a concepção de gênero no século XIX (FOUCAULT, 1993), a natureza biológica do corpo é o elemento que define tudo. O conceito de sexualidade está comprometido desde o seu surgimento do essencialismo (FOUCAULT, 1993; COSTA, 1992), com uma forma machista de ver o mundo. A pós-estruturalista, Butler, afirmará que a dicotomia heterossexual “é tão falsa e vazia de essência quanto a homossexual, pois não deixa de ser imitação de um ideal de masculinidade ou feminilidade, muitas vezes inatingível, que não possui correspondência alguma com uma suposta essência ou natureza, algo que estaria inscrito na nossa mente e no nosso corpo.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Alex sofre com esse essencialismo por ter os dois sexos e uma “opção de escolha” em relação ao gênero que pode ser ou não oposta ao desejo. O sofrimento se dá devido as categorias de gênero estabelecidas em uma relação binária homem-mulher. Segundo Simone Perelson, doutora em psicopatologia fundamental e psicanálise pela Université Paris, a crítica do binarismo dos gêneros leva Butler à crítica da distinção sexo-gênero, ao conceito de um sexo natural ou pré-discursivo, por um lado, e um gênero culturalmente construído, por outro. É importante destacar, que a oposição do sexo natural ao gênero cultural faz com que a natureza feminina seja subordinada pela cultura masculina. A crítica de Butler à idéia de um sexo natural tem seu fundamento na crítica de Foucault que trata a cultura como efeito de uma lei repressiva, de um lado, uma sexualidade subversiva, livre da lei, do discurso e do poder e, de outro lado, a lei repressora. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Após a análise crítica de algumas formulações teóricas nas quais uma estratégia de subversão do gênero estaria em ação, Judith Butler esclarece que a estratégia política capaz de subverter as noções naturalizadas do gênero e a ilusão da identidade fundadora consiste em: 1) São as práticas que ao produzirem uma discordância subversiva entre sexo, gênero e desejo, questionam suas relações e permite desconstruir a aparência substantiva do gênero e da identidade. 2) o meio para esta desconstrução se encontra nas deformações, nas “performances dissonantes e desnaturalizadas que revelam que o original nada mais é do que uma paródia da idéia do original e do natural”.3) Os atos políticos são atos que subvertem a partir dos termos da lei, revelando uma outra versão da cultura, versão que surge quando a cultura se vira contra si mesma e gera mudanças inesperadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essas mudanças podem ser alcançadas através de movimentos que tem como identidade não a sua natureza, mas sim a sua interpretação. Butler em seu livro esclarece como são naturalizadas as noções construídas culturalmente. O filme retratou bem a situação provocada no texto “Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade”, Alex em nenhum momento sofreu alguma coerção direta do Estado, no entanto era pressionada constantemente na busca de um sexo para que desse a ela um gênero “compatível” seguindo a estrutura binária do sexualismo. O texto é bastante teórico em um nível imaginário filosófico como ela mesmo afirma, mas com certeza tem o escopo de torná-lo real.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autora: Larissa Melo - Biblioteconomia 7º Semestre&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-1125506251008250119?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/1125506251008250119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=1125506251008250119' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1125506251008250119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1125506251008250119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/problemas-de-gnero-feminismo-e-subverso.html' title='Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7W4YN0yKOI/AAAAAAAAALI/QcAU0IUOcH0/s72-c/xxy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-5420764906244227859</id><published>2008-02-14T14:07:00.000-02:00</published><updated>2008-02-15T14:03:51.196-02:00</updated><title type='text'>XXY - Lucia Puenzo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Judith Butler faz uma reflexão aprofundada sobre a distinção entre sexo e gênero. Ambas são construções sociais e interferem muito na nossa vida. E até que ponto algo instituído socialmente tem o direito de afetar a liberdade de cada pessoa? Esse é um aspecto bastante relevante pois se trata da individualidade de cada um.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A todo momento, estamos sujeitos a conceitos que são encarados como verdades absolutas e com isso, pessoas sofrem. A sociedade carrega cicatrizes da falta de aceitação e respeito às individualidades e com isso a própria sociedade perde. Um exemplo: A adoção por parte de casais homossexuais. Está bastante óbvio que as estruturas de família em nossos dias andam bastante defasadas. Mas um casal que se propõe a dar um lar e, sobretudo, dignidade a uma criança que possivelmente estaria entregue à própria sorte é condenado porque possui um estilo de vida diferenciado. É um tanto quanto paradoxal dizer que tal decisão preza por respeito a valores familiares quando, na maioria das vezes, estão privando a criança de possuir uma família. A causa homossexual deveria ser mais debatida e não jogada de lado como um assunto que causa constrangimento. E por que causa vergonha e é tão difícil discutir isso? Talvez porque o homem heterossexual se sinta incomodado com o fato de outro homem renegar a sociedade patriarcal a que ainda estamos submetidos e admitir ser sensível e precisar de outra figura que denote força a seu lado: outro homem. Ou talvez porque a mulher ainda se sente muito confortável na sua posição da “protegida” (ou se sinta amedrontada) e se mostra coagida ao ver outra mulher assumir o controle da situação. Gostaria de deixar claro que não estou generalizando e muito menos estereotipando os homossexuais femininos e masculinos, mas, infelizmente, o retratado acima ainda se verifica com muita força em nossos dias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas porque discutir a homossexualidade? Por que nos interessa saber o que leva a pessoa a enveredar por esse caminho? Adianto que acredito, acima de tudo, no puro e simples desejo, além de afinidades de características que só encontramos em homens ou mulheres. A relação homossexual é o cerne de toda essa discussão, entretanto há outras vertentes: O caso dos interssexo, dos homens que se sentem mulheres e vice-versa, dos transexuais, dos travestis, etc. E as pessoas continuam englobando tudo em uma só categoria, a qual é amplamente discriminada e vítima de preconceito, sem serem levadas em conta as particularidades de cada caso. O lado “humano” do indivíduo freqüentemente é renegado e ele não passa de uma aberração, como bem retrata o filme &lt;em&gt;XXY&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Legalmente falando, todos somos homens e mulheres, o que nos garante igualdade perante a constituição. O que nos difere, neste caso, é a orientação sexual. Dessa forma, enquanto cidadãos nossos direitos individuais devem ser preservados e garantidos. Portanto, da mesma forma que a relação heterossexual é amplamente amparada pela lei, necessitamos de uma legislação própria para os homossexuais. A lei que protege as mulheres da violência doméstica é enfática quando diz: &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lei 11.340/06 – Art. 5°, parágrafo único:&lt;br /&gt;”Art. 5°. Para os efeitos desta Lei, configura violência doméstica e familiar contra a mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial: Parágrafo único. As relações enunciadas neste artigo independem de orientação sexual”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fica claro que o legislador assume a união estável existente entre mulheres e, por analogia, isso seria extensivo aos homens. É impossível fugir dessa realidade e negar que essas uniões existem. Precisamos avançar e requerer um aparato legal. Necessitamos garantir os mesmos direitos, pois perante a lei, nunca deixamos de ser iguais: Somos sempre, antes de qualquer condição sexual, homens e mulheres.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A atração pelo mesmo sexo é tão questionável por ser considerada subversão ou rompimento com normas socialmente prescritas de comportamento sexual e/ou amoroso. Logo, tudo é questão de definição. A heterossexualidade se impôs, ganhou espaço e hoje em dia não é sequer questionada ou debatida. É com o advento do cristianismo que as relações homossexuais passam a ser vistas como pecaminosas e então todo o poder de convencimento que a religião possui sobre as massas é evocado e forma-se um conceito que vai se enraizando com o passar do tempo, vai tornando-se uma construção essencialista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A homossexualidade ainda é vista com maus olhos e creio que assim o será por muito tempo, porém, as conquistas das minorias nos servem de estímulo. O respeito e a aceitação já conquistados pelos negros e pelas mulheres podem nortear a luta pela causa homossexual. As mudanças são lentas, mas em algum tempo acontecem, até porque não vão ser todas as pessoas que irão se submeter a paradigmas institucionalizados que pretendem ser imutáveis. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Autora: Larissa Timo – Estatística (8° Semestre)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-5420764906244227859?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/5420764906244227859/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=5420764906244227859' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5420764906244227859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5420764906244227859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/xxy-lucia-puenzo.html' title='XXY - Lucia Puenzo'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4400385208330989737</id><published>2008-02-14T14:06:00.004-02:00</published><updated>2008-02-14T14:11:44.896-02:00</updated><title type='text'>Mais um recorde de vendas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7Rny90yKLI/AAAAAAAAAKw/2yupybVDok0/s1600-h/os_opostos_rodrigo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166868797787875506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 257px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px" height="274" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7Rny90yKLI/AAAAAAAAAKw/2yupybVDok0/s320/os_opostos_rodrigo.jpg" width="279" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Esta semana assisti mais uma notícia de record de vendas de carros novos, em janeiro deste ano se constatou um aumento de 40% nas vendas em relação a janeiro de 2007. As montadoras já não estão dando conta de atender a procura e a espera por um zero quilômetro pode chegar a três meses para os veículos mais populares. O mais interessante foi notar a alegria do repórter ao dar a notícia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se por um lado estes números impressionantes aquecem o mercado, gerando empregos, e fortalecendo o comércio, por outro entopem cada vez mais os grandes centros e contribuem para um outro aquecimento, o global!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existe todo um fetiche, toda uma ilusão criada em torno do consumo de um carro, podemos notar no filme Apocalipse motorizado, a construção social de que é feita segregando as pessoas que não o possuem. “Não seja mais dirigido, dirija!”, esta é a frase presente em uma das propagandas exibidas no filme, ela coloca um ponto de vista que retrata o “Mito do consumo interminável” que está impregnado em nossa sociedade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Segundo Illich (1985) há um monopólio radical que cria a dependência entre o homem e as ferramentas industrializadas. Assim as cidades são planejadas e modeladas em função do automóvel, as doenças só são curadas com drogas fabricadas em laboratórios, a alimentação depende de comidas industrializadas, a comunicação depende do telefone, e para manter-se informado sobre os novos padrões estipulados necessitamos da televisão, rádio e internet. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nossas escolas são primordiais no processo de reprodução deste modelo, já que o saber é um bem exposto ao mercado. O conhecimento é mercantilizado, as instituições de ensino estão legitimadas pela sociedade para monopolizar o saber. Assim a escola institucionalizada buscando sua perpetuação, exerce controle social para padronizar mentes consumidoras. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltando aos automóveis, temos como alternativa para a questão do aquecimento global o uso de biocombustíveis que é uma alternativa positiva, mas se o crescimento da produção deste setor implicar em derrubada de floresta, como ocorre na ampliação das fronteiras agrícolas para expansão agropecuária e agricultura, este fator positivo é neutralizado. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maioria das medidas adotadas até hoje me parecem mais uma jogada de marketing, um oportunismo, já que este é o assunto do momento. Devemos rever nossos hábitos e reduzir o consumo!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;ILLICH, I. La convivencialidad. México: Joaquim Mortiz/Planeta, 1985. (pág. 65 a 81).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Rodrigo César Cavalcanti do Nascimento - Química 7º semestre&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4400385208330989737?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4400385208330989737/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4400385208330989737' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4400385208330989737'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4400385208330989737'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/mais-um-recorde-de-vendas.html' title='Mais um recorde de vendas'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7Rny90yKLI/AAAAAAAAAKw/2yupybVDok0/s72-c/os_opostos_rodrigo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-9143338271625644109</id><published>2008-02-14T13:56:00.001-02:00</published><updated>2008-02-15T14:00:08.718-02:00</updated><title type='text'>A sociedade do automóvel e suas repercussões</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7W2nN0yKNI/AAAAAAAAALA/rszjVLZ9Gvk/s1600-h/figura_Sociedade_do_Autom%C3%B3vel_nat..JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167236932319717586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 226px; CURSOR: hand; HEIGHT: 193px" height="210" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7W2nN0yKNI/AAAAAAAAALA/rszjVLZ9Gvk/s320/figura_Sociedade_do_Autom%C3%B3vel_nat..JPG" width="242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A Sociedade do Automóvel retrata uma realidade verificada não somente na cidade de São Paulo, foco das questões mostradas no filme, mas também em todas aquelas que a população se apóia nos sistemas de transporte para fins diversos, ou seja, praticamente todas as cidades modernas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os personagens citados diversificam-se quanto às funções nos meios sociais e suas formas de locomoção utilizadas. Cada um representa certo setor da sociedade, expressando características gerais inerentes a este, como a Lucianne, empresária que trabalha em um shopping e tem no automóvel seu meio de transporte, explicita ao afirmar que o carro é, além de mais eficiente no seu caso, um status adicional.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O auxiliar de qualidade Ricardo e a cozinheira Luciana, no entanto, enfrentam maiores dificuldades e refletem a falta de integração do sistema público de transporte, tendo como conseqüências o aumento no tempo para atingir o objetivo desejado e o preço que, como não é único, acumula-se, ficando elevado. Isto, pois, ambos têm de utilizar três meios de transporte para chegar ao local de trabalho. Além disso, é citada na entrevista a dificuldade encontrada pelos dois para o entretenimento aos fins de semana, já que o fato da demora dita anteriormente desestimula a saída de casa para o shopping, por exemplo, ou diversão semelhante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos entrevistados mais curiosos foi certamente o professor João Campos, que apesar de ter carro, utiliza-se, segundo ele em 90% dos casos, a bicicleta como meio de locomoção. Uma observação interessante dita pelo professor é a questão da percepção do meio pelo indivíduo quando se utiliza do carro e fora dele. No primeiro caso, comprovado pela empresária Lucianne, pouco se presta atenção na paisagem, mudanças no meio ambiente e até mesmo no que está em volta, já que a pessoa está focada, em grande parte das vezes, no trânsito. A bicicleta, todavia, extende essa realidade, visualizando melhor o que está acontecendo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há também a questão da segurança, ressaltando um maior número de assaltos quando as pessoas estão de carro, apesar destas se sentirem mais seguras dentro dos mesmos, sendo, como muito dito, o veículo uma extensão da casa. Esta estatística não pode ser ampliada para demais cidades como, por exemplo, Brasília, devido ao maior fluxo e continuidade no trânsito. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo dados recentes, a cada seis horas morre uma pessoa na cidade de São Paulo por acidente de carro. A reflexão “o carro é um acidente procurando algum lugar pra acontecer” citada no filme pode ser bem inserida neste contexto. Além disso, 70% da poluição é causada por carros, provocando a morte de milhares de paulistanos devido a fumaça expelida pelos carros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já dito no início deste, mas merecedor de um tópico é a questão do status, que move boa parte da economia moderna. Cabe ressaltar que, segundo Max Weber, há uma distinção entre status e classe social, sendo que o primeiro é uma idéia-chave na estratificação social. Todavia, alguns sociólogos empíricos contemporâneos fizeram a fusão das duas idéias em um "Status Sócio-Econômico", geralmente tendo como operação uma simples tabela de rendas, educação e prestígio ocupacional. Os dizeres “Prefiro dirigir a ser dirigido” da feira de carros mostrada são o reflexo de uma população influenciada pela mídia e o que a sociedade considera bom para estar inserido nela. O questionamento que se faz é qual a mudança em se ter uma ferrari ou andar de ônibus. Será que realmente a personalidade de uma pessoa pode ser moldada pelas tendências modernas do que é bonito, bom e influente?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma ressalva deve ser feita quanto à obediência dos motoristas ao Código Brasileiro de Trânsito, citada como praticamente nula na cidade de São Paulo. Em uma análise comparativa, em Brasília, como pode ser constatado por entrevistas a pessoas que não residem ou residiam nesta e ao sair nas ruas, o respeito aos pedestres é um fato pouco visto no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;André Gorz, filósofo autro-francês, afirma no filme que &lt;em&gt;o carro desperdiça mais tempo do que economiza e cria mais distâncias do que supera&lt;/em&gt;. Essa noção de distância pode ser empregada no campo da solidão, que é muitas vezes causada pela utilização do veículo. Simmel é, por muitos considerado, o sociólogo mais importante na construção social do ego e da solidão. Em seu âmbito, a solidão é, quando se estuda a construção social do indivíduo, um subproduto. Assim, o carro tornou-se, especialmente nos últimos anos, uma ferramenta que produz esse sentimento, muitas vezes sem a percepção da pessoa. Cabe a cada um, portanto, a reflexão sobre o que realmente vale a pena quando se analisa questões como conforto, status, efetividade e estilo de vida fora e dentro de um carro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Natália Resende Andrade – Engenharia Civil, 7º semestre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-9143338271625644109?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/9143338271625644109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=9143338271625644109' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/9143338271625644109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/9143338271625644109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/sociedade-do-automvel-e-suas.html' title='A sociedade do automóvel e suas repercussões'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7W2nN0yKNI/AAAAAAAAALA/rszjVLZ9Gvk/s72-c/figura_Sociedade_do_Autom%C3%B3vel_nat..JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-5313320852575058427</id><published>2008-02-13T17:41:00.001-02:00</published><updated>2008-02-13T17:43:55.273-02:00</updated><title type='text'>CAOS MOTORIZADO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O numero de veículos na capital federal no ano de 2007 atingiu a cifra de 1 milhão de carros fazendo a proporcão de veículos por pessoa aumentar de 1 carro para 4 pessoas no ano de 2000 onde a quantidade de veículos em circulação era de 500 mil unidades para o de 1 carro para 2 pessoas no ano de 2007 (correio Brasiliense , 2 fevereiro de 2008) fato que assusta e que está ocorrendo em outras capitais importantes como em são Paulo onde a frota já atingiu a cifra de 5 milhões de unidades no ano de 2007 (folha de São Paulo, 16 de setembro de 2007). Esse crescente número de veículos tem trazido diversos problemas sociais e ambientais. A poluição é um desses problemas ocasionados por essa massa incessante e crescente de veículos que tem crescido de forma descontrolada e sem o menor planejamento liberando toneladas de dióxido de carbono sendo responsáveis por até 80% da poluição atmosférica nos grandes centros urbanos. Em São Paulo todos os dias são inseridos 500 novos veículos automotores aumentando assim os já imensuráveis congestionamentos existentes tornando o problema cada vez maior e dificultando assim sua solução. Um exemplo clássico e de fácil visualização e que as áreas verdes em São Paulo diminuem consideravelmente e continuamente tudo para dar acesso ao apetite voraz da indústria automobilística. Em Brasília em nossa capital federal no ano de 2008 os investimentos realizados no governo de José Roberto Arruda na pavimentação e duplicação da BR 020, que liga Planaltina a Formosa, e de 73 milhões reais. Ainda no ano de 2008 foram realizados investimentos na duplicação das vias Hélio Prates e na ampliação da BR 450, conhecida como via Epia onde foram gastos mais 100 milhões. Esses dados mencionados acima representam uma pequena parte dos 500 milhões de reais investidos em pavimentação demonstrando claramente que existe uma tendência de aumento na frota de veículos no Distrito Federal. Até agora nenhuma política séria foi tomada visando minimizar os problemas ocasionados por esse aumento no tráfego de veículos nas ruas da capital federal e em São Paulo e que o transporte alternativo sempre fica em segundo plano demonstrando uma falta de respeito para com o meio ambiente e a saúde da população dos grandes centros urbanos que são os que mais sofrem com o problema de tráfego. Essa questão sabe-se não é de fácil resolução e está relacionada fortemente com fatores político e econômicos que giram em torno da indústria petroquímica e dos grandes pólos industriais que fabricam carros que tem feito do veiculo automotor o melhor meio de transporte contrariando políticas publicas adotadas por exemplo por Oscar Niemeyer arquiteto e urbanista que planejou Brasília em quadras no qual em tese os seus moradores pudessem resolver a maioria de seus problemas à pé. O fato é que as grandes empresas envolvidas no ramo dos transportes tem grande poder econômico e lobby forte nos governos federal, estadual e até municipal fazendo assim prevalecer os interesses econômicos em detrimento dos interesses sociais incentivando os governos a pavimentar e construir ruas, viadutos, pontes....para poderem vender mais e mais automóveis e aumentar mais e mais seus lucros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Alexandre Zandona&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-5313320852575058427?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/5313320852575058427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=5313320852575058427' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5313320852575058427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/5313320852575058427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/caos-motorizado.html' title='CAOS MOTORIZADO'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6843726918376710640</id><published>2008-02-13T17:36:00.003-02:00</published><updated>2008-02-13T17:40:56.227-02:00</updated><title type='text'>Transporte Ativo - Apocalipse Motorizado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NHOd0yKJI/AAAAAAAAAKg/SCi09cQXUvg/s1600-h/Figura_ArtigoI_Felipe_Carvalho_Silveira_0377538.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166551511373850770" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" height="180" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NHOd0yKJI/AAAAAAAAAKg/SCi09cQXUvg/s320/Figura_ArtigoI_Felipe_Carvalho_Silveira_0377538.jpg" width="280" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A Revolução Industrial consistiu um conjunto de mudanças tecnológicas com profundo impacto no processo produtivo em nível econômico e social, alterando completamente a maneira de viver das populações dos países que se industrializaram. A necessidade de circulação, associada aos desejos de realização das atividades sociais, políticas e econômicas tornou o automóvel um utensílio quase que indispensável na sociedade (RAIA Jr., A. A, 2004).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O automóvel está em destaque entre os bens mais cobiçados e ocupa, para muitos, o primeiro lugar nessa lista, pois expressa status, prestígio, poder, realização e liberdade. A consciência humana dobra-se, a cada minuto, às exigências de uma racionalidade econômica difundindo pelo mundo seu produto nocivo e majestoso, o automóvel (Robert Kurz, 1997). Temos aqui a concepção do automóvel como símbolo das possibilidades infinitas do homem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Inicialmente o carro surgiu como um meio evoluído de transporte, um transporte pessoal, que daria maior mobilidade e liberdade no ir e vir. Mas, em pouco tempo, o automóvel tornou-se um objeto de desejo, o sonho de consumo de todos. A empresa automobilística que desejasse prevalecer deveria utilizar estratégias diferenciadas para estabelecer o seu produto no mercado. Foi através dessa necessidade que surgiu uma nova forma de vender. O produto deixava de ser um objeto que supria suas necessidades básicas e passava a ser um objeto que transmitiria os valores já mencionados. Através do interesse das indústrias pelo lucro, a necessidade de consumo confundiu-se com o desejo de consumo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Existe uma relação que pode ser ativa ou passiva no trânsito. O papel ativo é caracterizado por um movimento e, por conseguinte, pela necessidade de consumir o espaço de circulação. De outro lado, o papel passivo é estacionário, ou seja, ele não consome espaço de circulação, porém é afetado pelo indivíduo que consome (RAIA Jr., A. A, 2004).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a globalização, a rápida propagação da informação e da tecnologia, a velocidade no deslocamento das pessoas tornou-se uma necessidade. O mundo ficou mais corrido e mais veloz. O automóvel passou a ser cada vez mais valorizado. A construção de vias para melhor atender esse público passou a ser prioridade em detrimento aos investimentos em transporte público. Tornando os motoristas mais importantes que os pedestres.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil, a partir da década de 60, por causa do crescimento da indústria, a abertura do país para a instalação de grandes montadoras e a disputa para a conquista do mercado, o carro tornou-se mais acessível à população, causando o aumento da frota de automóveis nas ruas, principalmente nas grandes metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro. Com isso políticas públicas tiveram que ser adotadas, como, por exemplo, no lugar da praça, o shopping center; no lugar da calçada, a avenida; no lugar do parque, o estacionamento e, como conseqüência, em vez de vozes, motores e buzinas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O inchaço nas grandes cidades foi avançando no passar das décadas. A conseqüência desse aumento na quantidade de carros nas ruas foi se agravando. Muitos dos problemas do mundo contemporâneo provêm da sua utilização massiva: a emissão de gases que modificam o efeito estufa, promovendo um maior aquecimento e alterações climáticas, o aumento do ruído nas cidades ou a desaparição dos espaços urbanos dedicados ao ócio e ao lazer. Outros dos efeitos negativos do automóvel são resultados dos custos com a sua aquisição e com a manutenção, bem como os acidentes que causam, principalmente quando associados à imprudência e a bebidas alcoólicas (Manuel, 2007).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;As idéias, acima mencionadas, apresentam o carro com uma função distorcida daquela para qual foi criado, tendo diferentes significados ao longo do tempo. Assim, a relação do homem com a máquina é mais passional do que uma relação com um meio de transporte. Como, por exemplo, sendo o automóvel utilizado como se fosse uma casa, o condutor tenderá a reproduzir as suas ações em público com valores particulares, considerados pessoais, próprios do seu ambiente restrito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;RAIA Jr., A.A. Engenharia e Segurança de Tráfego. 2004.&lt;br /&gt;KURZ, R..O oco do fetichismo. 1997.&lt;br /&gt;ORTEGA, M. M. Depois do acidente de viação, quanto custa a oficina?. 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Felipe Carvalho Silveira, Estudante do 10° Semestre de Agronomia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6843726918376710640?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6843726918376710640/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6843726918376710640' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6843726918376710640'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6843726918376710640'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/transporte-ativo-apocalipse-motorizado.html' title='Transporte Ativo - Apocalipse Motorizado'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NHOd0yKJI/AAAAAAAAAKg/SCi09cQXUvg/s72-c/Figura_ArtigoI_Felipe_Carvalho_Silveira_0377538.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4596009263635738185</id><published>2008-02-13T17:31:00.002-02:00</published><updated>2008-02-13T17:35:51.597-02:00</updated><title type='text'>A clausura de vidro e aço</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NGJ90yKII/AAAAAAAAAKY/JDj5rNzEQYc/s1600-h/Imagem_Miakael_Automovel"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166550334552811650" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 241px; CURSOR: hand; HEIGHT: 173px" height="180" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NGJ90yKII/AAAAAAAAAKY/JDj5rNzEQYc/s320/Imagem_Miakael_Automovel" width="266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O automóvel é hoje, muito mais que um simples meio de transporte, é símbolo de poder e status. Mas, além disso, é também responsável por grande parte das emissões de carbono na atmosfera. Um “problema” que tem suas raízes situadas antes de 1896 – data da primeira aparição pública de um carro Ford -, raízes fincadas na Revolução Industrial, no mundo capitalista. Existiriam, então, saídas para conter, ou até mesmo extinguir – como a um câncer, por completo -, esse &lt;em&gt;Apocalipse Motorizado,&lt;/em&gt; essa epidemia sobre quatro rodas?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Revolução Industrial não é simplesmente um acontecimento, ela é um processo. Um conjunto de transformações tecnológicas, econômicas e sociais, que tem inicio na Inglaterra, em meados do século XVIII. A introjeção das máquinas fabris aumentou o rendimento e a produção. A Inglaterra projetou sua industrialização cinqüenta anos à frente de todo o continente europeu. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Passamos por uma primeira (embalada pelas máquinas a vapor), por uma segunda (situada entre 1860 e a Primeira Guerra Mundial, onde o carvão dá lugar ao petróleo e a eletricidade como novas fontes de energia), e vivemos, hoje, uma Terceira Revolução Industrial (pós Segunda Guerra, caracterizada pela presença dos computadores, dos&lt;em&gt; softwares&lt;/em&gt;, dos robôs na organização social e econômica de nossas atividades).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vivendo em uma sociedade capitalista, globalizada. É quase impossível não ser contaminado pelo consumismo: essa vontade de ter e de comprar, cada vez mais, mesmo que em demasia, em excesso. Um carro importado é, aparentemente, um carro importado, mas todos sabemos que ele também pode representar poder e prestígio. O automóvel é agora um membro, um novo órgão de nosso corpo, não mais um bem, um objeto, uma posse. Estamos presos a ele, dependentes de uma falsa impressão de segurança que nos é passada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dizem que: “A necessidade é a mãe da invenção”. Mas a princípio, o automóvel era uma resposta a uma determinada dificuldade, uma necessidade, ou era um meio de sobrepujar os demais meios de transporte daquela época? A segunda alternativa é muito mais plausível. “Mais rápido que um cavalo de corrida, ele voava por ruas geladas”: assim um repórter descreveu, fascinado, a experiência de andar num Ford. Quando eclodiu na Europa a Primeira Grande Guerra, Henry Ford se uniu a outras personalidades americanas e lançaram um movimento em favor da paz. Mas o mesmo Ford que lutou pela paz na Primeira Guerra Mundial empenhou-se, mais tarde, na fabricação de jipes, navios e aviões para fins bélicos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É claro que não podemos deixar de levar em consideração a utilidade prática dos automóveis: encurtar distâncias, transportar cargas. Mas convenhamos que, atualmente, passou a ser um problema. Podemos citar, por exemplo, a poluição do ar, a poluição sonora, o stress causado pelos engarrafamentos, etc.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, de nada servem as políticas públicas que visam solucionar essa problemática, se o indivíduo não passar por um exame de consciência, uma mudança de mentalidade, e perceber que os carros são potencialmente prejudiciais a ele - embora muitas vezes necessários -, e que por isso, devem ser utilizados com comedimento. O homem moderno asfixia-se com a fumaça do seu próprio carro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Mikael Neres Pereira, estudante do 3° semestre de História. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4596009263635738185?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4596009263635738185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4596009263635738185' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4596009263635738185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4596009263635738185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/clausura-de-vidro-e-ao.html' title='A clausura de vidro e aço'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NGJ90yKII/AAAAAAAAAKY/JDj5rNzEQYc/s72-c/Imagem_Miakael_Automovel' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-1909653393197695280</id><published>2008-02-13T17:28:00.001-02:00</published><updated>2008-02-13T17:30:22.720-02:00</updated><title type='text'>Sociedade do Automóvel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O filme &lt;em&gt;A Sociedade do Automóvel&lt;/em&gt; demonstra o que enfrenta grande parte das cidades mundiais atualmente. O ponto principal, no entanto, é a cidade de São Paulo, pólo econômico-social e difusor de muitas tendências. Pode-se citar como uma delas o carro, ícone de status, necessidade e diversão, de acordo com o usuário, sendo associado a muitas causas abordadas neste.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A primeira entrevistada é Lucianne, cujo emprego é em um shopping e seu meio de locomoção o carro. A condição social permite que ela escolha o modo mais eficaz para chegar ao seu trabalho, no caso o carro, diferentemente de Ricardo e Luciana, os quais necessitam de utilizar três sistemas de transporte público para atingir seus objetivos. Estes últimos pertencem a uma classe que se subordina ao caráter precário do espaço público destinado aos transportes, sem a devida harmonia entre trens, metrôs e ônibus.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O carro, por muitos preferido pelo conforto conferido ao indivíduo, tira um pouco da pessoalidade associada à relação entre pessoas e também com o meio em questão. É o que afirma o professor João Campos, que utiliza a bicicleta para seus afazeres grande parte do tempo. Para ele, o que acontece em volta e as mudanças inerentes a tudo isso torna-se muito mais perceptivo quando se está fora do carro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Além disso, mesmo com a introspecção que a maioria das pessoas têm que o carro é mais seguro, a maior incidência de assaltos, na cidade de São Paulo, ocorre quando estas encontram-se dentro de seus veículos. A segurança pode ser relacionada também quando se fala de acidentes e problemas de saúde causados pela fumaça solta pelos carros. Os dados comprovam que a cada seis horas morre uma pessoa na cidade de São Paulo, sendo que antigamente a média era de um veículo para seis pessoas e hoje verifica-se a proporção de um para duas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma feira de carros realizada em São Paulo também foi tema do filme, explorando o lado consumista e desejoso do indivíduo por se enquadrar nos padrões requeridos pela sociedade. É o que se percebe com entrevista ao público presente, sendo que a maioria dele prefere uma ferrari a qualquer outra coisa. O denominado status é um dos que mais propiciam a movimentação do capital automobilístico atuante no cenário brasileiro e internacional. Desta forma, o que gira em torno disto, markenting, apelações, dentre outras formas de persuasão, é relevante para a análise sociológica do individuo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dentro desta ainda, pode-se inferir do filme a solidão presente na vida cotidiana da pessoa que tem o carro como meio de se locomover. A falta de comunicação com outras e também com o próprio meio faz com que diversos sentimentos possam surgir, seja medo de assaltos ao não abrir a janela, stress devido o trânsito, interiorização por simplesmente não possuir companhia ao lado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Renato Ávila de Azevedo – Engenharia Civil&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-1909653393197695280?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/1909653393197695280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=1909653393197695280' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1909653393197695280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1909653393197695280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/sociedade-do-automvel.html' title='Sociedade do Automóvel'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4254937140504373045</id><published>2008-02-13T17:25:00.002-02:00</published><updated>2008-02-13T17:28:06.000-02:00</updated><title type='text'>Meios de transporte, sociedade e relações de poder: discussão baseada no documentário Apocalipse Motorizado.</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NEld0yKHI/AAAAAAAAAKQ/7yILNcBFhFo/s1600-h/artigo_2_Rafael_da_Fonseca_apocalipse_motorizado_imagem.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166548607975958642" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NEld0yKHI/AAAAAAAAAKQ/7yILNcBFhFo/s320/artigo_2_Rafael_da_Fonseca_apocalipse_motorizado_imagem.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Caso tivesse a intenção de buscar um símbolo material que representasse o Capitalismo em sua essência competitiva, provavelmente o automóvel assumiria uma séria candidatura ao posto. Não sou radical ao ponto de atribuir uma natureza diabólica à engenhosa criação, contudo a associação da história desse produto e o desenvolvimento do modo de vida capitalista é notável. Inicialmente projetado com a intenção de promover a locomoção rápida entre os burgueses (LUDD), atingiu a sociedade como um todo a partir da produção em série e da linha de montagem, promovendo uma explosão no número de usuários/consumidores de veículos no interior das cidades. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na prática, viu-se o aumento dos efeitos ambientais das máquinas, do número de conflitos no trânsito e de uma sonora sinfonia de buzinas, produzindo na sociedade ocidental uma crise no seu modo de organização dos meios de transporte e um questionamento sobre a sustentabilidade dessa (por exemplo, as bicicletadas da Critical Mass). Nessas décadas de expansão automobilística, não apenas houve a expansão industrial como também uma transformação na estrutura física das cidades e no comportamento social dos cidadãos. As ruas foram tomadas com o intuito apenas de passagem, a vida social das pessoas assumiu um aspecto compartimentalizado, com núcleos (escola, trabalho, casa) cada vez mais distantes, o próprio caráter individual exacerbou-se a ponto de dissociar os indivíduos do convívio com os demais membros de suas comunidades (LUDD). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A permanência desse tipo de estrutura foi assegurada em primeiro lugar pela própria simbologia burguesa do carro, há dentro da sociedade a noção de poder atribuída ao carro. O veículo é o espaço de liberdade e privacidade para muitos (o local onde o motorista pode pensar possuir total controle) e mais, ele é a própria personificação do sucesso profissional e financeiro para tantos outros. Em segundo lugar, devemos admitir que ocorreu o desenvolvimento de grandes campos de poder, tanto nas indústrias petrolíferas e montadoras quanto no transporte coletivo, que adquiriram capacidade de dialogar com outros campos do poder, e modelar o comportamento social, seja indiretamente com conceitos naturalizados ou diretamente na legislação do Estado. Dessa maneira, diversos sonhos, como possuir um carro, nos são apresentados desde a infância assim como a “racionalidade” aparente do sistema atual (BOURDIE). Por fim, não podemos esquecer da responsabilidade intrínseca da sociedade como um todo. A recusa em se exercer o poder da maioria permitiu que tantas mudanças sociais e estruturais fossem concretizadas, em favor de minoria de interesses dos magnatas do petróleo, fabricantes de veículos e donos dos transportes que jamais seriam capazes de movimentar toda a sociedade, sem seu consentimento (ARENDT).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Frente a uma transformação tão grande e antiga me arriscaria a dizer que ainda que a sociedade optasse por destruir toda sua malha rodoviária e veículos, pouco adiantaria, pois as dimensões estabelecidas pela “tirania do automóvel” enraizaram-se profundamente na consciência das pessoas. A própria morfologia atual das cidades não nos permite a exclusão do automóvel, é improvável que moradores das regiões mais afastadas (ricos ou pobres) consigam se submeter aos meios de transporte coletivos atuais com eficiência. “O supérfluo tornou-se necessário” (LUDD). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, o transporte urbano representa muito mais do que apenas a maneira pela qual as pessoas se locomovem, é maneira pela qual apresentam seu status, ganham e gastam seu dinheiro e seu tempo. Ainda que o supérfluo tenha se tornado necessário, e eu particularmente não acredite na resolução do problema com a extinção do automóvel, mantenho as esperanças baseada na desconstrução do poder a partir de outros nós dessa rede (HOLLOWAY). Atuando indiretamente na naturalização de conceitos como respeito e solidariedade em detrimento da competição; tornando a legislação de trânsito efetiva para apuração e punição das responsabilidades; regular a emissão de licenças de direção, além do número de veículos por família; controlar a quantidade da produção de veículos e manter em equilíbrio com o número de automóveis em circulação; podem ser sugestões a serem analisadas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Referência&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;ARENDT, H. Sobre a violência.&lt;br /&gt;BOURDIE, P. Meditações pascalinas.&lt;br /&gt;HOLLOWAY, J. Mudar o mundo sem tomar o poder: o significado da revolução hoje. São Paulo: Viramundo, 2003.&lt;br /&gt;NEED LUDD (org). Apocalipse Motorizado: a tirania do automóvel em um planeta poluído. São Paulo: Conrad, 2005. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Autor: Rafael da Fonseca, estudante do 8º semestre de Odontologia&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4254937140504373045?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4254937140504373045/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4254937140504373045' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4254937140504373045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4254937140504373045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/meios-de-transporte-sociedade-e-relaes.html' title='Meios de transporte, sociedade e relações de poder: discussão baseada no documentário Apocalipse Motorizado.'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NEld0yKHI/AAAAAAAAAKQ/7yILNcBFhFo/s72-c/artigo_2_Rafael_da_Fonseca_apocalipse_motorizado_imagem.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8311306214468870665</id><published>2008-02-13T17:19:00.005-02:00</published><updated>2008-02-13T17:24:40.565-02:00</updated><title type='text'>A nossa sociedade do automóvel</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NDJ90yKGI/AAAAAAAAAKI/wfMWyns0U0Y/s1600-h/Imagem_Artigo_2_Raphael_Andrade.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166547036017928290" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 229px" height="230" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NDJ90yKGI/AAAAAAAAAKI/wfMWyns0U0Y/s320/Imagem_Artigo_2_Raphael_Andrade.jpg" width="281" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; O documentário &lt;em&gt;Sociedade do Automóvel&lt;/em&gt;, de Branca Nunes e Thiago Benicchio traz reflexões muito interessantes e bastante aplicáveis aos dias de hoje. A primeira delas é a respeito do papel do carro em nossa sociedade. Inicialmente, essa máquina foi concebida com o objetivo de garantir a locomoção das pessoas; levá-las de um lugar a outro, poupando-lhes tempo e energia. Com o passar dos anos, aliado ao desenvolvimento industrial, o produto carro passou a apresentar variações, de cor, modelo, eficiência e principalmente valor. Em outras palavras, um bem que primeiramente era apenas das elites não dava tanto lucro se fosse restrito apenas a poucos. Assim, a segregação de classe com base na propriedade ou não do carro, deu lugar a uma separação com base na qualidade e valor do veículo que a pessoa possui. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não estou afirmando que aqueles que não possuem carro deixaram de compor uma “classe”, mas sim que a distancia entre eles e a elite abastada aumentou, uma vez que outros segmentos sociais foram inseridos entre eles. O carro deixou de ser exclusividade de poucos e se tornou uma imposição social; algo que garante a existência do indivíduo. Aqueles que não o tem, muitas vezes são colocados mais à margem da sociedade, ficando assim também mais confinados. Tal confinamento advém da pouca quantidade de opções de lugares e passeios que uma pessoa tem caso não possua um carro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse triste fato se dá, pois, conforme foi mencionado no documentário, o planejamento urbano privilegia o espaço do motorista. Grandes e largas avenidas, número altíssimo de elementos de sinalização, grandes espaços vazios destinados a estacionamentos, nenhuma ciclovia nem calçadas e as poucas que existem, em péssimo estado de conservação; tudo isso ilustra um pouco da preocupação dos governantes, que é voltada muito mais para os motoristas que ao resto da população.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fica claro então, que o automóvel não possui mais apenas a função de locomoção. Quem adquire um carro, está pagando por privacidade, conforto, status, sensação de controle, independência, identidade, entre várias outras coisas. Ah, não podemos deixar de destacar que também se compra participação na vida e nos meios produtivos do Estado. O proprietário passa ajudar os grandes produtores, os “donos” de petróleo, prestadores de serviços, enfim, contribuir para a movimentação de toda uma economia. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos esses papéis do automóvel além da locomoção vêm destruindo as redes sociais por meio do isolamento das pessoas em bolhas metálicas, aumento das relações de poder e status e manifestações de agressividade no trânsito. Outras conseqüências dos automóveis podem ser apresentadas, como poluição, que causa tanto impactos ambientais negativos, quanto problemas de saúde; diminuição do espaço público comum; altíssimo número de mortes e de pessoas com lesões ou seqüelas permanentes; além de aumento do número de assaltos; guerras por combustível e o barulho dos motores, alarmes e buzinas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante de todas essas conseqüências negativas, é possível inferir a insustentabilidade do atual sistema de transportes. Acredito que seja necessário, não a completa abolição dos automóveis, mas o investimento em soluções alternativas ao crescente número de veículos particulares nas ruas. Em minha opinião este seria um trabalho de muitas “frentes” e de longo prazo, que envolveria uma melhoria na quantidade e na qualidade da oferta de transportes públicos, incentivos (de toda a espécie) para a utilização desses meios de transporte, conservação de grandes áreas para circulação de pedestres e ciclistas, desenvolvimento de alternativas aos atuais combustíveis e aos modos utilizados para descarte de peças e veículos, além de varias outras medidas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O importante, acredito, é não se tornar insensível aos prejuízos causados pelo carro e nem cego às benesses trazidas por essa tecnologia. Não podemos banir por completo algo que nos traz vantagem nem adotar sem responsabilidade algo que também traz prejuízos. Devemos nos questionar, primeiramente, sobre aquilo que sustenta a nossa dependência do automóvel para depois pensarmos em reverter essa condição.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Raphael Andrade – 8º semestre de Psicologia&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8311306214468870665?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8311306214468870665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8311306214468870665' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8311306214468870665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8311306214468870665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/nossa-sociedade-do-automvel.html' title='A nossa sociedade do automóvel'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NDJ90yKGI/AAAAAAAAAKI/wfMWyns0U0Y/s72-c/Imagem_Artigo_2_Raphael_Andrade.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-3509951873001924413</id><published>2008-02-13T17:13:00.002-02:00</published><updated>2008-02-13T17:18:10.166-02:00</updated><title type='text'>Sicko - Michael Moore</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Michael F. Moore é um autor americano, produtor e diretor de &lt;em&gt;Fahrenheit 9/11&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Sicko &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;Bowling for Columbine.&lt;/em&gt; Além destes três trabalhos ele produziu outros. Os três citados acima são os que mais foram comentados pelos cidadãos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Moore é um liberal que já criticou a globalização, as grandes corporações, violência com armas, a guerra no Iraque, o presidente americano George W. Bush e o sistema de saúde americano, visto em seu documentário &lt;em&gt;Sicko&lt;/em&gt;, que assistimos em sala de aula. Moore foi nomeado pela revista Times Magazine como uma das 100 pessoas que mais influenciam as pessoas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;em&gt;Sicko&lt;/em&gt; é um documentário que investiga o sistema de saúde americano, se concentrando mais na indústria farmacêutica e nos planos de saúde. O filme faz comparações com o sistema canadense, inglês, francês e cubano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chegando ao Canadá o autor entrevista um cirurgião e o Tommy Douglas, que foi votado como o “Greatest Canadian” por causa de sua contribuição ao sistema de saúde canadense. Após ter visitado o Canadá o autor vai para Inglaterra onde entrevista pacientes em um hospital e uma farmácia onde os medicamento são de graça para menores de 16 anos de idade ou acima de 60 anos. Apenas é cobrado um total de 6.65 euros por prescrição. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A França foi o país que mais surpreendeu o Moore. Na França o governo faz muito mais do que não cobrar nada dos pacientes nos postos de saúde. Ele providencia também um tipo de serviço social onde há creches disponíveis por um valor muito baixo e babás que cozinham, limpam e lavam a roupa para as mães recentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos EUA com o acontecido de 9/11 muitos voluntários que foram ajudar a tirar as vitímas das torres ficaram doentes e foram recusados ajuda providenciado pelo governo. Algumas dessas pessoas estavam com problemas respiratórios e os outros desenvolveram outras doenças. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O autor reuniu os trabalhadores de 9/11 e outros amigos para procurar soluções para cada um. Nos EUA, essas pessoas não conseguiram nenhum tipo de tratamento. Foi em Cuba, um país onde os Americanos são proibidos de entrar a não ser que tenham autorização de seu governo, que estas pessoas doentes foram bem recebidas e receberam tratamento médico.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No documentário &lt;em&gt;Sicko&lt;/em&gt; se vê claramente que os postos de saúde americanos se importam mais com a quantidade de dinheiro que fazem. Importam-se mais com o lucro. Para receber um bom atendimento nos hospitais dos EUA não basta ter apenas muito dinheiro. Precisa ter muito mais que isso. No documentário o que prova que os americanos se importam mais com o dinheiro que fazem do que com os pacientes foi a seguinte conversa entre Richard Nixon e John Ehrlichman: “the less care they give them, the more money they make”. Isso infelizmente é uma realidade que acontece e pode acontecer não só nos EUA, mas em outros países também. Deve haver algum tipo de solução para este problema. Basta os governos pararem de pensar tanto no lucro que fazem e sim se importar mais com a saúde de seus cidadãos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Francine Asobo - Relações Internacionais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-3509951873001924413?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/3509951873001924413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=3509951873001924413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3509951873001924413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3509951873001924413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/sicko-michael-moore.html' title='Sicko - Michael Moore'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6003749671036594721</id><published>2008-02-13T17:09:00.003-02:00</published><updated>2008-02-13T17:52:05.767-02:00</updated><title type='text'>O topo da lista</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NKR90yKKI/AAAAAAAAAKo/NBu2Jt1mAlo/s1600-h/imagem_getulio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166554870038276258" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NKR90yKKI/AAAAAAAAAKo/NBu2Jt1mAlo/s320/imagem_getulio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Antes fosse mais uma obra de ficção hollywoodiana, entretanto o documentário Sicko, do diretor Michael Moore, retrata a dura batalha travada entre os cidadãos americanos e as diversas seguradoras de saúde, as quais se encontram totalmente presas à lógica de mercado e em função disso vem acarretando uma difícil escolha aos profissionais que atuam na área da saúde nos Estados Unidos. O que é mais importante: a ética profissional ou o lucro? Sob uma perspectiva bem maquiavélica, sem sombra de dúvidas, veremos que o lucro é dotado de uma importância muito superior e para alcançá-lo vale tudo, até mesmo ignorar o pedido de uma mãe pela vida da filha. Afinal os fins justificam os meios (Maquiavel, 1996).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tema saúde sempre esteve entre os pontos principais dos discursos políticos pelo mundo. Nos Estados Unidos não haveria de ser diferente, ainda mais agora que transitam pelo Congresso dois projetos de lei, os quais propõem a implantação de um sistema universal de saúde pública gratuita no país. O que não é nenhuma novidade, haja vista uma frustrada tentativa anterior da senadora Hillary Clinton de fazer o mesmo. A partir deste exemplo o que se observou, como de costume, foi um estado totalmente refém das elites e que não consegue garantir o mínimo para os menos afortunados que não têm condições financeiras suficientes para arcar com os custos e a estes resta contar com a sorte. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porém o que é mais absurdo no caso das seguradoras americanas é o fato delas deterem o poder interino para decidir quem terá direito ao atendimento e quando esse atendimento irá se realizar! Por exemplo: no caso daquela jovem que desenvolveu câncer e disseram que ela era nova de mais para estar com câncer e por isso ela não teve direito ao tratamento. Se considerarmos a relação seguradora (compreendendo aqui todos os profissionais que atuam tanto vendendo o seguro, mas também os que atuam diretamente nos hospitais) / segurado como um sistema a parte e completo veremos que este é um ótimo exemplo para colidir com a idéia de miniestruturas do poder que Foucault aborda, na qual o poder não estaria concentrado na sociedade, mas sim difuso. Porque neste caso os profissionais que atuam atendendo o paciente no hospital não são dotados de nenhum poder de escolha, é uma relação na qual a eles só cabe obedecer as ordens dos superiores. Para exemplificar este caso também podemos citar a história da mulher que perdeu a filha mesmo depois de ter implorado aos médicos que ajudassem à menina.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com base no que foi colocado, me questiono sobre a proposta apresentada pelo modelo liberal na qual o Estado não passa de um mero regulador, ou seja, suas funções são reduzidas ao mínimo possível. Essa condição seria uma passagem de regresso ao período escravista! Pois se tendo o Estado, enquanto sujeito atuante que garante os mínimos, já ocorre todo um confronto para alcançar o que lhe é de direito, quem dirá em um modelo de Estado aonde o mercado iria se auto-gerir. A classe operária seria subordinada a condições tão inóspitas quantos as oferecidas na primeira Revolução Industrial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O acesso à um atendimento hospitalar de qualidade não deveria ser um serviço público, principalmente nos Estados Unidos, país tido como a primeira economia mundial? Correto, deveria, no entanto não é! Mesmo sendo um tanto quanto panfletário, o filme deixa bem claro que a plataforma americana tem por meta principal a economia e descarta para segundo plano a saúde, talvez por isso o país ocupe a trigésima posição no ranking mundial de saúde, bem a frente do Brasil é verdade, entretanto muito aquém para a primeira economia mundial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MACHIAVELLI, Niccolo. O príncipe. Rio de Janeiro, Ediouro, 1996&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Getúlio Henrique Serviço Social 3° semestre&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6003749671036594721?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6003749671036594721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6003749671036594721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6003749671036594721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6003749671036594721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/o-topo-da-lista_13.html' title='O topo da lista'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7NKR90yKKI/AAAAAAAAAKo/NBu2Jt1mAlo/s72-c/imagem_getulio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-1216618243789974206</id><published>2008-02-13T17:06:00.003-02:00</published><updated>2008-02-18T20:21:08.198-03:00</updated><title type='text'>MENOS CUIDADO MAIS LUCRO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Por mais assustador que possa parecer o sistema de saúde americano é o mais custoso dos países industrializados e um dos menos eficazes em termos de número de pessoas cobertas por esse serviço. A saúde nesse país não é algo de responsabilidade do Estado. No filme &lt;em&gt;SICKO&lt;/em&gt;, Michael Moore, deixa bem claro a pouca preocupação do estado norte americano com a saúde.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sistema de saúde nos EUA é totalmente particular, quem tem condições de arcar com planos de saúde particulares tem mais chances de não cair nos índices de 18.000 mortes anuais. Uma população de 43.000.000 não tem qualquer cuidado, ou seja, adoecer é praticamente uma sentença de morte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme mostra várias famílias que perderam parentes na porta dos hospitais, crianças, pai de família, filhos, que por não possuírem o seguro saúde não foram atendidos em nenhum hospital. Vale lembrar também a parte do filme que mostra os paramédicos que ajudaram no regaste de corpos das torres gêmeas que sofrem até hoje pelos problemas gerados depois de dias de dedicação, e hoje são totalmente negligenciados e sofrem terríveis problemas, conseguindo tratamento somente em CUBA, o “país proibido”, o país que toda a população norte americana é educada para odiar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vale fazer algumas analogias com o algumas teorias políticas, como segundo Marx todos sabem que o capitalismo é um sistema de poder, exploração e dominação. Não interessa se tem gente morrendo, o importante é a máquina do Estado está gerando lucros, pois como a saúde norte americana é a mais cara do mundo, quanto menos gastar com ela, maior lucro pode ser gerado através das seguradoras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com isso a gente começa a comprar o EUA com países subdesenvolvidos, a exemplo o Brasil e concluímos que: a diferença é que aqui no Brasil o paciente morre na fila. Nos EUA, como um bom país desenvolvido, não tem fila; mas também não tem rede pública. O doente morre em casa mesmo. E até quem possui plano particular não tem garantia de atendimento, como mostram os tristes exemplos do filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Bordieu os discursos políticos são produzidos conforme as necessidades internas e conforme a necessidade externa do campo político faz lembrar a parte do filme em que a atual senadora Hillary Clinton, na década de 90 o presidente a lança como a primeira dama que criará o sistema universal de saúde, que campanha maravilhosa, pra agradar a quem? A estratégia falhou, e em 2007, Hillary foi a 2ª maior receptora do senado de contribuições da indústria de cuidados de saúde.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pode se concluir que “os fins justificam os meios”, como já dizia Maquiavel, não importa o como esteja à qualidade de vida, desde que os indicies de lucratividade estejam sempre subindo, que o capital esteja crescendo, e que as pessoas continuem nas suas vidas alienadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: Paula Bernardes – Serviço Social – 2º semestre&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-1216618243789974206?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/1216618243789974206/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=1216618243789974206' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1216618243789974206'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/1216618243789974206'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/menos-cuidado-mais-lucro.html' title='MENOS CUIDADO MAIS LUCRO'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-3880616618907951813</id><published>2008-02-13T17:06:00.001-02:00</published><updated>2008-02-18T20:14:44.737-03:00</updated><title type='text'>Artigo sobre o documentário Sicko</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; Fazendo uma analogia ao trabalho de Marx e Engels é visível a distinção entre duas “classes antagônicas”: a dos portadores de um seguro de saúde, e os que não são portadores de um seguro de saúde por não possuírem capital financeiro ou por terem sidos rejeitados por seu seguradores, por terem doenças preexistentes que os empeçam de terem seu seguros  que possam atendê-los em suas necessidades médicas. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O grande dilema do documentário é a comercialização dos serviços de saúde que ao invés de servir para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos norte-americanos, só serve para maximizar os lucros das empresas que fazem a prestação dos serviços médicos. Mas se “pelo pacto social damos existência e vida ao corpo político; e com a legislação, lhe damos movimento e vontade” (Rousseau; 1762:74) como esse corpo pode permitir que os seus cidadãos morram por obter um problema de saúde e não ter um seguro de saúde para assisti-los? Se neste “pacto social” alguns membros passam por problemas não deveria este corpo “sofrer” e sendo assim as partes que estão fragilizadas por um membro adoentado desse corpo não deveria buscar um tratamento para recuperar o bom funcionamento do corpo social?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em um Contrato Social os indivíduos dão a sua liberdade para constituir o Estado e esperem que este promova a vontade da maioria e assim formando a nossa chamada democracia (do grego demos, "povo", e kratos, "autoridade") esperamos que este sane os problemas da população. Mosca nos mostra  que o que acontece na realidade é o inverso, "pois a fonte do poder não se reside na soberania popular mas sim em uma pessoa ou grupo social (aristocracia ou oligarquia)" e é esta minoria que controla a maioria. Neste caso, o documentário Sicko nos mostra que na França é ao contrário de sua teoria, pois o Estado teme as manifestações populares, pois tem “medo” de que a população saia nas ruas a protesto usando da coerção contra o Estado para atingir os seus objetivos, temem que a população pegue em armas assim como na Revolução Francesa. E é este temor estatal que contradiz o pensamento de Mosca, pois, o Sistema de Segurança Social e o Sistema de Saúde Publica da França são exemplos de uma pessoa com vida feliz e produtiva. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já o “poder o econômico é aquele que se vale das posses de certos bens necessários ou percebidos como tais numa situação de escassez, para induzir os que não têm, possuem a adotar certa conduta” (Pio, Carlos e Porto, Moura) é o que se vivencia E.U. A onde o sistema de saúde e simplesmente uma forma de gerar mais lucro para o País, e não se preocupando com o que acontece com as pessoas que não tem um seguro ode saúde. A proposta de se inserir um sistema social de saúde foi anulada com a alegação do Dr. Edward Annir presidente da Sociedade Medica Americana (AMA) que dizia que se “um doutor se importar com essa atitude do governo ele comutará a se intrometer nos hospitais, definindo os serviços, padrões estabelecendo comitês pedindo relatórios, decidindo quem sai e quem fica e depois de tudo isso o governo cuidara de todos com igualdade e justiça levando este novo sistema de saúde a todos”, o grande questionamento é feito por D.rª Aleida Guevara filha de Che Guevara que diz que “Cuba é uma ilha pequena e como nós podemos fazer muito pela saúde das pessoas e os EUA não. Pois quanto mais um país produz, quanto mais rico é, pode cuidar melhor de seus habitantes?" Pois Cuba é outro exemplo de um país que possui um sistema de saúde que é modelo mundial, além de atender seus habitantes com qualidade como no Canadá e na Grã-Bretanha. Cuba possui os melhores profissionais no ramo da medicina. E o sonho americano só a “burguesia que detem os meios de produção”( Engels; 1888) pode sonhar sem medo, e no dia que acontecer algo com suas pessoas o seguro de saúde  vai “cobri a despesas”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos EUA o que vale é se os cidadãos têm capital financeiro para custear suas despesas médicas, caso contrário serão deixados em um dos abrigos de caridade sem o mínimo para se manterem vivos, pois o Estado não demonstra enterre com estes cidadãos, o exemplo é quando no documentário os voluntários do 11 de setembro que passaram por vários problemas de saúde em função do trabalho prestado no dia do atentado esses “heróis” americanos forma abandonados por seus seguros e foram até a estação Naval dos EUA em Guantanámo, Cuba, pedir os mesmo cuidados médicos e gratuitos que são oferecidos os aos réus da Al Qaeda, mas quando vão a Cuba onde mora Lúcifer receberam cuidados médicos e gratuitos e uma pequena homenagem. Os norte-americanos pagam em media 6.000 dólares por seus cuidados médicos em quanto em Cuba a país e Lúcifer o custo da que sai uma pessoa para o Estado cubano é de 251 dólares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Segundo Tony Bem, ex-membro do Parlamento britânica, tudo começou com a democracia, pois o  que esta  democracia  fez foi dar voto aos pobres e passou o poder de mercado para o poder da cabine de votos. Quando houve um grande desemprego em massa na década de 1930, durante a guerra, o pensamento foi bem simples “se podemos ter um emprega em massa para matar alemães, porque não podemos ter um empregamento para construir hospitais, escolas, contatar médicos, enfermeiras professores”? Se conseguirmos dinheiro para matar as pessoas conseguirá também arranjar dinheiro para ajudar as pessoas’.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em suma, nesta Democracia onde a população participa ativamente e o Estado “teme” os cidadãos, pois nestes países “a elite estatal que governa a massa” (Pio e Moura) governam com sabedoria buscando uma sociedade igualitária é como “a família onde a cabeça é a imagem do pai e os filhos são as imagens do povo, nascidos iguais e livres, só a proveito comum alienam sua liberdade. A diferença toda é que a família, o amor que o pai tem pelos filhos paga os cuidados que ele lhes dispensa;e no Estado o júbilo de governar supre o amor que seus povos não dedicam a maioria política” (Rousseau; 1762:24) e não um Estado onde “poder moderno não passa de um comitê que administra os negócios comuns da classe burguesia" (Marx e Engels;1848:10).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Autor: Cleodoberto Shakespeare&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-3880616618907951813?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/3880616618907951813/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=3880616618907951813' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3880616618907951813'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3880616618907951813'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/artigo-sobre-o-documentrio-sicko.html' title='Artigo sobre o documentário Sicko'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-3855372941435045860</id><published>2008-02-13T17:05:00.001-02:00</published><updated>2008-02-13T17:08:40.895-02:00</updated><title type='text'>Uma tentativa válida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O documentário &lt;em&gt;Sicko&lt;/em&gt;, no qual esse artigo é baseado, nos traz a impressão de “panfletarismo” e exagero logo no início, porém mesmo que descontássemos uns “porcentos” desse exagero ele não deixaria de ser chocante.&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Michel Moore, inimigo declarado do atual governo estadunidense, se mostra extremamente crítico em relação ao sistema de saúde norte-americano, que não comporta atendimento público aos doentes, como aqui no Brasil funciona (funciona?) o SUS. Apesar do autor se muito criticado por seu trabalho, e eu mesma ter algumas críticas à ele, tenho que concordar que ao ver uma situação tão deprimente quanto um doente que não tem atendimento somente por não ter dinheiro, alguém tem que mostrar algum sentimento de indignação, e o documentário foi a maneira que Moore achou de fazer isso. De acordo com Holloway “O pensamento nasce da ira, não da quietude da razão” [Holloway; 2002], e Moore optou por começar por sensibilizar a sociedade pelo “grito” [Holloway;2002].&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;A representação do capitalismo estadunidense, hoje, se retrata pela queda da máscara de um liberalismo há muito falido, que estimula de tal maneira o sucesso do indivíduo por si, que o Estado se ausenta das necessidades básicas da população. Ainda pior do que a falência do Estado é o grau de dominação que sofre a maioria das pessoas, a ponto de não perceberem que o capital está tomando o lugar de vidas.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;O desprezo do atual governo norte americano pela vida fica estampado nos jornais de todo mundo, e mesmo assim a população dos Estados Unidos se mostra apática (pelo menos a maioria que o colocou novamente no poder, pela nossa boa e velha democracia...) a tamanho desprezo por um dos “bens” mais prezados pela sociedade contemporânea.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;O documentário denuncia principalmente essa falência que, há tanto mascarada, finalmente se revela aos olhos dos críticos que, de meros espectadores passam ao lugar de participantes efetivos da vida política de seu país. O poderio do capital, seja ele o simbólico de Boudieu ou o dito capital de Marx, é tão forte e enraizado na sociedade norte-americana que gera movimentos de oposição à sua altura, pois segundo Foucault onde há poder há resistência e essa resistência não vem de fora da estrutura de poderio, mas de dentro dos mecanismos de manipulação.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Apesar da maneira que Michel Moore achou de denunciar as atrocidades que o Estado (ou o capital) está cometendo contra àqueles para quem ele foi feito ser bastante incomoda para o governo e seus simpatizantes, acho válida a tentativa do autor. Quem sabe se tivéssemos um Michel Moore brasileiro fazendo o Sicko nacional o SUS finalmente funcionaria?&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;Autora: Stefanie Cavalcante, Estudante de História.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-3855372941435045860?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/3855372941435045860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=3855372941435045860' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3855372941435045860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/3855372941435045860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/uma-tentativa-vlida.html' title='Uma tentativa válida'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6532422629286667838</id><published>2008-02-12T22:04:00.001-02:00</published><updated>2008-02-20T14:15:41.685-03:00</updated><title type='text'>Sicko - Michael Moore</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Crítico ferrenho do governo de George W. Bush, o cineasta documentarista e escritor americano Michael Moore, compartilha da ideologia social-democrata. Conhecido pelo temperamento irreverente, ao mesmo tempo incisivo, foi lançado para a ribalta com a produção de &lt;em&gt;Bowling For Columbine&lt;/em&gt; e, mais tarde, trouxe à tona o recorrente debate relativo à guerra no Iraque em &lt;em&gt;Fahrenheit 9/11&lt;/em&gt;. Atualmente, decidiu abordar o lucrativo sistema de saúde norte-americano: Sicko não se apresenta de maneira tão ambiciosa, nem mesmo comporta o profissionalismo dos precedentes documentários; de toda forma, direciona o mundo em uma nova posição de questionamento sobre a mais próspera nação. A fim de ilustrar as consequências da inexistência de cuidados de saúde gratuitos, Moore se utiliza de estatísticas e depoimentos diversos, conferindo ao conteúdo cinematográfico considerável credibilidade. Todavia, em detrimento da objetividade, faz intenso apelo emocional, hiperbolizando determinadas situações e sugerindo assim uma sensação de tendencionismo. Apesar da total absorção pela realidade vivida e recontada, o espectador se posiciona de antemão receosamente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Igualmente célebre pela postura embativa acerca da totalidade política estadunidense e a decorrente dicotomização daquilo que se considera positivo e não, Michael Moore se revela mais uma vez parcial. &lt;em&gt;Sicko&lt;/em&gt; denuncia os interesses corporativos e estatais camuflados sob o problema da privatização do setor saúde. Para tanto, é válido o suporte comparativo divulgado opondo a exclusão do sistema de saúde norte-americano à abrangência efetiva em determinados países. O documentário presta homenagem vibrante ao Canadá, Reino Unido e França, regiões nas quais a expectativa de vida da população supera a registrada nos Estados Unidos. De fato, os vizinhos ao norte, por exemplo, dispõem de elevada qualidade de vida, amparada na excelência dos cuidados médicos. A despeito dos problemas específicos das especialidades e excetuando-se as longas filas de espera, ao contrário da realidade apresentada pelo cineasta, é de convir que o sistema oferecido apresenta respeitável qualidade. Na última eleição do país, um dos grandes debates abordava a questão do financiamento do sistema de saúde, que responde por mais de 35% do orçamento nacional – incluindo prevenção, tratamento domiciliar, extra-hospitalar, hospitalar e reabilitação. Foram eleitos os políticos que tinham propostas para aumentar o financiamento, melhorar o sistema, mantendo-o público. Do mesmo modo, pesquisa do instituto de sondagens Mori revela que o sistema de saúde britânico (NHS) constitui o assunto mais importante para o eleitorado. Apesar das críticas, o NHS, herança do Estado de bem-estar criado após a Segunda Guerra Mundial, é motivo de orgulho aos ingleses e representa, sobretudo ao olhar estrangeiro, “uma maquina de fazer bem”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se a questão é replicar a veracidade dos dados, a Organização Mundial de Saúde apresenta a França na irrefutável posição de eminência quando o assunto é saúde. Mas há quem seja resoluto em contestar: os próprios precursores da revolução burguesa. Nas palavras de Moore, “os franceses amam se detestar ainda mais do que os norte-americanos os detestam”. Apesar do efetivo empobrecimento do sistema de saúde público, que encontra suporte explicativo no momento generalizado de embaraço em que a França se encontra, quando comparado aos precedentes anos de glória, é importante reconhecer sua força. Mesmo que os franceses insistam ao seu modo em caracterizar o presente momento como de “profunda decadência”, vale exaltar a primazia das instituições do país. Pátria libertária, combativa, a França simboliza, para além do poderio econômico, superioridade quando se trata de direitos humanos; mortalidade infantil reduzida, ensino gratuito de qualidade, analfabetismo praticamente inexistente, cobertura social universal. Em uma nação que prioriza a igualdade e, sobretudo, justiça, não poderia ser diferente! Sem dúvida alguma, dentre os visíveis progressos no campo humano, a Seguridade Social representa o maior triunfo. Misto de liberalismo e obrigações, de controle e laxismo, de centralização e autonomia, o seguro-saúde francês abarca todos os residentes legais do país, garantindo não somente a inclusão, mas também a excepcional possibilidade de escolha.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Posto à parte o desempenho das potências acima descritas no quesito saúde, julga-se fundamental a reflexão acertada proposta por Michael Moore a respeito da aparente contraditória ineficiência deste mesmo setor em seu país. Embora os Estados Unidos apresentem supremacia econômica e carreguem uma história de conquistas invejáveis, país mais atrasado em relação ao direitos humanos não há! Causa estranheza num primeiro momento tamanha incoerência. Entretanto, basta analisar de forma cautelosa a política adotada em determinado país a fim de esclarecer possíveis questionamentos. Conforme relatado em Sicko, as operadoras de planos de saúde têm como objetivo único maximizar os lucros. Torna-se impossível, contudo, conciliar uma feroz expansão financeira com uma ética rigorosa no comportamento. A massificação pressupõe um atropelamento dos valores humanos. Como bem pontuou o jornalista André Petry, “A civilização só pôde se organizar em comunidade ao eleger a vida humana como valor supremo”. Os Estados Unidos, assim, haverão de se curvar aos demais países, como a subdesenvolvida Cuba, para assimilar o abecedário, depois de uma longa trajetória de louváveis conquistas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autora: Gabriela Lobosque&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6532422629286667838?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6532422629286667838/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6532422629286667838' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6532422629286667838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6532422629286667838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/sicko-michael-moore_12.html' title='Sicko - Michael Moore'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6756801901703302208</id><published>2008-02-12T22:04:00.000-02:00</published><updated>2008-02-12T22:09:39.071-02:00</updated><title type='text'>Sicko - O quanto vale a vida de um Ser Humano?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7I0mN0yKFI/AAAAAAAAAKA/74yqOdf2Nlw/s1600-h/imagem_Nara_2"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166249553698105426" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7I0mN0yKFI/AAAAAAAAAKA/74yqOdf2Nlw/s320/imagem_Nara_2" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Certamente o filme &lt;em&gt;Sicko &lt;/em&gt;é polêmico devido ao fato de mostrar um lado até então não conhecido sobre o plano de saúde nos Estados Unidos. A maioria das pessoas acha (e eu também achava) que os EUA são um país “ideal” onde as pessoas desfrutam de alta qualidade de vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme mostra que para um cidadão americano possuir um plano de saúde é necessário se enquadrar em um determinado perfil, no qual são listadas a faixa etária, peso, sexo e como já não bastasse tudo isso, o indivíduo ainda não pode possuir nenhum tipo de doença, o que soa irônico por se tratar de um plano de saúde. Por outro lado, o filme mostra o cuidado que os governos de Cuba e do Canadá têm com a população. Nesses países os cidadãos têm acesso gratuito à saúde, sem nenhum custo para isso. Os impostos pagos são investidos em saúde, educação, cultura, lazer dentre outros benefícios que são direito de todos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que me chamou atenção foi o fato de um americano que perdeu dois dedos e o médico friamente lhe disse o preço da reconstituição de cada dedo, e logo após quis saber por qual ele poderia pagar. Em contraponto, no Canadá pessoas entrevistadas nas emergências de alguns hospitais testemunharam que nunca ficaram mais de 45 minutos na fila de espera, independentemente do tipo de tratamento que as mesmas necessitam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como estudado no livro &lt;em&gt;O Príncipe&lt;/em&gt; de Maquiavel podemos afirmar que o jogo político não segue regras morais, pois o valor da vida humana foi menosprezado no caso do americano que certamente receberia o mesmo tratamento se ao invés dos dedos fosse algo mais grave que lhe custasse a vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil não é muito diferente, para conseguir atendimento médico é necessário horas numa fila e às vezes muitos morrem por causa desse desfalque (proposital ou não) na rede pública brasileira. Será que manter essas deficiências não convém ao governo? Pois a meu ver há uma tentativa de manipulação das reações do povo ao concentrar a atenção da população para fatos polêmicos o que impossibilita maior atenção a outras decisões políticas que afetam diretamente a vida cotidiana da população. Para exemplificar esse raciocínio podemos citar o fato da CPMF que acabou, mas em contra partida, vários outros impostos tiveram suas alíquotas aumentadas. O que gerou certa revolta na população, pois ficou demonstrado que a intenção do governo não foi acabar com a CPMF para que todos pudessem pagar menos impostos, já que rapidamente buscou-se uma maneira para compensar os recursos que deixariam de ser arrecadados com a perda da CPMF. Esse fato começou a gerar grande repercussão na população, causando polêmica e evidenciando a vida política já que todos nós estávamos atentos aos acontecimentos e suas conseqüências. Assim repentinamente surgiu a Febre Amarela que causou pânico geral, todos precisavam se vacinar o mais rápido possível. O índice de mortes causadas pela Febre Amarela sempre foi o mesmo, mas só a pouco foi divulgada a doença e incentivada a sua prevenção. A população começou a ficar fora do controle por não haver vacinas o suficiente para todos. Rapidamente o Ministro da Saúde passou na televisão tentando acalmar a população dizendo que o problema não era tão grave. O engraçado é que a população, que possui memória muita fraca esqueceu do caso da CPMF, sendo o assunto “resolvido” e não mais divulgado. Enfim, será que ao viver numa sociedade idealizada não faria com que a população desse mais importância a assuntos relacionados a administração do próprios país? Será que essas deficiências não continuam deficientes propositadamente? &lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Autora: Nara Mendes, estudante do 5º semestre de Ciências Contábeis &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6756801901703302208?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6756801901703302208/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6756801901703302208' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6756801901703302208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6756801901703302208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/sicko-o-quanto-vale-vida-de-um-ser.html' title='Sicko - O quanto vale a vida de um Ser Humano?'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7I0mN0yKFI/AAAAAAAAAKA/74yqOdf2Nlw/s72-c/imagem_Nara_2' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-4430527387930609583</id><published>2008-02-12T14:16:00.000-02:00</published><updated>2008-02-12T14:41:28.271-02:00</updated><title type='text'>Políticas de Inserção Social – Educação</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O presente artigo foi inspirado no filme Sob o Signo da Justiça - a luta pelas cotas na UnB, esse criado por Carlos Henrique Siqueira e Ernesto de Carvalho. O documentário mostra as dificuldades sofridas pelos estudantes, professores e militantes do movimento negro para que a UnB&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; aderisse ao Sistema de Cotas. Apesar de o filme ter sido o expoente propulsor a escrita deste texto acadêmico, ele não foi fonte única, pois tenho percebido que no Brasil tem sido desenvolvido exímios projetos relacionados à educação como o PROUNI – Programa Universidade para Todos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É tangente ao pensamento nacional traçar comparativos entre a educação brasileira e européia ou com a de demais países que sejam considerados detentores de sistemas educacionais com alta qualidade. Após essas comparações, é comum escutar: “a educação brasileira não vai para frente nunca” ou “o governo precisa investir mais, principalmente, nas bases do ensino que, a cada dia, está mais defasada”. Todavia, é quase impossível para essas pessoas perceberem as mudanças e, conseqüentemente, melhorias ocorridas na educação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A educação brasileira, atualmente, passa por muitas mudanças positivas. Estão sendo criados diversos programas sócio-assistenciais, que visam tanto a inserção social de indivíduos das classes sociais baixas, quanto a inclusão de povos excluídos socialmente como, por exemplo, indígenas e negros. Antes do ano 2000, havia pouquíssimos negros nas instituições de ensino superior e eram rarefeitas a presenças de pessoas oriundas das classes com menor poder aquisitivo. No entanto, programas como PROUNI e o Sistema de Cotas visam quebrar esses paradigmas e auxiliar substancialmente que esses povos possam alcançar uma educação de qualidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O Sistema de Cotas, que pode ser concebido como um dos maiores meios de inserção de negros nas Universidades públicas, foi aderido inicialmente por instituições como UnB e UFBA&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; . A UnB, por exemplo, antes da implantação desse sistema não apresentava um número elevados de estudantes negros e, hoje, a cada vestibular são, pelo menos, mais 20% de discentes negros. Destaca-se que em cursos considerados de difícil acesso – por apresentar notas de corte elevadas, como Medicina e Direito - era quase imperceptível a presença de pretos ou mesmo pardos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A entrada nas Universidades por meio das cotas não agrada a todos e é muito criticada mesmo por negros. Elizabeth Rasekoala&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, por exemplo, afirma "Eu entendo a ansiedade das pessoas em querer resolver o problema logo, com a criação das cotas, mas acho que a questão deve ser abordada aonde a desigualdade se origina, ou seja, no início do sistema de ensino". A partir da fala dessa cientista, percebe-se que o sistema de cotas não será uma “variável solucional” se não tratada também as bases da educação. Assim, entende-se que as cotas representam uma melhoria para esse grupo étnico-racial, todavia, não deve ser visto como a solução para a educação brasileira, nesse aspecto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já o PROUNI é um programa sócio-assistencial direcionado as classes sociais mais baixas. Esse foi institucionalizado em 13 de janeiro de 2005 pela Lei nº 11.096. O principal objetivo do programa é a concessão de bolsas de estudos integrais e parciais (estas variam de 25% a 50%, de acordo com a renda per capita familiar) a estudantes de baixa renda, em cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de educação superior. As bolsas integrais são destinadas àqueles que têm renda mensal per capita de até hum salário mínimo e meio e as parciais são designadas para estudantes com renda per capita máxima de três salários mínimos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Em sua primeira seleção o PROUNI concedeu 112 mil bolsas de estudos em instituições de Ensino Superior. Almeja-se que, nos próximos anos, esse número aumente para 400 mil vagas. Esse programa é uma excelente forma de inserção social, pois, em alguns aspectos pode se apresentar deficitário, mas, mesmo deficiente, consegue levar a educação superior àqueles que, talvez, jamais obtivessem acesso a ela. É importante ressalta que o PROUNI possui o sistema de cotas visando, assim, além de levar uma educação digna aos grupos sociais desfavorecidos economicamente, atingir os desqualificados racialmente. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É irrelevante aplicar juízo de valor a um projeto de inserção social, desde que ele cumpra espontaneamente seu papel. Com isso, não cabe, aqui, qualificar qual o melhor programa – Sistema de Cotas ou PROUNI. Pois ambos têm cumprido o que prevê suas normatizações e é notório que eles têm funcionado e estão em constante ascensão. Se programas como esses continuarem a ser implementados, é possível que dentro de uma década o Brasil atinja uma educação de qualidade e sua população passe de pouco alfabetizada para maioria diplomada em cursos superiores, como ocorre em alguns países europeus.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7HK_90yKBI/AAAAAAAAAJg/zaHO_xjpbdc/s1600-h/imagem.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166133447847192594" style="WIDTH: 426px; CURSOR: hand; HEIGHT: 302px" height="301" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7HK_90yKBI/AAAAAAAAAJg/zaHO_xjpbdc/s400/imagem.bmp" width="492" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Universidade de Brasília&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[2]&lt;/a&gt; Universidade Federal da Bahia&lt;br /&gt;&lt;a title="" style="mso-footnote-id: ftn1" href="http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3423534063673360917#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[3]&lt;/a&gt; Elizabeth é negra, africana e mulher. Formada no Reino Unido, apesar de ser PhD sempre se sentiu isolada, invisível e marginalizada na comunidade científica da Inglaterra. &lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MAGNANI, Mário Luís in Sistema de Cotas para o Ensino Superior. Artigo publicado 01 de julho de 2004, no Jornal Correio Popular; Valinhos - SP&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;MUGGIATI, André in Sistema de cotas não promove inclusão social. Artigo publicado pela Agência Fapesp, em 17/07/2003; Recife - PE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;ROLAND, Edna Maria in Cotas nas Universidades Públicas: Uma Lição Necessária Artigo publicado em 23 de junho de 2003, no Jornal Correio Brasiliense; Brasília - DF.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Site pesquisado: Ministério da Educação &lt;a href="http://www.mec.gov.br/"&gt;http://www.mec.gov.br/&lt;/a&gt; em 31/01/2008 às 16:48.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Autora: Taíze Carvalho – Letras Português&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-4430527387930609583?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/4430527387930609583/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=4430527387930609583' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4430527387930609583'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/4430527387930609583'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/polticas-de-insero-social-educao.html' title='Políticas de Inserção Social – Educação'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7HK_90yKBI/AAAAAAAAAJg/zaHO_xjpbdc/s72-c/imagem.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-7457826409816210679</id><published>2008-02-12T13:35:00.000-02:00</published><updated>2008-02-12T13:45:43.845-02:00</updated><title type='text'>Clandestina Liberdade</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7G-1d0yJ_I/AAAAAAAAAJQ/UMcUWiIltwk/s1600-h/clandestino1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166120073319032818" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7G-1d0yJ_I/AAAAAAAAAJQ/UMcUWiIltwk/s320/clandestino1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Centro Cultural Banco do Brasil apresenta a mostra Clandestina Liberdade, série de filmes que tratam da imigração no mundo contemporâneo. Com curadoria do cineasta e jornalista Gustavo Galvão, a mostra acontece de 12/2 a 02/3, no cinema do CCBB.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante três semanas, em duas sessões diárias, Clandestina Liberdade apresenta produções de geografias quase ausentes das telas de cinema comercial no Brasil, como Marrocos, Turquia, Israel e Irã. São 14 filmes que mostram as diferenças culturais e raciais, com objetivo de derrubar os preconceitos relacionados a um problema que tem percorrido a história da humanidade há muito tempo: o ato de imigrar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os títulos escolhidos procuram estimular a convivência entre os povos, questionando as supostas diferenças. É assim, por exemplo, em Assédio, de Bernardo Bertolucci, onde se constata um discurso do mestre italiano em favor da harmonia social. Já Michael Haneke destaca, em Código Desconhecido, os pontos que inviabilizam o ideal de unificação européia, e Tony Gatlif promove um movimento de busca das origens argelinas de seus personagens principais como forma de algo que os defina mais profundamente como gente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As produções, além de revelarem problemas concretos, de embates culturais até a xenofobia, trazem à tona outro aspecto característico da discussão sobre a imigração: o movimento migratório, que atende a todos os preceitos da aventura clássica. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Serviço&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Local: Cinema do Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Data: de 12 de fevereiro a 02 de março de 2008&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Horário: de terça a sábado, às 18h e às 20h10; domingos, às 17h e 19h10&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ingressos: R$ 4 e R$ 2Informações: (61) 3310-7087&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.candango.com.br/aplicacoes/materia/index.cfm?id_area=74&amp;amp;id_conteudo=8163"&gt;Clique aqui e confira as sinopses&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.candango.com.br/aplicacoes/materia/index.cfm?id_area=74&amp;amp;id_conteudo=8162"&gt;Clique aqui e confira a programação&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-7457826409816210679?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/7457826409816210679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=7457826409816210679' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7457826409816210679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7457826409816210679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/clandestina-liberdade.html' title='Clandestina Liberdade'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R7G-1d0yJ_I/AAAAAAAAAJQ/UMcUWiIltwk/s72-c/clandestino1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-8149422829615875852</id><published>2008-02-07T11:45:00.000-02:00</published><updated>2008-02-07T12:19:28.933-02:00</updated><title type='text'>Resumo do filme XXY de Lucia puenzo - Por Karolline Pacheco Santos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6sOc0wjfOI/AAAAAAAAAJI/75-pTIiBmiI/s1600-h/xxy.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5164237286071827682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6sOc0wjfOI/AAAAAAAAAJI/75-pTIiBmiI/s320/xxy.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Resumo do filme XXY de Lucia puenzo - Por Karolline Pacheco Santos &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;O filme XXY da cineasta argentina Lúcia Puenzo traz como enredo a questão da sexualidade através da história de Alex, um(a) jovem intersexual (vulgarmente chamados de hermafroditas, ou seja, que apresentam os dois órgãos sexuais) e que se vê constantemente em conflito com a idéia de optar por um dos sexos e gêneros; caso ainda mais agravado pela presença de um cirurgião e sua família, convidados pela mãe d@ jovem com a idéia de uma possível cirurgia de redesignação sexual, e sua relação com o filho do casal que aflora ainda mais seus desejos e dúvidas quanto à idéia de escolher um ‘lado’. Alex entra em um embate consigo e com as relações estabelecidas que são influenciadas pela sua situação, o dilema da sexualidade como identidade e o próprio preconceito por parte dos outros. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Mas o dilema de Alex traz o confronto daquilo que é freqüentemente aceito e que foi naturalizado, mas vem sendo problematizado, discutido fora da idéia de norma e da concepção de natural que foi atribuída às questões de sexo e gênero. Há uma tênue divisão entre sexo e gênero que precisa ser resgatada e repensada ( e foi através de movimentos como o feminismo e de autores de linha pós-estruturalista), mas em si funcionam da mesma forma como “invenções sociais, que sublinha um dado biológico cuja importância, culturalmente variável, torna-se um destino natural e indispensável para a definição dos corpos. Isto significa que a materialidade do corpo existe, porém a diferença entre os sexos é uma atribuição de sentido dada aos corpos” (SWAIN, 2000, p. 50). &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Seguindo autor@s como Butler, inclusive o sexo entra como discursivo além da noção de gênero e que define atribuições e papéis em uma estrutura binária que limita a própria manifestação plural do sujeito e funciona como um dos vários pontos de relações de poder e controle. Práticas interiorizadas transformadas em regimes de verdade que inserem nos corpos discursos definidores que relacionam sexo e gênero como identidades fixas; concepções de masculinidade, feminilidade e heterossexualidade são tidas como verdades e tudo que foge a essa esfera normativa de uma realidade construída é combatido essencialmente através de preconceitos “A história do Ocidente naturaliza as relações e as funções atribuídas a mulheres e a homens, recriando-as e desenvolvendo uma política de silenciamento, que apaga a diferença, o plural e o múltiplo do humano. Neste sentido, a noção de diferença é historicamente construída” (SWAIN, 2000, p. 49). &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Assim Alex encontra-se no limbo, em ter que escolher uma identidade sexual, passar por uma cirurgia de redesignação sexual( castração ou mutilação) e se adequar as normas que regem o masculino/feminino que tolhe essa pluralidade do ser humano; e como proposta de discussão problematizar a forma que essas relações heterossexuais e sua premissa essencial de macho/fêmea opera a complexidade que envolve a sexualidade e suas ilimitadas formas marginalizadas por esse padrão tido como normal e motor de diversos preconceitos. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Karolline Pacheco Santos é estudante de História do 2o Semestre.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://dl.btjunkie.org/torrent/XXY-Spanish-DVDRip-XviD-MP3-DTL-avi/43244a1528c6088b91be3b9ab30e3071e61cce188816/download.torrent"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para fazer o download do filme via torrent&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Veja o trailer do filme &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/T_5Acz7gieE&amp;amp;rel=" width="425" height="355" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-8149422829615875852?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/8149422829615875852/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=8149422829615875852' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8149422829615875852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/8149422829615875852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/resumo-do-filme-xxy-de-lucia-puenzo-por.html' title='Resumo do filme XXY de Lucia puenzo - Por Karolline Pacheco Santos'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp3.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6sOc0wjfOI/AAAAAAAAAJI/75-pTIiBmiI/s72-c/xxy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-9092184524140626270</id><published>2008-02-04T09:34:00.000-02:00</published><updated>2008-02-04T10:51:54.651-02:00</updated><title type='text'>Libertação Animal - Peter Singer</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6cJ9EwjfNI/AAAAAAAAAJA/4kRwTko8onY/s1600-h/libertacao+animal.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163106442657627346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6cJ9EwjfNI/AAAAAAAAAJA/4kRwTko8onY/s320/libertacao+animal.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6cJD0wjfMI/AAAAAAAAAI4/HMLETmlAtGc/s1600-h/libertacao+animal.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Libertação animal é um livro publicado originalmente em 1975 por Peter Singer, foi de uma importante influência formativa no moderno movimento de direitos dos animais. Sendo uma obra de referência para os adeptos do veganismo, assim como para eco-ativistas e ambientalistas, foi um marco por sistematizar a denúncia contra práticas de crueldade aos animais de um ponto de vista ético, defendendo a extensão da noção de direito à vida digna e não exploração também aos animais, e considerando a negação deste princípio, o especismo, como postura tão repugnante quanto o racismo. Essa posição é, entretanto alvo de crítica, sendo classificado por muitos como eco-fascismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesta obra ele argumenta contra o "especismo": a discriminação contra certos seres baseada apenas no facto de estes pertencerem a uma dada espécie (quase sempre não-humana). Ele considera que todos os seres que são capazes de sentir sofrimento têm os mesmos direitos e conclui que o uso de animais para alimentação é injustificável já que cria sofrimento desnecessário. &lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://sabotagem.revolt.org/node/436"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para baixar o livro&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Assistam também ao documentário A Carne é Fraca, produzido pelo &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.institutoninarosa.org.br/"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Instituto Nina Rosa&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cliquem aqui para assistir a parte &lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2YhTfrHXyfU"&gt;1&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=2kqZL63ug9k"&gt;2&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=VwGP_qto-2U"&gt;3&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=RNS8EGJ2GVo"&gt;4&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=EVjlXjIwRyI"&gt;5&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=YuPLkL5FpLM"&gt;6&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Assista aqui ao trailer do filme&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/zqgZ7YptBzg&amp;amp;rel=" width="425" height="355" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-9092184524140626270?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/9092184524140626270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=9092184524140626270' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/9092184524140626270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/9092184524140626270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/02/libertao-animal-peter-singer.html' title='Libertação Animal - Peter Singer'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6cJ9EwjfNI/AAAAAAAAAJA/4kRwTko8onY/s72-c/libertacao+animal.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-2665170991856523782</id><published>2008-01-31T15:52:00.000-02:00</published><updated>2008-01-31T15:59:34.149-02:00</updated><title type='text'>Publicação dos comentários sobre os artigos da primeira etapa do curso</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;Olá pessoal! Os 3 textos a seguir são os comentários sobre os artigos da primeira etapa do curso: &lt;em&gt;Crítica a Sociologia dos partidos políticos em Vocação do Poder e Entreatos&lt;/em&gt; de Andréa Batista e &lt;em&gt; Comentário sobre o artigo Sociologia dos partidos políticos em Vocação do Poder e Entreatos&lt;/em&gt; de Maíra Gussi, ambos baseados no artigo de Raphael Andrade; e &lt;em&gt;Vocação do Poder - Uma outra visão &lt;/em&gt;de Natália Andrade, baseado no artigo de Sebastião Gomes.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-2665170991856523782?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/2665170991856523782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=2665170991856523782' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2665170991856523782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/2665170991856523782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/01/publicao-dos-comentrios-sobre-os.html' title='Publicação dos comentários sobre os artigos da primeira etapa do curso'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-91851752818761190</id><published>2008-01-31T15:10:00.000-02:00</published><updated>2008-01-31T15:17:25.084-02:00</updated><title type='text'>Raça: Signo e Poder</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6IB7UwjfLI/AAAAAAAAAIw/PPDjPDaup8k/s1600-h/Cotas_para_negros_jorgemaximo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161690241616280754" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 160px; CURSOR: hand; HEIGHT: 192px" height="291" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6IB7UwjfLI/AAAAAAAAAIw/PPDjPDaup8k/s320/Cotas_para_negros_jorgemaximo.jpg" width="232" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Rita Laura Segato e José Jorge de Carvalho são professores e pesquisadores do departamento de Antropologia da Universidade de Brasília, é deles a proposta de uma medida de reserva de vagas para estudantes negros e indígenas nas universidades públicas brasileiras. Em 2002 duas universidades adotaram essa política de cotas, a partir daí o tema tomou conta da mídia, dos debates políticos e das conversas populares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O texto &lt;em&gt;Raça é Signo&lt;/em&gt; de Rita Laura Sagato esclarece os fundamentos e motivos das cotas raciais no Brasil. Uma vez que os negros brasileiros não participam de uma cultura ou tradição diferenciada da do resto da população, ser negro no Brasil significa exibir os traços que lembram e remetem à escravização dos povos africanos por parte dos exércitos coloniais. Ou seja, o contexto histórico da leitura é que levará ao enquadramento do indivíduo em categorias raciais. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse fato evidencia os critérios de percepção de raça: no Brasil, por exemplo, a raça é associada ao fenótipo, já nos Estados Unidos depende da origem, ascendência genética. Dessa forma, a autora enfatiza que raça é signo (símbolo) que adquire seu significado através do contexto histórico e político no qual está inserido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A discriminação positiva construída pela política de cotas introduz a “eficácia comunicativa”. Se atualmete a cor da pele negra não está associada ao poder, à autoridade, e ao prestígio, gradativamente o acesso dos negros irá crescer na paisagem dos ambientes em que transitamos, e a universidade é a porta de entrada capaz de reverter esse processo obsoleto e aparentemente estabelecido. Embora a reserva de vagas por meio de critérios raciais apresente algumas dificuldades e equívocos, ao menos retira do discurso público a falsa impressão de que no Brasil não existem diferenças raciais ou preconceitos, além de propôr uma mudança histórica na sociedade. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: Jorge Máximo - Letras-Português 2º semestre&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-91851752818761190?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/91851752818761190/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=91851752818761190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/91851752818761190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/91851752818761190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/01/raa-signo-e-poder.html' title='Raça: Signo e Poder'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6IB7UwjfLI/AAAAAAAAAIw/PPDjPDaup8k/s72-c/Cotas_para_negros_jorgemaximo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-7277518681934817229</id><published>2008-01-30T23:51:00.000-02:00</published><updated>2008-01-30T23:52:40.811-02:00</updated><title type='text'>Sob a Névoa da Guerra - 11 Lições de Robert Macnamara</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6EasEwjfAI/AAAAAAAAAHk/vRVoq0FUrls/s1600-h/Sob+A+nÃ©voa+da+Guerra.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161435992437259266" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6EasEwjfAI/AAAAAAAAAHk/vRVoq0FUrls/s320/Sob+A+n%C3%A9voa+da+Guerra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Crítica&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A expressão "the fog of war" se refere à impossibilidade de se definir a guerra moderna dentro dos padrões maniqueístas convencionais (bem e mal, vencedores e vencidos), haja visto as variáveis militares, políticas, econômicas, tecnológicas e sociais que nela atuam. Em Sob a Névoa da Guerra, Oscar de melhor documentário em 2004, Errol Morris não pretende analisar cada agente que a constitui, mas antes mostrar, a partir das lições aprendidas por Robert S. McNamara como secretário de defesa de John Kennedy e Lyndon Johnson, a complexidade do campo de batalha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com a aproximação a Sun Tzu, Morris evita o sensacionalismo fácil dos filmes que condenam os horrores da guerra. No entanto, além da objetividade de McNamara representar apenas seu ponto de vista sobre o assunto, Sob a Névoa da Guerra se vale da paradoxal relação de repulsa e de fascínio que o ex-secretário de defesa tem pelas câmeras – e, em conseqüência, da hostilidade que este mantém com o cineasta, o qual deseja se expressar por intermédio do entrevistado –, a fim de tornar ainda mais cinzento e indefinível o objeto que se propõe a estudar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;São tensões e distensões, avanços e recuos que, como na Guerra Fria entre EUA e URSS, marcam a relação de Errol Morris com Robert McNamara. Morris se coloca no lugar de McNamara, tenta compreender o campo de batalha através de seus olhos, porém igualmente reconhece a pouca confiabilidade do depoimento prestado pelo ex-secretário de defesa (como o próprio reconhece) ao afirmar que nunca diz a verdade, e sim apenas o que o ouvinte quer escutar. A desconfiança mútua e permanente entre documentarista e documentado, que faz mais opaca a expressão "the fog of war", é visualmente expressa pela posição marginal de McNamara na imagem, na medida em que raras vezes ele ocupa o centro da composição, quase sempre aparecendo nos cantos da tela, parcialmente fora do quadro, tão esquivo quanto suas respostas.&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;McNamara mente ou fala a verdade? Ele manipula Morris, ou é por ele manipulado? A força de Sob a Névoa da Guerra nasce precisamente do apagamento dos limites entre o branco e o preto, tanto na guerra moderna, quanto no documentário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;Paulo Ricardo de Almeida&lt;br /&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As 11 lições de Robert Macnamara&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;1- Sinta empatia pelo inimigo.&lt;br /&gt;2- Racionalidade não irá nos salvar.&lt;br /&gt;3- Existe algo superior a uma pessoa.&lt;br /&gt;4- Maximize a eficiência.&lt;br /&gt;5- Proporcionalidade deve ser uma meta da guerra.&lt;br /&gt;6- Consiga a informação.&lt;br /&gt;7- Acreditar e ver, os dois podem falhar.&lt;br /&gt;8- Esteja preparado para reanalizar seu pensamento.&lt;br /&gt;9- Para fazer o bem, você pode ter que fazer o mal.&lt;br /&gt;10- Nunca diga nunca..&lt;br /&gt;11- Você não pode mudar a natureza humana.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://dl.btjunkie.org/torrent/Fog-of-War-Eleven-Lessons-from-the-Life-of-Robert-S-McNamara/4032bc4e5ff83f49fbac5038b304d14567499486e969/download.torrent"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para baixar o filme via torrent&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;a href="http://www.opensubtitles.com/pt/subtitles/91264/the-fog-of-war-eleven-lessons-from-the-life-of-robert-s-mcnamara-pb"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; para baixar as legendas para o filme&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-7277518681934817229?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/7277518681934817229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=7277518681934817229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7277518681934817229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7277518681934817229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/01/sob-nvoa-da-guerra-11-lies-de-robert.html' title='Sob a Névoa da Guerra - 11 Lições de Robert Macnamara'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6EasEwjfAI/AAAAAAAAAHk/vRVoq0FUrls/s72-c/Sob+A+n%C3%A9voa+da+Guerra.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-7104810447018361262</id><published>2008-01-30T23:47:00.000-02:00</published><updated>2008-01-30T23:56:00.945-02:00</updated><title type='text'>Publicação dos artigos baseados nos documentários "Entreatos" e "Good Copy Bad Copy"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá pessoal! Os artigos a seguir são referentes aos documentários Entreatos e Good Copy Bad Copy, assistidos em sala de aula. Vocês, estudantes da disciplina de ICP-Verão, têm uma semana, contando de hoje (quarta-feira, dia 30/01), para escrever e entregar a crítica ou comentário sobre algum desses artigos publicados aqui. Ou seja, vocês têm até dia 07/02. Ao escrever essa crítica ou comentário, vocês podem tanto concordar, quanto discordar da visão do colega autor do artigo. A formatação da crítica é a mesma do artigo e as demais diretrizes estão no programa do curso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luíza Alencastro - Monitora&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-7104810447018361262?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/7104810447018361262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=7104810447018361262' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7104810447018361262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7104810447018361262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/01/publicao-dos-artigos-baseados-nos.html' title='Publicação dos artigos baseados nos documentários &quot;Entreatos&quot; e &quot;Good Copy Bad Copy&quot;'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-6960370838258778945</id><published>2008-01-30T23:35:00.000-02:00</published><updated>2008-01-30T23:40:14.086-02:00</updated><title type='text'>O Crescimento do Partido e a Tomada do Poder</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Baseado na obra &lt;em&gt;Sociologia dos Partidos&lt;/em&gt; de Robert Michels e no documentário Entreatos de João Moreira Salles, este estudo visa fazer uma análise da transição ocorrida na estrutura do Partido dos Trabalhadores entre as eleições presidenciais de 1990 e 2002. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Michels, quanto mais um partido político aumenta sua estrutura, ganhando membros e recursos financeiros, cresce a necessidade de uma organização centralizada e conservadora que lidere e estabeleça a direção que o partido seguirá. Essa centralização tem como base os princípios de autoridade e disciplina, que por sua vez são os fundamentos que regem o Estado. Sendo assim, “o partido político revolucionário é um Estado dentro do Estado” (Michels ,1982: 221). &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Noto, assim, que o PT de 1990 passou por esse processo de transformação “estadista”, mudando seu discurso anti-capitalista para a postura pragmática que ganhou as eleições de 2002. Essa mudança fica evidente não somente no plano ideológico mas também nas relações políticas que o partido passa a ter. O PT, desde sua fundação em 1980, era contra alianças com setores de centro e de direita. Em 2002, entretanto, um dos fatores que mais contribuíram para a vitória do partido nas eleições presidenciais foi a aliança com os referidos setores.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Penso que tais alianças não são fruto de um pragmatismo temporário que visava somente ganhar as eleições.Tal postura foi necessária também para governar o país. É fato que, na atual conjuntura democrática, onde a maioria decide os rumos da política, nenhum partido seria capaz de governar, dentro dos meios democráticos, sem o apoio dos vários setores da sociedade. E, para inspirar confiança nesses setores, o partido foi obrigado a mudar seu discurso de tom revolucionário e garantir que todas as estruturas políticas e econômicas se manteriam “intactas”. Em troca de apoio muitas vezes são oferecidos benefícios como cargos e até mesmo dinheiro, como mais tarde descobrimos através do escândalo do Mensalão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso prova que a eleição de Lula como presidente não representou qualquer ruptura com a elite que anteriormente estava no poder, foi na verdade a dita circulação das elites descrita por Michels, onde as relações de poder continuam as mesmas, mudando apenas os personagens e incorporando-se novos fatores decorrentes do “novo” cenário político.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Creio, entretanto, que essa corrupção dos antigos valores não leva à total perda da ideologia de um partido como o PT. Ainda hoje existem alas do partido (agora classificadas como “radicais”) que possuem, senão os mesmos, princípios bastante parecidos como os que antes regiam a estrutura do PT. O que realmente mudou foi a cúpula administradora do partido que, já possuindo as características do Estado contra o qual lutava, se corrompeu ainda mais ao chegar ao poder. E embora se saiba que a luta tenha tomado outros rumos, ainda vemos a tática de convencimento da população mais pobre que via, e me arrisco a dizer que ainda vê no PT a solução para todos os problemas do país. Como dizia Maquiavel (1513: p.16) “os homens gostam de mudar de senhor, julgando melhorar”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vejo com a eleição e reeleição de lula o nosso equívoco em pensar que tomando o poder, tomando o Estado, mudaremos a condição social, econômica e política da nação. John Holloway (2003, p.21) exemplifica esse pensamento falho com o que aconteceu com a União Soviética que, mesmo após a tomada de poder do partido dos trabalhadores não conseguiu manter o bem estar social. Parece-me portanto, que não apenas o PT de Lula, mas qualquer partido democrático ou revolucionário que tentar mudar uma nação apenas tomando o poder será fadado ao fracasso se esse for “realmente” seu objetivo. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;MICHELS, Robert. Sociologia dos partidos políticos. Brasilia: Editora Universidade de Brasília, 1982. 243 p. (Coleção Pensamento Político ;53)&lt;br /&gt;MACHIAVELLI, Niccolo. O príncipe. 13. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2003. 156 p. (Coleção leitura) ISBN 8521901992&lt;br /&gt;HOLLOWAY, John. Mudar o mundo sem tomar o poder: o significado da revolução hoje. São Paulo: Viramundo, 2003. 330 p. ISBN 8587767119 &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: Adrielle Silva - Ciências Contábeis 3º semestre &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-6960370838258778945?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/6960370838258778945/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=6960370838258778945' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6960370838258778945'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/6960370838258778945'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/01/o-crescimento-do-partido-e-tomada-do.html' title='O Crescimento do Partido e a Tomada do Poder'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-7174945891687468089</id><published>2008-01-30T23:30:00.000-02:00</published><updated>2008-02-19T20:20:36.149-03:00</updated><title type='text'>Reflexões sobre o documentário Entreatos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A tendência manifesta de polemização acerca dos níveis espectatoriais de rejeição ou simpatia ao filme Entreatos, decorrente de uma improcedente comparação com o similar Peões, trouxe à tona questões produtivas. Embora ambas as reproduções abordem os intensos dias de campanha eleitoral do atual presidente, o elo que as une aí se detém; os enfoques escolhidos pelos diretores de uma e outra obra são expressivamente distintos. O documentário do cineasta João Moreira Salles salienta em seu discurso o triunfo social dos desfavorecidos, ao mesmo tempo em que expõe as lamentáveis contradições ideológicas provenientes dos processos vitoriosos. Assim, percebe-se a relevância do conteúdo histórico na produção fílmica, o que a torna singular, impondo obstáculos a contundentes julgamentos de base comparativa e possibilitando, por outro lado, abordagens plausíveis das mais variadas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É justamente a percepção da primazia de Entreatos que fomenta a discussão de quão importante é tal empreendimento em face do cenário político brasileiro. O documentário se destaca já pelo conteúdo em questão: fato inédito na história do país e do próprio continente em que um integrante do povo com ideais aparentemente radicais, revolucionários, disputa eleições presidenciais e obtém a vitória com número recorde de votos. Para além desse aspecto, a opção em relatar tão somente situações privadas, desprovidas de apelo midiático, desloca o eixo de atenção. As intermináveis cenas nas quais Lula discorre a respeito de sua trajetória de vida, se posiciona espontaneamente diante de questões políticas centrais, conferem um caráter humano, de pujança emocional ao teor fílmico. Dessa forma, distanciando a câmera de momentos eufóricos, Entreatos se oculta na competição com veículos comunicativos tradicionais. Enquanto obra de arte e documento histórico, portanto, apresenta inestimável valor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vale analisar, ao mesmo tempo, a adoção de um aspecto de encenação por parte do diretor, o que inclui o comportamento de Lula ao seguir orientações propagandísticas do publicitário Duda Mendonça. A característica teatral da mídia demonstra de modo intensivo o poder maculador, deformador e recriador dos meios de comunicação de massa. A cena em que o candidato à presidência inicialmente manifesta contrariedade à perseguição efetivada por alguns fotógrafos e, após o encontro com os mesmos, porta-se de maneira assaz simpática, por exemplo, comprova esta situação. A própria intervenção da equipe assistida evidencia a manipulação existente no meio político, como ilustra a seqüência em que Guido Mantega se opõe a confabular na presença das câmeras. Embora João Moreira Salles garanta a neutralidade dos participantes é de supor que a imparcialidade plena, quando se envolve cenário político, não seja alcançada, principalmente em se tratando do espetáculo de teatro Entreatos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autora: Gabriela Lobosque&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-7174945891687468089?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/7174945891687468089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=7174945891687468089' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7174945891687468089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7174945891687468089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/01/reflexes-sobre-o-documentrio-entreatos.html' title='Reflexões sobre o documentário Entreatos'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-7969080611807884471</id><published>2008-01-30T23:29:00.000-02:00</published><updated>2008-01-30T23:34:49.682-02:00</updated><title type='text'>Entreatos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;O filme &lt;em&gt;Entreatos&lt;/em&gt;, do diretor João Moreira Salles busca explorar os bastidores de uma eleição presidencial. O candidato selecionado pelo diretor, fora, para sua surpresa o vencedor das eleições. Luis Inácio Lula da Silva, atual presidente da República Federativa do Brasil, foi quem abriu as portas para a realização deste documentário. Parece claro que o diretor possui certa simpatia com o então candidato. O simples fato de tê-lo escolhido para ser o objeto de seu trabalho já demonstra que algo o aproximava do candidato mencionado. A escolha fora bem feita, porquanto o protagonista do filme fora efetivamente escolhido como o novo Presidente. O caminho rumo a construção de um bom filme começou bem logo após seu término.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Entreatos &lt;/em&gt;tem como protagonista o já mencionado Luis Inácio Lula da Silva. Este filme pretende mostrar como se desenrolam os bastidores de uma campanha eleitoral e como há a necessidade de transformação de um indivíduo em um candidato. É o exemplo claro de Lula. Aquele que certa vez fora um líder sindical e que lutava ao lado dos obreiros, hoje passa ao lado do patrão de terno e gravata. Mas isso não significa uma mudança de pólos. O que se percebe na construção da campanha é que para concorrer às eleições, mesmo aquele indivíduo naturalmente carismático – como é o caso de Lula – precisa modificar-se para se transformar em um candidato apto a eleger-se Presidente. A história de Lula mostra isso. Quando das três primeiras eleições em que concorreu, respectivamente, com Ferndando Collor de Melo e Fernando Henrique Cardoso – com este, duas vezes – Lula conservava ainda aquele tipo do proletário, socialista e reivindicador de seus direitos e de sua classe. Nas três, ele perdeu. Nem mesmo seu carisma, que atraia os afetos ao socialismo e os partidários de esquerda em geral, foi suficiente para fazê-lo vencedor naquelas eleições. Era, sem dúvida alguma, necessário transformar-se.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É o que mostra e conta o filme. Lula passa a entender as regras do jogo e percebe que para poder alcançar seu objetivo era preciso jogar segundo elas. Contrata um publicitário renomado para cuidar de sua campanha; fortalece seu corpo político, chamando para junto de si, aqueles indivíduos de seu partido que haviam tido sucesso em seus cargos; elabora um plano realizável e o executa. O resultado é o sucesso. A vitória nas eleições. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme faz questão de mostrar o contraste entre aquele que, ainda sob as vestes do proletariado, participou e perdeu as três primeiras eleições para Presidente que concorreu, e aquele que, hoje, devidamente apresentável a todas as classes, mostra-se capaz de satisfazer as necessidades de todos, desde os mais pobres aos mais ricos. Essa transformação, bem realizada, fora crucial e determinante. Assim sendo, Lula mostra-se capaz de, unindo seu carisma, sua vontade e um pouco de esperteza, ser aquele que pode tentar a transformação. Vejamos se ela realmente aconteça.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Autor: André Nunes Chaib, estudante de Filosofia – 7º semestre&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3423534063673360917-7969080611807884471?l=politicaparatodxs.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/feeds/7969080611807884471/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3423534063673360917&amp;postID=7969080611807884471' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7969080611807884471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3423534063673360917/posts/default/7969080611807884471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://politicaparatodxs.blogspot.com/2008/01/entreatos_30.html' title='Entreatos'/><author><name>Política para todxs</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02400552039169487959</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3423534063673360917.post-3612234079108138299</id><published>2008-01-30T23:19:00.001-02:00</published><updated>2008-07-25T11:54:26.941-03:00</updated><title type='text'>Na prática, a teoria é outra</title><content type='html'>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6EkEEwjfJI/AAAAAAAAAIg/-8EGWeIGYwk/s1600-h/Lula+antes+depois_aline.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161446300358769810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_7b3n8OnkL14/R6EkEEwjfJI/AAAAAAAAAIg/-8EGWeIGYwk/s320/Lula+antes+depois_aline.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;“ Queremos mudar a relação entre capital e trabalho. Queremos que os trabalhadores sejam&lt;/em&gt; &lt;em&gt;donos dos meios de produção e dos frutos de seu trabalho! E isso só se consegue com a política.” &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Lula, 1981&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;“O PT enquanto partido não pode abrir mão do seu discurso. Mas tem que ter a sensibilidade para entender o que pode fazer e o que não pode. O PT hoje não criaria nenhum problema com o governo.” &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Lula, 2002&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A conquista da presidência acabou definitivamente com a imagem de “partido contra a ordem” que foi criada em torno do Partido dos Trabalhadores. Este fato completou a transição do PT, que abriu mão gradativamente de seu discurso ideológico anti-capitalista para se tornar um partido pragmático, focado nas alianças políticas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O PT nasceu no final dos anos 70, fundado por sindicalistas e católicos de esquerda de Santo André, São Bernardo e São Caetano, o ABC industrial de São Paulo. Foi a primeira experiência de um partido criado pelos próprios trabalhadores, uma verdadeira revolução na esquerda brasileira, cuja identidade era baseada no sentimento de injustiça e exploração que os unia. Ganhando cada vez mais adeptos e força conseqüentemente, e apoiando-se na figura de um líder carismático, o partido partiu para a disputa das eleições, supondo, no princípio, que conquistar o Estado seria a resposta para a mudança radical, ao colocar em pauta na agenda política brasileira a necessidade de profundas transformações políticas, econômicas, sociais e culturais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas a escolha de substituir o Estado pelas vias legitimizadas propõe a adaptação da ideologia do partido, uma tendência inevitável, já descrita por Robert Michels [1] em 1915. Com as derrotas eleitorais, o partido viu na moderação os caminhos para chegar ao poder e o sentimento do “petismo” já não era mais compatível com a ambição de vencer a eleição.&lt;br /&gt;O novo perfil que o PT procurou implementar expressa essa metamorfose e a conseqüente adequação à ordem. Sujeito à agenda eleitoral, o partido passou a atuar cada vez mais na esfera da institucionalidade, contrariando sua luta cont
